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Com pouco trabalho dadas as circunstâncias do desafio, soube responder sempre com serenidade e competência quando chamado a intervir. Terá de aguardar por outros dias para mostrar as suas capacidades.
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3 golos sofridos podiam indiciar um grande volume de remates adversários, mas a verdade é que fora esses lances poucas oportunidades teve para se destacar - a Académica pouco acertou na baliza apesar de melhor no encontro. Ou seja, não tem muito a seu favor para compensar a enorme falha no canto que originou o 2-0 e a insegurança patenteada noutros momentos.
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Ainda com pouco ritmo e claramente pouco à vontade como lateral direito - já não ocupava esta posição desde os tempos de Alverca e Benfica - concentrou-se principalmente em não comprometer. Mesmo com a vantagem numérica e no marcador poucas vezes subiu no terreno, lateralizando muito o jogo e conseguindo apenas alguns passes ocasionais para as desmarcações dos avançados. A defender revelou dificuldades perante o endiabrado João Pedro quando este surgia com a bola controlada, mostrando-se um pouco mais autoritário nas divididas.
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Saiu-lhe um par de favas, no caso a inspirada dupla Ady / Diogo Valente que tantas vezes tentou furar pelo seu lado. Não se atemorizou, chamou a si a responsabilidade de dar o exemplo de como fazer frente à superioridade dos estudantes e conseguiu estancar até certo ponto as ofensivas adversárias. E especialmente na primeira parte foi fantástico a carrilar jogo para a área adversária, conseguindo fugir para sacar alguns bons cruzamentos a que infelizmente faltou sequência.
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Sólido, agressivo, e principalmente eficaz. O jogo não lhe colocou problemas e Berger não os inventou, tendo aproveitado a falta de um adversário directo para subir e empurrar o meio campo para a frente. A sua atitude acabaria por ser premiada quando marcou o 3º golo na sequência de um canto, num remate forte já dentro da área.
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À primeira oportunidade que teve de fazer alguma coisa de positivo deixou-se antecipar por Éder numa bola relativamente simples e cometeu penalty, mesmo com a queda forçada do avançado; e consequentemente viu o vermelho directo e comprometeu seriamente as ambições da Naval no desafio. Mais um jogo para esquecer, no seguimento de muitos outros desde que aterrou em Portugal. Porque não apostar em Gomis?
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Edivaldo caiu várias vezes na sua zona de acção... para azar do próprio. O capitão academista controlou-o na perfeição bem como a todos os restantes adversários, e também soube empurrar o conjunto para a frente quando necessário. Na frente ameaçou nas bolas paradas e terminou a assistir Berger no último golo da noite, num lance onde revelou grande serenidade e leitura.
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Poucas desatenções numa partida muito complicada desde início. Dominou os lances aéreos e mesmo pelo chão esteve globalmente bem face a todo o trabalho a que foi sujeito, mas é penalizado por não ter conseguido aliviar uma bola simples, inadvertidamente originando o terceiro tento da Académica. Nesta altura tem lugar cativo no onze.
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Aproveitou a superioridade numérica para fazer o que melhor sabe: atacar. Na primeira parte só o flanco esquerdo da Briosa funcionou e muito disso se deve a Ady, prático a antecipar-se aos adversários e rápido e acutilante a penetrar no meio campo dos figueirenses. Aos 14' assistiu Eder com um grande passe no lance que viria a dar a grande penalidade, e até ao intervalo continuou a rasgar a Naval com grandes passes, cruzamentos e combinações com Diogo Valente. Na segunda parte controlou melhor a reacção adversária e ao ganhar confiança começou a assinar espetaculares lances individuais em sucessão. Grande, grande exibição.
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Dificuldades em segurar o desamparado Sougou, falhando também alguns cortes menores simples e não existindo em termos atacantes. Ainda assim conseguiu controlar o perigo no seu flanco com assinalável eficácia face às circunstâncias.
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Sólido e fiável. Ao longo de todo o jogo lutou que se fartou no meio-campo, controlou os adversários e ainda foi o primeiro a sair a jogar por diversas vezes através de execuções muito simples mas bem planeadas. A sua acção foi especialmente preponderante no primeiro tempo, mas nem por isso deu tréguas aos navalistas à medida que a partida se ia simplificando, matando todas as tentativas da Naval para crescer no desafio.
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Muito boa exibição do francês na cobertura à sua defesa e no preenchimento de espaços a meio-campo, pressionando o homem com a bola que caía na sua zona e metendo o pé sempre que alguém se atrevia a tentar furar pelo centro - pelo capitão não se notou a inferioridade numérica. A atacar esteve essencialmente clarividente, optando correctamente entre quando transportar e quando e para quem soltar a bola.
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Bons pormenores técnicos a tempo inteiro numa partida que começou com má primeira parte, onde arriscou pouco e jogou demasiado curto e sem rasgo para o que se pedia no papel. Na segunda foi progressivamente ganhando confiança, subindo de rendimento e bem perto do fim quase assinou o golo da noite, num portentoso remate de meia distância. Tem de perder a timidez própria de um recém-chegado à Liga.
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No papel é suposto ser o grande coordenador do jogo da Naval, mas o desafio não lhe permitiu assumir as suas funções como previsto e em vez disso demonstrou a sua faceta mais combativa ajudando a segurar Diogo Melo e Hugo Morais. Correu mais atrás da bola do que a teve nos pés, mas quando a conseguiu distribuiu com acerto e fluidez para os colegas. Essencialmente faltaram-lhe as oportunidades para rasgar a defensiva briosa.
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Jogo semelhante a Diogo Melo, sem os pormenores técnicos mas com a vantagem de ter batido bem os seus cantos e livres. Foi um dos responsáveis pela má primeira parte da Académica, entregando a bola para trás e para o lado mesmo quando dispondo de espaço e tempo para bem melhor. A assistência para o golo de Miguel Fidalgo subiu-lhe a moral e daí para a frente comandou melhor o jogo dos estudantes, finalmente colocando em jogo o seu pé esquerdo para várias aberturas perigosas.
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Lutou com todas as forças no meio-campo, correu atrás de muitos adversários a pressionar e juntamente com Godemeche fez um trabalho notável a anular todas as iniciativas da Académica no primeiro tempo. No entanto ao contrário do compatriota falhou vários passes e não conseguiu dar seguimento a algumas jogadas da Naval, acabando por quebrar muito fisicamente e ser substituido por Godinho.
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Marcou um golo de penalty e sem o apoio de Amoreirinha ou de Diogo Melo pouco mais de relevante produziu, poucas vezes cheirando sequer a bola. As desmarcações e lances individuais mantiveram a Naval sempre em sentido mas em verdade nunca mais conseguiu criar nada de concreto até à sua substituição.
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Um dos melhores da Naval, e só Zvunka saberá porque decidiu tirá-lo de campo quando ainda não acusava demasiado cansaço. Virtuoso e buliçoso com a bola colada aos pés, mesmo em inferioridade numérica conseguiu assustar Amoreirnha e importunar o último reduto Academista, tendo sido o figueirense que mais perto esteve do golo num lance dentro de área que obrigou à intervenção de Peiser. No resto do tempo ocupou-se em preencher ofensivamente ambas as alas, consguindo frequentemente conquistar espaço para cruzar com perigo e ajudando ainda na cobertura à retaguarda. Promete um grande campeonato.
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Melhor jogador da Briosa no primeiro tempo. A partir da esquerda e contando com a preciosa colaboração de Ady conseguiu criar diversas rupturas, faltando-lhe apenas maior participação dos restantes colegas para conseguir criar estragos maiores. Ainda assim gerou diversos lances de perigo, driblando adversários em diagonais e cruzando ou passando com critério e precisão, destacando-se ainda a marcar cantos com grande precisão. Na segunda parte não baixou de rendimento até Jorge Costa resolver retirá-lo de jogo para o poupar e receber uma justa ovação - ficando no entanto com o amargo de boca de não ter participado no lance de nenhum golo.
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Esteve 90 minutos em campo isolado na frente sem conseguir qualquer prospecto de ameaça à baliza Academista. Movimentou-se muito sem resultados práticos e ainda falhou na tarefa de segurar os centrais adversários e impedi-los de sair a jogar - tanto Berger como Orlando se soltaram com grande à vontade para iniciar lances de perigo. É verdade que não era fácil sair em bom plano, mas Edivaldo escusava de ter ficado a tantas milhas
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Jogo muito fraco do luso-Guineense. Fugiu frequentemente da área para procurar combinar com os colegas, mas ao fazê-lo privou-os de uma referência na frente e encurtou o jogo academista. Muito trapalhão com a bola e claramente pouco inspirado a combinar e a finalizar, também não sai valorizado por preferir forçar a falta em vez de aproveitar uma oportunidade isolado frente a Salin e a poucos metros da baliza, como no lance da expulsão de Lupéde.
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Sacrificado no início da partida para reequilibrar a defesa após a expulsão de Lupede. Cumpriu enquanto jogou, inclusive nos cinco minutos em que alinhou como central.
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Muito, muito melhor que Éder. Entrou e transfigurou o conjunto, esticando-o até perto da baliza da Naval como nunca haviam conseguido no primeiro tempo. Como cereja no topo do bolo assinou o segundo tento a aproveitar o desentendimento entre Salin e Orestes, quase ia conseguindo o bis poucos minutos mais tarde num desvio in extremis que não tomou a direcção certa, e se não bastasse ainda conseguiu imensas boas combinações com Sougou, Valente e Diogo Melo. Marcou pontos na luta pela posição nove.
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Um regresso que se saúda à Naval, após três temporadas de interregno na Alemanha. Não está em boa forma física e a entrada prematura no jogo não agourou nada de positivo. Dificuldades para acompanhar o ritmo da partida, especialmente visiveis sempre que chamado a dobrar Carlitos, que tentou compensar com presença física e seriedade na abordagem dos lances. Foi traído por Salin no segundo golo, mas tudo somado mesmo assim exibiu-se num plano muito superior ao que Lupede tem protagonizado.
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Entrou em campo com o jogo decidido e mesmo com a Académica em gestão de esforço ainda se mostrou bastante interventivo, conseguindo alguns pormenores interessantes.
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Entrou a substituir Hauw para refrescar o meio campo e ajudou a Naval a chegar-se uns metros mais à frente à custa do seu toque de bola. Não esteve tão bem a defender como o Francês, no entanto.
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Quando entrou já não havia necessidade para grandes correrias, e nem Laionel se conseguiu evidenciar com os pouco mais de meia dúzia de toques na bola que teve oportunidade de desfrutar. |
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Custa a perceber como é que o seu lugar tem sido o banco. Entrou cheio de ganas para alterar o rumo do jogo, arriscou vários dribles que conseguiram desestabilizar a defesa da Briosa e rematou em cada oportunidade que teve - por vezes até sem muito sentido, mas ajudando sem dúvida a revitalizar a ambição da Naval. Pode e deve formar uma bela dupla de alas com João Pedro. |
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