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Pausa 2012/2013 - Altos e baixos por Jorge Carneiro em 2012-12-18

Benfica

Cardozo - o modelo de jogo encarnado depende muito da acção dos pontas de lança e até ver Cardozo tem respondido presente à chamada, formando uma dupla temível com Lima que resolve jogo atrás de jogo. Está a marcar a um ritmo alucinante (13 golos em 10 partidas), e principalmente a exibir uma alegria em campo quase inédita, acorrendo a cada passe com confiança e determinação. A partir daí é deixar o pé esquerdo causar estragos.
Matic - temia-se o pior no meio-campo defensivo com as saídas de Witsel e de Javi, mas o sérvio tem conseguido estar mais do que à altura. Posiciona-se perfeitamente no miolo e tem supreendido principalmente a nível tático, fazendo compensações em ambas as laterais sem quebras de concentração e não hesitando em impôr o físico se necessário. Ainda tem aspectos a melhorar, mas na Luz deixou de ser urgente contratar um médio.
Gaitán - crónico candidato a transferência milionária, a cada época que passa parece baixar ligeiramente de rendimento e já poucos acreditam que atinja o patamar que prometia no Boca e mesmo nos primeiros tempos de encarnado. Este ano já teve a sua dose de lesões, mas mesmo quando está dentro de campo não tem conseguido criar desiquilibrios e muito menos decidir jogos.

FC Porto

James - Foi-se Hulk, ficou o jovem astro colombiano no trono do Dragão. Talento, velocidade, espontaneidade, fantasia, golos e assistências num único craque. Partindo do centro ou mais de perto da linha é ele quem mais rompe e mais desiquilibra de entre os Dragões, quem mais jogos decide em Portugal e quem mais encanta os adeptos... e também os olheiros. Fala-se do interesse do Manchester United, e já para Janeiro.
Alex Sandro - Após um ano de aprendizagem na sombra de Alvaro Pereira assumiu a titularidade na lateral esquerda e tem sabido encher o seu corredor com segurança, fazendo esquecer o antecessor. É mais técnico que o uruguaio, e mesmo não tendo o mesmo poder de arranque também desiquilibra na frente. Está a fazer tranquilamente a transição de promessa para certeza no Dragão e na selecção do Brasil.
Rolando - A última temporada não foi entusiasmante, mas mesmo assim surpreende que tenha passado de figura de proa da retaguarda a um reserva de luxo em apenas alguns meses. As transferências falhadas para a Roma e para o QPR, a dupla Maicon/Otamendi em bom plano e ainda haver Abdoulaye e Mangala em crescimento acelerado retiraram-lhe toda a margem de manobra.

SC Braga

Rúben Micael - Óptimo casamento neste regresso a Portugal. O Braga ganhou um dos poucos desiquilibradores que se encaixam perfeitamente na filosofia solidária do colectivo, enquanto Ruben consegue somar os minutos e a visibilidade necessários para lutar por um lugar na Selecção de todos nós. Tem feito um trabalho excelente a ligar o meio campo aos colegas da frente, tanto que já convenceu Salvador a comprar o seu passe.
Éder - pessoalmente, é de longe a maior surpresa deste campeonato. Continua a ser trapalhão e pouco eficaz a finalizar, mas o seu futebol móvel e físico tem provado a sua utilidade e conseguido somar pontos a um nível mais elevado. Ao longo de 90 minutos pressiona, abre buracos, desgasta defesas, assiste colegas e marca golos, sem nunca acusar cansaço. Chegou à Selecção com todo o mérito e pelo que já demonstrou tão cedo não sairá do grupo.
Michel - esperava-se mais do possante avançado emprestado pelo Benfica, também por ter algumas semelhanças com o estilo de Lima. Ainda não conseguiu marcar ou agarrar um lugar neste Braga, e mesmo tendo Carlão estado lesionado durante muito tempo parece não ter muito espaço nas opções de Peseiro - até Zé Luís dos B tem tido mais minutos.

Paços de Ferreira

Vítor - explodiu definitivamente como o organizador de jogo do Paços após uma temporada de adaptação. Veloz com e sem bola, joga de cabeça levantada, decide rápido e solta-se por toda a linha ofensiva à procura de nesgas por onde espremer o esférico até aos pés dos colegas na frente. Como se não bastasse ainda trabalha como um trinco a cerrar espaços, enchendo autenticamente o meio-campo. Pena não ter chegado mais cedo ao primeiro escalão...
Tiago Valente - Aos 27 anos já não se poderá considerar uma jovem promessa, mas hoje está num patamar exibicional muito melhor do que quando foi dispensado para o exílio em Vila das Aves e surpreende a naturalidade com que regressou ao primeiro escalão. O Paços tradicionalmente tem defesas frágeis, mas este ano só os líderes sofrem menos golos - e muito disso é resultado do trabalho rigoroso do central.
Cohene - em sentido contrário, depois de arrancar a época como titular caiu bastante de rendimento. Saiu da equipa depois de exibições menos conseguidas frente a Nacional e Benfica, e quando teve uma oportunidade na Taça da Liga foi expulso frente ao Desp.Aves. Já provou ter qualidade e daqui para a frente só pode melhorar.

Rio Ave

Tarantini - após várias temporadas discretas (mas eficazes) e uma transferência falhada para o Irão parece ter explodido definitivamente no meio-campo deste Rio Ave. Sempre se mostrara certinho a fechar o miolo e uma peça importante na circulação de bola, mas este ano apareceu com mais rasgo no processo ofensivo e perigoso na área adversária - e mesmo fora dela, que o diga Hélton. Ilustrativo: junto com João Tomás marcaram já quase 75% dos golos deste Rio Ave.
Marcelo - para quem quase não jogava no secundário Leixões no ano transacto e no actual partia como 4º central do plantel, a titularidade jornada após jornada é um feito notável, mais ainda com concorrentes de peso como Jefferson e Rodriguez. Eficaz, fortíssimo pelo ar e agreste na marcação, tem estado num plano superior até ao do insuspeito Nivaldo, necessitando apenas de se mostrar mais seguro com a bola nos pés nas saídas para o ataque.
Esmael - após uma pré-temporada positiva teve a confiança total de Nuno Espirito Santo e um lugar cativo no onze durante muitas jornadas, mas as exibições deixaram imenso a desejar, mostrando-se quase sempre trapalhão e inofensivo em frente à baliza. Foi um dos principais motivos para a falta de poder de fogo vilacondense, corrigida no entretanto por João Tomás - deve agora aprender com o colega mais velho e evoluir.

Estoril Praia

Diogo Amado - o meio-campo é uma das chaves da boa campanha estorilista, e Diogo o seu elemento em melhor forma. Já tinha deixado boas indicações na anterior passagem pela 1ª liga ao serviço do U.Leiria, e agora está mais maduro e autoritário - não só é uma força de bloqueio mais eficaz para os adversários como ainda por ele passa muito do futebol ofensivo do Estoril, nomeadamente nos lançamentos longos e precisos para o trio ofensivo.
Luís Leal - Depois de no ano anterior ter deixado uma imagem pálida e até vulgar em Leiria, agora ao serviço dos canarinhos tem conseguido mostrar o seu futebol físico, intenso e directo à baliza, furando violentamente até conseguir chegar à zona de tiro. Sem bola movimenta-se muito e é importante a confundir modelos defensivos, introduzindo caos que Licá e Carlitos aproveitam para transformar em desiquilibrios. Com bola é mortífero: 6 golos até ao momento e a tendência é melhorar.
João Paulo - Está de regresso a um estádio onde não foi particularmente feliz, e onde até agora não tem conseguido melhorar a imagem deixada. Esperava-se que fosse ele a concretizar as maldades de Licá em golos mas entre dificuldades físicas e uma expulsão ainda não se estreou a marcar.

Vit.Guimarães

Defendi - é uma figura da defesa vimaranense e o seu nome é incontornável no eixo desde que se estreou, tendo no entretanto já conhecido diversos parceiros: o impiedoso João Paulo, o ágil N'Diaye a quem muito ajudou a crescer, e agora o mais inseguro Freire. Parece entender-se com todos de olhos fechados, compensando falhas, abordando cada lance com elegância e enorme inteligência posicional, cometendo poucas faltas e demonstrando eficácia acima da média. A temporada positiva do Vitória começa nos pés do seu número 3 e da tranquilidade que empresta ao conjunto.
Douglas Jesus - Enorme revelação na baliza do Vitória de Guimarães, depois de época e meia no banco. Sabe utilizar cada centimetro de altura, não facilita ao reagir a lances, revela muita elasticidade em cada parada e tem demonstrado um instinto apurado a bloquear penalties. Está a conseguir fazer esquecer o compatriota Nilson, tarefa que antes parecia quase impossível.
Toscano - este Vitória precisa desesperadamente que seja o seu talento a liderar todo o sector ofensivo, e se possível com golos. Infelizmente, de Toscano não se tem visto muitos festejos nem exibições, parecendo desmotivado em campo e uma sombra do que já demonstrou no D. Afonso Henriques. Estará a preparar-se a sua saída?

Beira-Mar

Nildo Petrolina - O esquerdino é imprescindível seja em que posição fôr e este ano já alinhou em várias diferentes, entre a linha e o miolo. Trabalha muito pelo colectivo e passa o desafio a encolher ou a esticar a equipa consoante necessário, colocando muita energia em cada acção. É dos poucos que consegue causar desiquilibrios ofensivos, valendo-se da sua capacidade técnica apurada quer para driblar quer para assistir os companheiros com passes teleguiados.
Serginho - Paulatinamente tem vindo a estabilizar no onze aveirense, ocupando o espaço à frente do meio-campo e sendo importante na organização ofensiva. Deambula entre linhas, escapa-se para as alas e não tem medo de arriscar pormenores técnicos no um contra um, criando desiquilibrios que agitam o jogo aveirense. Está a crescer e, melhor do que isso, a arrastar a equipa consigo enquanto ascende aos estrelato.
Collet - Pesado, pesadíssimo como um penedo. Deveria ser importante tanto a filtrar jogo como a circular a bola e durante várias jornadas conseguiu manter-se fixo no onze, mas a produção da equipa só subiu quando saiu e não voltou. Recorre demasiado à falta e toma más decisões com a bola nos pés.

Marítimo

Rafael Miranda - A cumprir a 4ª temporada de verde-rubro é uma figura imprescindível do onze, frequentemente alternando de posição entre cada jogo e às vezes mesmo durante o seu decurso. É o melhor médio-defensivo do plantel e também o seu melhor interior, derivado da sua cultura tática muito evoluída e da facilidade em jogar simples mas bem. E já marcou 2 golos até ao momento, todos de cabeça e a renderem pontos.
João Luiz - Já está desde 07/08 nos Barreiros mas só agora, mais maduro, tem conseguido conquistar o seu espaço no onze insular. Destruidor aplicado no meio-campo que por via da sua mobilidade também é uma mais valia nas transições para o ataque. Tem é de melhorar as suas decisões no último terço se quiser alcançar o estatuto de indiscutível.
Fidélis - Tinha vindo a dar bons indicadores nos B e nas aparições na equipa principal que as semelhanças de estilo com Baba faziam acentuar, mas este ano com a titularidade à mercê demorou muito tempo a dar resposta - só recentemente marcou nas competições internas, e o Marítimo foi sempre destacadamente o pior ataque da prova. Agora está a melhorar, mas já se fala que vai passar a ter mais concorrência.

Sporting

Diego Capel - Nada brilha em Alvalade e pouco há que permita sequer sonhar, mas Capel a espaços pelo menos é capaz de empolgar uma plateia com as suas arrancadas e com a sua vontade. Apresenta atributos de ala à moda antiga: determinação, drible em velocidade estonteante e um pé esquerdo imprevisível que ora cruza com perigo ora desfere remates potentes. Um Sporting melhor passa pelo espanhol.
Cédric - regressado de Coimbra, com Sá Pinto o internacional sub-21 assumiu com naturalidade a titularidade na lateral direita e era mesmo uma das principais soluções ofensivas dos leões, exibindo-se com grande confiança. Já Vercauteren não está tão convencido, não só porque no entretanto o lateral baixou de intensidade mas principalmente porque ainda comete demasiados lapsos a fechar o flanco. A rever mais adiante.
Elias - o tempo passa e Elias continua a parecer apalpar terreno no Sporting, à procura da melhor posição para render. Pouco sólido para alinhar como médio defensivo, pouco esclarecido enquanto organizador, demasiado desposicionado e tímido enquanto 10. Um flop caro ou uma adaptação lenta?

Nacional

Mateus - está mais irregular, num patamar muito inferior ao do ano transacto, mas tudo o que de bom acontece no Nacional continua a passar pelos pés do Angolano e pelo seu futebol desconcertante, de fintas de corpo e mudanças bruscas de ritmo. Continua a ser o mais perigoso entre os insulares e mesmo o melhor marcador da equipa com três golos, todos eles decisivos.
Revson - Às vezes na defesa mas quase sempre no coração do meio-campo tem feito por impôr o seu músculo e a sua ordem. Bate-se afincadamente com todos, vence muitos duelos e sem ser de muitas corridas é também uma mais valia a atacar a baliza, fruto de um excelente (e potente) pé esquerdo. Ainda está em processo de adaptação a Portugal, especialmente a nível do ritmo de jogo.
Candeias - Os treinadores mudam e a confiança nas suas capacidades parece manter-se reduzida, depois de já no ano passado ter tido de conquistar um lugar no onze a pulso. Agora esperava-se que explodisse mas em vez disso as jornadas têm passado sem grandes motivos de entusiasmo. O sistema tático actual também não o favorece, mas vai certamente melhorar.

Olhanense

Rui Duarte - Mais um ano no BI que não se nota no relvado; pelo contrário a sua geometria é mais imprescindível do que nunca e está a fazer a sua melhor temporada na 1ª divisão. As bolas paradas são todas do capitão e tem também uma notável capacidade de distribuir e de organizar as saídas para o ataque com grande lucidez, ao mesmo mantendo o meio-campo coeso em seu redor. E mesmo não sendo da terra já encarna perfeitamente a mística olhanense.
Abdi - na ala esquerda ou às vezes solto na frente de ataque o somali é a grande revelação do conjunto. Evoluído tecnicamente e de arranque muito rápido para a sua altura, desmarca-se bem e arrisca lances improváveis, deixando adversários para trás na passada e acabando por marcar com regularidade. Circulam notícias de que se poderá já mudar para Braga.
Fernández - é internacional A argentino mas tarda em demonstrar capacidades em Portugal. Depois de imagem paupérrima no Benfica não parece estar a conseguir convencer Sérgio Conceição de que merece sequer um lugar no banco de suplentes, e assim deve sair em Janeiro.

Gil Vicente

Halisson - não tem a mesma atenção mediática do que muitos colegas nem momentos de grande destaque durante os jogos, mas tem cumprido muito bem a sua função, com sobriedade, rigor, eficácia. Numa equipa renovada e sujeita a tantas alterações de semana a semana a sua estabilidade acaba por ser um argumento de peso.
Pio - muito futebol num corpo franzino. Entrega-se ao desafio com a mesma aplicação dos colegas mas tem conseguido acrescentar algo mais: técnica apurada, boas decisões e um pontapé canhão de assustar - estreou-se recentemente a marcar e promete mais. Precisa ainda de temporizar melhor as suas acções e de se entrosar melhor no colectivo.
Ramazzotti - não confirmou as boas indicações deixadas aquando da passagem pelos gilistas em 2010/2011, então na Honra. Depois disso saiu em busca de outros voos mas a carreira não descolou e este regresso também não deixou ninguém nas nuvens, abandonando o plantel a meio de Dezembro após apenas 42 minutos na 1ª liga.

Vit. Setúbal

Meyong - regressou a meio da época passada a uma casa que bem conhece e com bons resultados, acrescentando competência a um sector ainda algo verde. O peso do ataque está quase todo concentrado no Ze que tem correspondido como finalizador e ainda demonstrado enormes capacidades a segurar a bola para os colegas, acumulando o papel de principal organizador de jogo da equipa. Vai deixar um rombo quando partir.
Pedro Santos - estreante no escalão maior depois de épocas positivas nas ligas inferiores, o esquerdino - forte com qualquer um dos pés - está a adaptar-se com facilidade à nova realidade. O Vitória ganhou muita velocidade, fantasia e capacidade de ruptura em ataque organizado ou em contra-ataque, e isto para além de excelência na execução de cruzamentos e remates. É um dos jogadores mais interessantes da Liga e promete fazer muitas vítimas.
Bruno Turco - uma das contratações mais promissoras da equipa do Sado, com boa reputação no Brasil e para uma posição que há anos se encontra carenciada. Infelizmente falhou a pré-época inteira por lesão grave e só agora tem conseguido figurar nas listas de convocados, mas no entretanto Ney afirmou-se e agora está com gás...

Académica

Ricardo - Guarda-redes ágil, corajoso, rápido e de bons reflexos, que raramente comete erros e que, pelo contrário, corrige muitas asneiras da sua defesa. Depois da boa ponta final no ano transacto tem conseguido manter Peiser sentado no banco e é dos poucos jogadores da Académica que se tem conseguido valorizar nesta campanha, estando actualmente na órbita da Selecção nacional.
Salim Cissé - Este avançado é verdadeiramente uma descoberta brilhante nas divisões inferiores italianas. Alto mas veloz, portentoso e inteligente, em frente à baliza exibe frieza e eficácia muito pouco normais para a idade e brilhado com golos dentro e fora de portas. Tem conseguido lidar muito bem com a concorrência de pesos pesados como Edinho e Saleiro e, com apenas 19 anos de idade, não poderá ficar muito tempo por Coimbra.
Halliche - Contratação surpreendente, mesmo depois de dois anos pobres em Inglaterra. Esperava-se que liderasse o centro da defesa; em vez disso entre problemas musculares mal tem conseguido sentar-se no banco. E Orlando e João Real estão aí a recuperar.

Moreirense

Fábio Espinho - Muito mais maduro do que aquando da primeira passagem pelo escalão principal, não perdeu a raça nem os pormenores técnicos demonstrados antes mas juntou-lhes a capacidade de decidir rápido e bem para onde deve soltar a bola. Assim torna-se um elo de ligação eficaz para os colegas da frente e um desestabilizador entre linhas adversárias.
Ghilas - Irmão do Ghilas que maravilhou ali ao lado em Guimarães, é um talento mais bruto e menos dado a rodriguinhos. Por outro lado apresenta uma estampa física impressionante e um futebol muito mais voltado para a baliza, arrancando como uma locomotiva para a área. Já é dos melhores marcadores da Liga, apesar da posição modesta da equipa.
- Muitas promessas em Leiria, 15 jogos sem golos, rescisão por problemas disciplinares. Aposta em Moreira de Cónegos, 15 minutos como suplente, rescisão por problemas disciplinares. Há aqui um padrão algures.