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Não fosse o remate de longe de Lulinha já a fechar o jogo e teria tido um redondo zero em termos de trabalho. Perfeito nas suas acções.
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Esta noite no Dragão voltou a ser o Moretto à Benfica - assustado, inseguro, com mãos de manteiga. Comprometeu no golo anulado a Hulk, não está isento de culpas no primeiro tento - o remate do 12 portista é forte mas o desvio é na mesma para a frente -, no segundo parece temer o remate de... Hulk e nem tenta defender uma bola quase à figura. Antes, entre e depois desses lances acumulou erros atrás de erros em hesitações e saídas em falso. Não fosse o FC Porto ter entrado em ritmo de gestão no segundo tempo e poderia ter sido ainda pior.
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Começou tímido e muito empenhado em cancelar Paulo Sérgio, tarefa em que teve sucesso completo mas que o fez assinar um primeiro tempo muito discreto ofensivamente. Ao intervalo deve ter sido chamado à atenção pois no reatamento surgiu com outro posicionamento no relvado, parecendo mesmo um extremo de tantas vezes que galgou metros pelo seu flanco e que conseguiu furar a muralha Olhanense.
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Também não foi a sua noite. Varela incomodou, Alvaro Pereira manteve-o sempre em alerta, mas o pior foi quando Hulk surgiu pelo seu flanco e arriscou no um contra um, levando quase sempre a melhor sobre o jovem defensor. No 2-0 por exemplo a maior responsabilidade vai para Mauricio, mas a abordagem à queima de João também não terá sido a melhor. Finalmente a atacar esteve certinho mas pouco audaz, deixando Jorge Gonçalves muito só perante Álvaro.
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Parece talhado para o papel de patrão da defesa com o seu estilo tranquilo e cirurgico. Não se deixou intimidar pelas timidas iniciativas algarvias, matando os lances à primeira oportunidade e sabendo ainda apoiar Otamendi quando o argentino parecia necessitar de uma mãozinha. Segurança total também a iniciar os lances ofensivos dos dragões.
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Teria feito um jogo de enorme qualidade não fossem dois momentos na primeira parte: aos 34' "esqueceu-se" de atacar um cruzamento inofensivo de Fucile e ia marcando um auto-golo de calcanhar; e aos 45' um passe disparatado deixou Hulk com muito espaço para facturar. Como a experiencia que tem é já considerável não se deixou abalar e esteve seguro em todos os outros lances em que teve de intervir.
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Primeira exibição enquanto Dragão com altos e baixos. Se é verdade que confirmou as melhores expectativas a defender e que foi o principal responsável por anular Djalmir, também intranquilizou muitas vezes os companheiros e adeptos por insistir em lances individuais perto da sua prórpria área, e nem sempre com os melhores resultados; falhando ainda alguns passes em tentativas de sair para contra-ataque. Um excesso de confiança que poderá ter sido resultado do golo que assinou aos 23' e que lhe abrilhantou a estreia.
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Joga mais fixo do que Mauricio e impressiona pela forma intuitiva com que se entende com o colega mais velho. Não deu um milimetro de espaço a Falcao, que assim acabou por ter de recuar no terreno para entrar no jogo. Bem na antecipação e seguro pelo ar, tem zero responsabilidade nos golos sofridos e muitos outros deve ter safo...
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Brilhante a atacar e suficiente a defender. No primeiro tempo alinhou praticamente como médio e também ajudou ao sufoco algarvio, pressionando na frente e abrindo o futebol portista para surgir rapidissimo na área a cruzar com conta e medida. No segundo tempo a subida no terreno do Olhanense confinou-o mais ao seu próprio meio-campo, demostrando algumas dificuldades para lidar com Jorge Gonçalves.
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Varela e Hulk foram alternando as tentativas de furarem pela sua lateral, pensando com certeza que a sua genica bastaria para fazer mossa no veterano defesa. Nada mais errado: mesmo sem o apoio de Paulo Sérgio e frente a dois dos melhores extremos da Liga Carlos Fernandes esteve impecável no posicionamento e nos timmings de entrada à bola; e quando isso não chegava soube cometer faltas cirurgicas para impedir a violação da sua área. Só vacilou no segundo tempo frente a Fucile, quando este provocava situações de superioridade numérica.
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Muito bom jogo do jovem médio, cada vez mais parecido com o antecessor Paulo Assunção. É o mesmo monstro de sempre a defender e a proteger os seus centrais, mas agora consegue juntar a essa característica o papel de primeiro construtor de jogo. É vê-lo receber a bola, levantar a cabeça a ler o posicionamento dos colegas, e arriscar de seguida o passe em progressão, mesmo que nem sempre com sucesso. Também já começa a aparecer na área contrária e poderia mesmo ter marcado de cabeça aos 83', sem marcação. Bloqueou a Olhanense no primeiro tempo - e Vinicius em particular - mantendo a mesma toada no segundo tempo. A sua lesão é a grande nota negativa da noite para o FCP...
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Titular mesmo com evidente falta de ritmo competitivo, começou como um interior direito ambicioso mas pouco móvel, amealhando apenas um par de arrancadas possantes. Recuou para trinco após o intervalo e a produção subiu em flecha, segurando sozinho o espaço em frente aos centrais frente a Moutinho, Belluschi, Hulk e quem mais lá quis colocar os pés, sempre com muita personalidade e segurança. Também contribuiu para a produção atacante algarvia com passes simples e inteligentes para os médios e extremos à sua frente. Se debelar os problemas físicos tem lugar cativo no onze algarvio.
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O pêndulo que enche o meio-campo, sempre em ritmos elevadissimos. Num momento lado a lado com Fernando a pressionar e a enfrentar adversários, no outro lado a lado com Belluschi a fazer circulação de bola e a criar espaços na frente - aliás neste aspecto esteve ainda melhor que o argentino, pautando o conjunto e em determinados momentos assumindo-se como a referência nas transições para o ataque. Soltou-se para furar a barreira Olhanense com toques de classe, chamando várias vezes Varela e Alvaro Pereira ao jogo com boas aberturas e combinando com Hulk e Falcao noutros lances. Também tentou o golo através de remates à entrada da área, sem nunca ter conseguido ser feliz. Melhor em campo.
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Mais um a fechar caminhos para a progressão do FC Porto com garra e muita competência, mas que mal se viu em matéria ofensiva. Sacrificado ao intervalo quando a equipa precisava de atacar e o brasileiro já contava com um amarelo.
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No meio de muitas demonstrações da sua técnica individual esteve muito participativo no carrossel de trocas de bola que abafou por completo a Olhanense durante a primeira parte e não se coibiu de experimentar o remate à baliza de Moretto, sem nunca a ter conseguido atingir. Esteve em bom plano, embora desta vez sem o rasgo habitual que quebrasse definitivamente os algarvios.
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Na estratégia idealizada por Daúto tinha a dupla função de segurar Fernando e de ser o organizador de jogo do onze, aproveitando a sua mobilidade e a sua capacidade de ler rapidamente os lances. Se até esteve em bom plano na primeira tarefa, na segunda não demonstrou precisão no passe suficiente para concretizar algumas boas intenções, perdendo muito mais bolas que o habitual e não produzindo nada de relevante. A entrada de Lulinha remeteu-o para terrenos que domina melhor e subiu um pouco de produção, até começar a descontrolar-se emocionalmente e arriscar o vermelho por mais que uma ocasião. O técnico leu bem e retirou-o antes que consumasse o desastre.
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Decisivo. Se Moutinho e Belluschi empurraram em permanência os rubro-negros para a sua zona defensiva, Hulk foi depois o único que no primeiro tempo conseguiu perfurar a barreira por estes montada em frente à baliza. Lançou vários petardos, marcou um golo anulado ainda no arranque do desafio, teve papel preponderante no tento de Otamendi, assinou ele mesmo o 2º, partiu por diversas vezes João Gonçalves e manteve os adversários em sobressalto nos restantes lances - se o brasileiro não conseguia furar pelo menos assegurava-se que criava espaços para os companheiros aproveitarem. É verdade que por vezes abusou dos lances individuais, mas é legítimo perguntar se sem Hulk o FC Porto teria conseguido passar pelas organizadas linhas defensivas algarvias. No segundo tempo só se viu por faltas e lances desperdiçados até sair precocemente.
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Não é um jogador de arte mas sim de transpiração. Jogou numa rotação superior a muitos dos seus colegas, procurando a bola para ajudar a levar o conjunto para a frente sem nunca descurar o apoio a João Gonçalves - funcionando mesmo como tampão às subidas de Alvaro Pereira. Mostrou-se lúcido e empreendedor a distribuir, mas de cada vez que foi obrigado a encarar um oponente no um contra um foi invariavelmente desarmado, notando-se que começa a evitar estes confrontos. Ainda assim esteve directamente envolvido em praticamente tudo de bom que o Olhanense produziu na frente de ataque.
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Completamente fora do jogo. Jardel e Mauricio não lhe permitiram um espacinho que pudesse transformar em perigo, nem o colombiano conseguiu juntar forças para o ir procurar.
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Em dias normais é a lança mais afiada de Olhão, o atleta mais perigoso e acutilante e um perigo tanto a rematar como a assistir. Esta noite no entanto foi muito bem anulado pelos defensores portistas e nunca chegou verdadeiramente a ameaçar, deixando ainda Carlos Fernandes demasiado exposto a Hulk e companhia.
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Não foi um bom jogo para o internacional Português. Limitou-se a muitos pormenores técnicos sempre inconsequentes e a várias bolas perdidas por medir mal o 1 contra 1. O primeiro tempo foi muito mau, mas no segundo já foi aparecendo mais em jogo com o passar dos minutos, especialmente quando passou para segundo avançado.
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Trabalhou com o espaço que teve à sua disposição, ou seja muito, muito pouco. Alternou momentos de lucidez e inteligência a escapar-se à marcação e a servir companheiros com outros de muita precipitação no remate, daí resultando que apesar de ter obrigado ambos os centrais portistas a mantê-lo bem agrilhoado nunca conseguiu sequer rematar à baliza azul e branca.
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Atrevido como sempre. Entrou para somar mais uns minutos e não se acanhou, distribuindo jogo para a linha da frente e arriscando o remate sempre que possível.
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Jogou no segundo tempo e com ele trouxe a Olhanense para o desafio, transfigurando a intermediária algarvia para melhor com o seu talento. Ainda tem peso a mais, mas a sua dinâmica já chegou para servir como ponto de ligação entre sectores, combinando bem com Paulo Sérgio e Jorge Gonçalves para orquestrar tentativas de penetrar no último reduto portista. E entre as diversas demonstrações de técnica evoluída, aos 92' assinou mesmo o único remate Olhanense enquadrado com a baliza, rasteiro e traiçoeiro para Hélton resolver com segurança.
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Veio com vontade de causar estragos, mas faltaram-lhe as oportunidades. Não fosse um pontapé de bicicleta que não chegou a conseguir e teria passado em claro.
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Com Vinicius à beira do colapso, o compatriota foi eleito para o substituir nos 15 minutos finais e dar sequência ao seu trabalho. Cumpriu sem brilho.
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Entrou para segurar a reacção final da Olhanense e sempre que chamado a intervir esteve em bom plano. |
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Entrou para o lugar de Djalmir e não fez esquecer o colega. Igualmente sem espaço, mas bem menos eficaz a combinar com colegas. |
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