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Há doze anos atrás, e numa altura em que grande parte do País já preparava a viragem do Milénio, o Benfica deslocou-se a Vigo para enfrentar o Celta, em jogo a contar para a primeira mão da quarta eliminatória da Taça UEFA.
A equipa encarnada não entrou bem na partida, e uma grande penalidade cometida por Andrade, permitiu a Karpin inaugurar o marcador aos 19’ minutos.
Aos trinta minutos e após boa jogada de entendimento entre Mostovoi e Makelele, o francês não teve problemas em bater Enke, para o 2-0.
O Benfica viveria depois dois minutos de autêntico ‘pesadelo’: primeiro, aos 40’, Mário Turdó fez um chapéu perfeito a Enke; de seguida, aos 42’, e na sequência de um canto, Juanfrán de cabeça fez o 4-0, resultado com que se chegou ao intervalo.
A verdade é que o tal pesadelo continuaria na segunda parte. Ou melhor, ficou concluído em apenas doze minutos.
Aos 50’ minutos, e após cruzamento de Gustavo López na esquerda, Mário Turdó aproveitou para bisar e aumentar a contagem para 5-0.
Três minutos depois, mais uma assistência de Gustavo López, desta vez na marcação de um livre directo, e Karpin de cabeça, a aproveitar para bisar também ele na partida.
Aos 62’, um excelente passe de Karpin para Gustavo López, permitiu ao argentino fazer a terceira assistência da noite, sendo que desta feita, foi Mostovoi quem marcou, fechando assim a contagem.
O Benfica sofreu a maior goleada da sua história no que diz respeito a jogos europeus, numa época que os encarnados acabariam o campeonato…na sexta posição.
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