|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Mais um passo seguro para afastar a má imagem deixada no início de temporada. O Sporting não o sujeitou a uma grande carga de trabalhos e em troca Roberto não vacilou em nenhum cruzamento, nem nenhuma saída, nem em nenhuma jogada com os pés. Só começou a mostrar serviço aos 58' e depois aos 71', defendendo para a frente remates fortes de Liedson e Maniche. Concluiu a partida com uma bela estirada aos 88'.
|
|
Muito confiante nas suas acções, procurando influenciar a sua defesa com a tranquilidade com que abordou lance após lance. O trabalho no primeiro tempo resumiu-se a recolher e socar cruzamentos, ver os remates do Benfica a sairem para fora, e sair da baliza para resolver iniciativa individual de Saviola aos 29'. No segundo tempo manteve a bitola e ainda acrescentou uma brilhante defesa por instinto a remate de Coentrão aos 52'. Ia borrando a pintura aos 73' com uma saída disparatada, mas globalmente realizou um jogo muito positivo. Nos golos não teve hipóteses: no primeiro o remate de Cardozo é à queima-roupa, no segundo é verdade que estava ligeiramente adiantado, mas compreende-se o posicionamento e a bola é muito bem colocada.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Anulou totalmente Valdés no primeiro tempo em prejuízo do apoio à linha da frente. A entrada de Rubén Amorim concedeu-lhe finalmente alguma segurança nas costas e assim a partir dos 60' uma série de raides que furaram o lado esquerdo leonino e empurraram Evaldo para o seu reduto.
|
|
Jorge Jesus amarrou-o completamente com o posicionamento de Coentrão e impediu-o assim de apoiar o ataque como tanto gosta. Limitado a fazer aquilo em que é mais frágil - defender - não contou com a ajuda de Yannick e depois de Vuk e foi deixado exposto às ofensivas encarnadas, com Peixoto e Coentrão a explorarem as suas costas por várias ocasiões.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Seguríssimo e irrepreensível em todas as suas acções. Marcou Liedson sem dó nem piedade e soube resistir às manhas do Levezinho, monstrando-se tão intransponível por terra e ar que ajudou a quebrar a coragem dos Leões. Pelo meio ainda foi importante no 1-0 ao fazer um primeiro remate cujo ressalto Cardozo aproveitou para marcar.
|
|
Boa exibição do capitão, sempre lúcido, sereno e elegante mesmo perante um fracasso colectivo. Esteve perfeito na cobertura a Saviola e dobrou João Pereira e Nuno André Coelho tantas vezes quanto pôde, cortando bolas com uma eficácia assinalável e com a preocupação de sair a jogar. Com o meio-campo a falhar procurou ele mesmo assegurar as transições de bola para a frente, mas aí não esteve particularmente feliz e falhou alguns passes longos.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Tão eficaz mas mais solto do que o Girafa, jogou bem na antecipação aos avançados leoninos (e a Liedson em particular), dobrou Peixoto quando necessário e também conseguiu sempre sair a jogar com a tranquilidade que se lhe conhece. Terá sido o seu melhor jogo esta época.
|
|
Em contraste com Daniel Carriço falhou na cobertura ao seu opositor directo, Cardozo, a quem concedeu demasiado espaço e por quem foi lubridiado demasiadas vezes. Logo aos 4' foi enganado pelas simulações do Paraguaio indiciando desde logo uma má noite; depois aos 9' minutos quase entregou a bola a Saviola, sendo depois facilmente ultrapassado pelo mesmo jogador aos 32'. Aos 49' completou o desastre ao esquecer-se completamente de Cardozo, concedendo-lhe tempo e espaço suficientes para este bisar. Que sirva de lição para o futuro...
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Acusou a falta de ritmo nos momentos iniciais, mas foi crescendo de intensidade e segurança e no geral segurou bem o seu flanco. Importante no entendimento de olhos fechados com Coentrão, libertando-o para causar estragos no último reduto leonino.
|
|
Na primeira parte esteve em destaque ao conduzir as tímidas iniciativas da turma de Alvalade pelo lado esquerdo, aproveitando a inexistência de um opositor que o enchesse de preocupações. Não foi feliz graças à entreajuda do meio-campo Benfiquista e em particular ao acerto de Maxi a defender, mas as suas intenções foram do melhor de que o Sporting dispôs na primeira metade. A entrada de Ruben Amorim ao intervalo teve o condão de o sufocar e prender à defesa e o Sporting disso se ressentiu, agora coxo de ambos os lados. Até final apenas se destacou por não conseguir captar alguns passes longos ainda na defesa e por um cruzamento perigoso já perto do final.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Começou com um amarelo precipitado logo aos 8', por rasteira fora de tempo a Matias. Depois recompôs-se, retirou o chileno do jogo e ainda sobrou para Maniche e os recuos ocasionais de Liedson e Yannick. Muito bem a frustrar as iniciativas do Sporting pelo centro, sufocando-os durante o primeiro tempo e obrigando-os a derivar para as alas.
|
|
Fez das tripas coração, lutou e esgotou-se na intermediária tentando fazer frente a Carlos Martins e a Aimar e ainda sair a jogar com fluidez, mas perdeu os duelos e mostrou que ainda está demasiado macio para desafios desta envergadura. E ainda colaborou no primeiro golo ao interceptar um primeiro remate de Luisão para os pés de Cardoso.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Técnica individual muito evoluída ao serviço do colectivo. No primeiro tempo destacou-se por pressionar fortemente as saídas do Sporting para o ataque desempenhando papel fulcral no cerco, mas nunca deixando de elaborar passes e variações de flanco que permitiram manter a fluidez da progressão Benfiquista. A saída de Aimar ao intervalo obrigou-o a assumir mais o jogo e Carlos Martins não se furtou à responsabilidade, agarrando a batuta e coordenando o onze em seu redor. Ao contrário do habitual acabou por não se envolver em nenhum dos lances mais perigosos das águias, mas a qualidade e a consistência da sua exibição foram mesmo assim fundamentais na vitória.
|
|
Esperava-se que fosse ele a comandar as saídas para o ataque do Sporting, mas não resistiu à pressão alta benfiquista e foi também ele abafado pela densidade de pernas a meio-campo. Recuou para médio defensivo com a saída de André Santos e curiosamente foi aí que acabou por conseguir sobressair, num remate de primeira que Roberto resolveu.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Durou 45' em campo durante os quais foi sofrendo uma enorme quantidade de faltas e desgastando-se em iniciativas que confundiram a defesa leonina. Fez muito uso da óptima leitura de jogo e alternou passes de génio - como o que isolou Cardozo logo aos 6' - com outros cuja precisão deixou algo a desejar. Ainda não parece ter atingido o pico físico que o torna num jogador de classe internacional.
|
|
Jogo pouco conseguido do número 14. Fez por incomodar mas Javi Garcia nunca lhe concedeu liberdade para concretizar as intenções, resumindo a sua productividade em 58' a alguns livres arrancados, todos eles inconsequentes.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Dupla missão em campo: fazer de Di Maria e amarrar o buliçoso João Pereira à defesa. Sucesso absoluto: o ex-encarnado fartou-se de esbarrar na sua cobertura e Fábio Coentrão esteve brilhante e intenso a explorar o flanco esquerdo, nomeadamente através de dribles acutilantes e vários cruzamentos teledireccionados para Cardozo. Na primeira parte o Benfica praticamente só atacou pelo seu flanco e na segunda manteve o nível, e poderia mesmo ter assinado o 3-0 aos 52' desviando um cruzamento rasteiro dentro da pequena área, mas Rui Patrício bloqueou por instinto. Não desmoralizou e continuou a alimentar o ataque e a pressionar as saídas leoninas com muita eficácia.
|
|
Enquanto Coentrão e Peixoto estavam a afinar agulhas ainda conseguiu ameaçar penetrar na área de Roberto, mas com o passar dos minutos foi autenticamente engolido pela defesa da Luz. Outros 58' sem nada a registar.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Na primeira parte apenas apareceu em jogo por algumas tabelas e por um lance individual aos 29' que Patrício resolveu, cumprindo a sua parte na pressão alta ao meio-campo e defesas leoninas. Na segunda recuou no terreno para fazer de Aimar e assinou aberturas de qualidade - por exemplo na tabelinha aos 49' que Cardozo transformou no 2-0 - auxiliando também nas trocas de bola no meio-campo ofensivo.
|
|
Tem um drible curto e frenético que conseguiu a espaços intranquilizar Luisão e Maxi, mas jamais foi capaz de produzir qualquer tipo de perigo concreto para o Benfica. Passou completamente ao lado do jogo.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Levantou as desconfianças que recaiam sobre si com um bis que garantiu 3 pontos frente ao eterno rival, acompanhado de uma óptima exibição na frente de ataque. Aos 4' minutos aproveitava uma abertura de Aimar para fugir a Nuno André Coelho e fuzilar o poste, e aos 6' chegou atrasado a cruzamento de Martins. Mas depois aos 13' já não perdoou: bola perdida dentro da área leonina e um bujardo indefensável para Patrício. Continuou a ensaiar combinações com Aimar e Saviola sem voltar a ter oportunidade de visar a baliza até ao intervalo, regressando depois então em força com um golaço aos 49' a aproveitar ligeiro adiantamento de Patrício. Continuou a moer a cabeça a Nuno André Coelho e poderia mesmo ter feito o hat-trick em duas ocasiões, só que errou o alvo tanto com o pé esquerdo como de cabeça. Fez finalmente recordar o melhor marcador de 2009/2010.
|
|
Determinado em ser feliz e em assinar o primeiro golo da temporada, pregou bem sozinho durante todo o primeiro tempo sem conseguir mais do que manter Luisão e David Luiz atentos às suas movimentações. Mérito para nunca ter desistido e ter continuado a lutar, quase se vendo recompensado aos 57' quando se livrou de ambos os centrais e, frente a Roberto, desviou demasiado a bola para fora - foi a melhor oportunidade para o Sporting em todo o desafio. Aos 88' tornou a aparecer e ainda conseguiu um cabeceamento em desiquilibrio que o espanhol segurou em grande estilo. Infelizmente pelo meio foi apanhado demasiadas vezes em fora de jogo, mas se houve algum leão que procurou remar contra os acontecimentos foi o levezinho.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Entrou mal, muito mal em campo, confuso acerca do seu próprio posicionamento e com uma perda de bola infantil aos 57' que originou a melhor oportunidade para o Sporting em todo o desafio. A partir daí recompôs-se e combinou na perfeição com Maxi Pereira, possibilitando que o Benfica passasse finalmente a atacar por ambos os flancos ao invés de apenas por Coentrão à esquerda durante o primeiro tempo. Atingiu o ponto mais alto aos 75' quando derivou para o centro, livrou-se de dois adversários e abriu de forma fantástica para as costas de João Pereira e permitiu assim a Coentrão oferecer o 3-0 a Cardozo.
|
|
Boa entrada do internacional Português, que mal pisou o relvado testou a atenção de Roberto com um forte remate fora da área que o espanhol soltou para a frente. Depois disso trouxe o Sporting de regresso ao desafio, estabelecendo uma ligação entre o meio campo e a linha da frente que não existia anteriormente, mostrando-se exemplar a proteger a bola de Javi Garcia e de Airton e a manobrar entre ambos e os centrais. Movimentou-se muito, mas sem resultados concretos.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Sensivelmente um quarto de hora em campo para a ajudar a gerir o resultado. Cumpriu mas ainda foi amarelado por um desentendimento com Postiga.
|
|
Agitou mais do que Yannick, mas também ele foi manietado pela dupla Peixoto / Coentrão. Viu-se assim obrigado a fugir para zonas mais centrais para ter a bola nos pés, de onde ainda conseguiu algumas iniciativas sem sequência.
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|
Poucos minutos em campo sem evidência. |
|
Em 20' minutos fixou David Luiz ao eixo da defesa, agrediu Maxi, e tentou surpreender Roberto com um cabeceamento ainda longe da baliza. |
|
|
| Nº - pts |
|
|
|
|