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Paulo Sousa: maestro na retaguarda por Pedro Gonçalves em 0000-00-00

Quem constrói uma orquestra não pode começar pelo violino ou pelo trombone. Deve começar pelo Director." - disse-o Luciano Pavarotti, adepto da Juventus, elogiando a mais recente contratação do seu clube. Falava de Paulo Sousa, um dos jogadores mais importantes da geração de ouro que surgiu na selecção portuguesa nos anos 90 e, sem dúvida, o ponto de equilíbrio que permitia fluir o futebol dessa selecção, bem como dos grandes clubes europeus por onde passou.

Superou-se a si próprio quando após ganhar tudo a nível interno com a Juventus e inclusivé uma Taça dos Campeões Europeus se mudou para Dortmund para ganhar outra taça dos campeões numa final contra...a Juventus. E porque ainda não tinha ganho tudo, ganhou mais uma Supertaça Europeia e uma Taça Intercontinental.

Aos 27 anos com todos os títulos já alcançados a sua carreira entrou em declínio. Fustigado por lesões, terminou a carreira a jogar épocas e meias épocas em vários clubes com pretensões europeias, até ao encerramento definitivo da sua carreira aos 31 anos.

Em campo era o primeiro organizador. Um centrocampista, "Regista" no futebol Italiano, com grande capacidade de efectuar não só passes certos, mas também os passes certos. Tinha também grande eficácia na recuperação de bolas, devido ao seu rigor táctico e sentido posicional excepcionais.