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Um jogo de extremos de um guarda-redes que não atravessa um dos seus melhores momentos pessoais, mas que gritou 'presente!' quando a equipa mais dele necessitou. Aos 14' saiu em falso a um cruzamento da direita e na sequência ia transformando um amortecimento de cabeça de Hulk num auto-golo, valendo-lhe o corte de Ricardo perto da linha. Seguiu-se o lance do golo aos 29', onde não foi nem expedito a sair-se nem conseguiu deter o (dificil mas defensável) remate de Hulk. Pareceu ficar perturbado e aos 32' fintou desnecessáriamente Falcao na área para de seguida estragar tudo com um passe lateral sem nexo para onde não estava nada nem ninguém, mas ainda conseguiu começar a recuperar a imagem aos 38' quando salvou o 2-0 com estirada colossal a remate colocadíssimo do isolado Moutinho. Abriu o segundo tempo com novo passe disparatado com os pés e 30 segundos depois estava a voar para os pés do mesmo Moutinho, não dando hipóteses ao 8 portista. Voltaria a ser chamado à acção aos 66' para negar o golo a Alvaro Pereira já dentro da grande área, e daí para a frente bastou-lhe estar muito seguro a encaixar todas as iniciativas menos relevantes dos Dragões. Exibição em crescendo.
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Não foi pelo seu capitão que o FC Porto desperdiçou dois pontos. Encaixou o que havia para encaixar, saiu da baliza com conta e critério e não teve qualquer culpa no golo sofrido, salvando outro com belíssimo golpe de rins aos 94'. Excedeu-se apenas nos protestos aos 83' quando o desafio já estava praticamente decidido, resultado da impotência para fazer frente ao cenário adverso.
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Varela não atravessa bom momento e Alex não enjeitou a possibilidade de o secar sem precisar de recorrer a grandes esforços, só que ciente da inteligência e intensidade de Moutinho e da propensão ofensiva de Alvaro o 79 vimaranense concentrou-se em fechar o flanco em detrimento das suas habituais subidas para cruzar. Nos momentos de maior assédio dos dragões foi mesmo um terceiro central, sendo frequente vê-lo no interior da própria área a proteger as próprias costas marcando de bem perto os oponentes, dando boa resposta pelo ar e pelo chão. Acabou exausto mas com o sentimento de dever bem cumprido: por ali só Alvaro conseguiu penetrar ocasionalmente e sempre em superioridade numérica.
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Exibição paupérrima e resumível em poucas palavras. No primeiro tempo mal atacou, no segundo aproveitou a vantagem para se soltar mais sem daí conseguir retirar grandes dividendos. Depois começaram os disparates em série: penalty cometido aos 55' que o árbitro transformou em falta ofensiva, abordagem terrível aos 63' que Faouzi aproveitou, nova patetice displicente poucos minutos depois que Rolando salvou e por fim um vermelho escusado e justo por falta por trás sobre o marroquino do Vitória. Com Sapunaru discreto como sempre o foi e Miguel Lopes dispensado para Espanha, será sobre o Uruguaio que recai a responsabilidade de resolver o problema que existe actualmente na lateral direita. Mas não no próximo jogo...
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Jogo enorme e a roçar de bem perto a perfeição do reforço vimaranense, natural de Guimarães mas só esta temporada com oportunidade de alinhar pelo seu clube de coração. Começou a destacar-se aos 14' salvando perto da linha o que poderia ter sido um auto-golo de Nilson ou um encosto de Belluschi, e daí terá encontrado a moral suficiente para passar o resto do tempo a roubar espaços a Falcao, a dobrar João Paulo e Alex e ainda a controlar com mestria as incursões ocasionais de Moutinho e Belluschi. Sem qualquer responsabilidade no golo azul-e-branco, respondeu com um passe milimétrico de lés a lés para Faouzi empatar a contenda - dando aí origem a um esforço final desesperado do FC Porto que lhe trouxe imenso trabalho, e ao qual soube dar sempre resposta mais do que à altura. Exuberante pelos ares e brutal e decidido rente à relva, esteve ainda inteligentíssimo na abordagem de todos os lances, até mesmo quando foi amarelado aos 93' para travar contra-ataque do FC Porto com a equipa em contrapé. A vê-lo exibir-se assim mete pena saber que andou algumas épocas a ser queimado como lateral em Aveiro...
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A defesa meteu água por todos os poros e a Rolando restou apenas a ingrata tarefa de manter a sua cabeça bem acima do nível geral, procurando dar o exemplo de patrão. Já há muito que perdeu a timidez que exibia com Bruno Alves a seu lado e ontem mais uma vez mostrou-se muito autoritário perante Edgar e os restantes adversários, cortando o possível e o impossível pelo ar e mostrando-se certinho pelo chão. Cumpridas as suas obrigações ainda se disponibilizou para ajudar Maicon e Fucile e procurou injectar alguma atitude com subidas em drible pelo centro mas aí não esteve particularmente inspirado, desperdiçando a posse de bola em desarmes sofridos e passes pouco precisos. Nas bolas paradas ainda provocou calafrios com algumas movimentações, mas foi bem anulado pelos vitorianos antes sequer de ter oportunidade de concretizar.
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A sua inclusão no onze, pesado e sem ritmo após lesão mais ou menos prolongada e tendo em conta as exibições satisfatórias de Freire, foi um risco assumido por Manuel Machado que entendeu que a sua experiência seria essencial para defrontar a ex-equipa. Não se terá arrependido o treinador visto que a resposta dada em campo foi positiva, sendo chamado à acção por diversas vezes para fazer valer o bom sentido posicional e o jogo de cabeça para varrer o perigo, alguns dos lances verdadeiramente in extremis. Por outro lado noutras situações as suas pernas não lhe permitiram dar a resposta que desejaria - nomeadamente no golo de Hulk onde foi facilmente contornado pelo 12, e quando Moutinho se lhe escapou por duas vezes. Ainda assim o saldo global é bastante positivo.
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Fraco, numa altura em que Otamendi começa a reclamar protagonismo e a candidatar-se ao onze. Em traços gerais permitiu demasiado a Edgar Silva, raramente se conseguindo antecipar a um jogador famoso pela sua lentidão e perdendo assim inúmeros duelos aéreos, um aspecto em que costuma ser forte. Talvez por isso fraquejou no autocontrolo, baralhou-se e hesitou na abordagem de outros lances, falhando alguns tempos de salto (pelo menos uma vez quando se encontrava só) e por exemplo evitando intervir no cruzamento rasteiro em que Bruno Teles serviu Toscano com a bola a passar a meros centimetros do seu pé. A sair a jogar alternou alguns passes seguros com outros momentos em que a bola parecia estar em brasa, tal a pressa em aliviá-la sem necessidade. Já se tem feito exibições de encher o olho, mas esta noite não deu garantias a ninguém.
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Em contraste com o que é habitual esteve melhor a defender do que atacar, embora o ponto alto da sua exibição tenha sido o cruzamento rasteiro ideal para Toscano desperdiçar. Em principio teria de lidar com o mais perigoso dos atletas portistas, mas o Brasileiro soube controlar Hulk jogando sempre na antecipação e não permitindo assim que o compatriota conseguisse ter bola nos pés para arrancar. Na primeira parte esteve mesmo especialmente bem nesse aspecto e o 12 mal se viu em campo... quer dizer, até aos 29', quando lhe foi permitido que dominasse a bola em condições e inaugurasse o marcador, ignorando por completo o impacto da entrada de carrinho à margem das leis de Bruno Teles. Assumiu as responsabilidades de esticar a equipa para procurar pelo menos o empate e daí para a frente subiu frequentemente, embora nunca mais tenha conseguido realmente furar pela defensiva adversária e demonstrado muita imprecisão comprometedora em vários passes rasteiros. Valeu que não voltou a comprometer defensivamente, pelo que a exibição acaba por ser positiva.
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A habitual disponibilidade para subir no terreno e dar asas ao flanco esquerdo do ataque portista. A defender não foi obrigado a trabalhos complicados e mostrou a Fucile como se deve cumprir sem falhas, bastando-lhe fazer o acompanhamento atento de Pereirinha para segurar o seu corredor. Apimentou a prestação com as subidas que o elevam a um dos melhores laterais na Europa, sem contudo dispor de espaço para cruzar com a frequência que desejaria ou entrar junto à linha. Aos 66' e já com o desafio empatado conseguiu enfim entrar na área adversária em grande velocidade e rematar com perigo... mas foi frustrado pela óptima parada de um Nilson em crescimento exibicional.
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Um monstro na intermediária, um facilitador do trabalho dos centrais e um ponto de referência no começo das jogadas ofensivas vimaranenses. Não deixou grandes apontamentos no bloco de notas, mas a sua acção fez com que Belluschi aparecesse apenas a espaços, que Moutinho descaísse mais para os flancos, que Hulk nunca tivesse espaço para explorar diagonais e, finalmente, que Bruno Teles pudesse arriscar algumas incursões com a certeza que as respectivas costas estariam muito bem seguras. Acrescente-se a isso ainda uma imensidão de passes curtos, simples e muito certeiros e tem-se uma noite de grande nível em prol do seu emblema. Roubou o lugar ao emblemático Flávio Meireles e por este andar não o há-de largar tão cedo!
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Um dos melhores do lado do FC Porto, o polvo. Trabalhou bem nas funções de trinco e terceiro central e trouxe para a vista de todos o trabalho normalmente qualificado como invisível à custa de muita eficácia - Toscano e João Ribeiro que o digam, exasperados perante os lances perdidos a fio para o brasileiro - e sempre com abordagens limpas e cirurgicas, permitindo ao conjunto balancear-se no imediato para o contra-ataque. Não se escondeu das tarefas de circulação de bola ou de primeiro organizador da equipa, em ambos os casos entregando com segurança e muita velocidade para colegas mais na frente. Só as aproximações da área é que não lhe trouxeram oportunidades de se destacar, mas aí o mérito vai todo para a cobertura a meio-campo dos vimaranenses.
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Titular... mas pouco. Estava a correr muito sem conseguir deter Belluschi ou ajudar na construção de jogo e Machado entendeu tirá-lo prematuramente aos 26', sem aparentemente padecer de problemas físicos. A equipa não respondeu no imediato e aproveitando o espaço criado pela sua ausência a bola chegou até Hulk em condições, e a partir daí foi o que se sabe...
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Continua dinâmico e incansável como sempre e é com total justiça uma das principais faces do FC Porto 2010/2011 - e talvez da Selecção nacional versão Paulo Bento. O entendimento com Belluschi e Fernando roça a perfeição e permite a cada um destes explorar o melhor das suas características, deixando a João Moutinho o papel de os complementar a ambos enquanto ainda acumula toda a gestão de jogo, conferindo alguma geometria ao fogo de artíficio do argentino. Frente ao Guimarães realizou novamente tudo o descrito anteriormente, assegurando-se que o ritmo na intermediária se mantinha elevado ao máximo e procurando por todos os meios chamar ao jogo os desinspirados colegas da dianteira. Normalmente descaído mais para a esquerda, foi quando rompeu pelo flanco direito assistido pelo seu número 7 que beneficiou de duas óptimas oportunidades para dilatar a vantagem, mas mais do que desperdiçá-las em ambas esbarrou na oposição brilhante de Nilson. Acabou substituido por Ruben Micael para o assalto final numa substituição que salvo eventuais problemas físicos - é verdade que foi bastante castigado por Cléber e Ricardo - pareceu uma alteração pouco lúcida de Villas Boas.
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Mais um bom jogo com a braçadeira de capitão. Encostado a Belluschi após a saída de Edson, travou um duelo muito interessante com o argentino até ambos sairem aos 68'. Para além disso preocupou-se em ocupar os poucos espaços deixados vagos por Cléber Monteiro arrancando assim várias intercepções inteligentes, destacando-se ainda na circulação de bola com passes rápidos e muito bem medidos para os colegas da dianteira. Para atacar só se soltou ocasionalmente, surgindo à entrada da área para alguns remates de longa distância sem inspiração ou perigo. Aos 68' foi então sacrificado para a entrada de Flávios Meireles, numa tentativa de refrescar as forças na intermediária para segurar o assalto do FC Porto.
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Fez o que quis com Sitta durante cerca de meia hora, mas frente a João Alves a história foi bastante diferente, obrigando-o a manter-se bem afastado da área e a não poder explorar o seu remate espontâneo e letal. Com os caminhos em frente todos bem tapados procurou pelo menos desbloquear os colegas participando na circulação de bola e, principalmente, aparecendo a espaços a rasgar a defensiva vimaranense com belíssimas aberturas. Genial o movimento que isolou Moutinho aos 42', e óptima leitura de jogo logo após o reatamento em nova assistência para o pequeno 8; muito antes disso também fora Belluschi a descobrir Hulk para este iniciar o lance individual que culminou no tento portista. No entretanto manteve o duelo na intermediária com João Alves bem aceso, perdendo e ganhando lances até ser sacrificado quando começava a perder gás e o músculo de Guarin prometia fazer a diferença.
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Deambulou por toda a frente de ataque em busca de confusão defensiva e espaços que raramente lhe permitiram, procurando surpreender através dos seus raids surpresa e diagonais carregadas de veneno. Mostrou-se muito irrequieto e empreendedor sem exageros, alternando iniciativas individuais com bons serviços para os companheiros - por exemplo foi ele quem conduziu a melhor jogada colectiva do Vitória em todo o desafio, a que culminou com o falhanço de Toscano. Realce ainda pelo esforço demonstrado a defender e não apenas após a obtenção do empate, recuando em perfeito acompanhamento do adversário directo de cada ocasião. Ainda assim não esteve particularmente demolidor, até porque comprometeu alguns lances potencialmente ameaçadores com recepções deficientes ou simples desentendimentos com os colegas que lhe tentavam entregar a bola.
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Está convocado para representar Portugal mas já há algumas partidas que não está inspirado, limitando a sua produtividade a toques para trás e para o lado após captar passes mais arrojados. De resto passou 58' a tentar ganhar lances com fintas de corpo e arrancadas a seco sem qualquer sucesso, sendo natural a substituição por C.Rodriguez.
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Provavelmente terá realizado a pior exibição desde que chegou a Portugal. As combinações com Edgar nunca surtiram efeito, Fernando colocou-lhe um colete de forças de que nunca se conseguiu libertar para rematar ou assistir, e assim as suas intervenções reduziram-se a algumas pequenas demonstrações da sua habilidade com a bola nos pés, e todos no primeiro tempo. Mentira: para além disso aos 22' transformou uma assistência perfeita de Bruno Telles num dos maiores falhanços desta Liga Zon Sagres, desviando o encosto de baliza aberta com tempo e espaço de sobra para as redes laterais. Na segunda parte esteve totalmente inoperante e acabou substituido aos 61' pelo herói afonsino da ocasião: Faouzi. Há noites assim...
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Jogo de excessos, principalmente no que toca a individualismos. Nos primeiros 45' usou e abusou de fintas e iniciativas a solo que invariavelmente foram anuladas sem perigo pelos homens do Vitória - exceptuando claro está no lance do golo, onde revelou um excesso de força confrangedor ao atropelar Telles e João Paulo com a maior das naturalidades. Villas Boas ter-lhe-á chamado a atenção ao intervalo e no segundo tempo preocupou-se mais em servir o desamparado Falcao, mas revelou um... incrível excesso de precipitação e imprecisão nas suas tentativas, desperdiçando assim lance após lance para as mãos de Nilson. Ficou em campo até final na esperança de desiquilibrar novamente, mas aparte as ameaças de explodir e um fortíssimo remate para fora aos 89' pouco ou nenhum frisson real conseguiu causar. Resumindo: a exibição foi bastante negativa, mas marcou o golo da ordem e se tivesse dado a vitória até se poderia falar em decisivo.
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Jogo de muito sacrificio do ponta de lança, obrigado a ser referência única e solitária do Vitória de Guimarães durante todo o desafio - quer isso dizer que passou 90 minutos a levar entradas de jogadores reconhecidamente gentis como Maicon e Rolando, e isto quando não estava a correr como um louco atrás dos lançamentos dos colegas para a sua zona. Se é verdade que não marcou e que pouco rematou sequer, mesmo assim o seu trabalho foi mais que satisfatório: conseguiu ajeitar passes e cruzamentos de modo a se converterem em assistencias para os colegas finalizarem e ainda ganhou muitas lances de cabeça a que ninguém conseguiu dar sequência, e isto descontando todo o trabalho a que submeteu os defensores. Aos 55' por exemplo dominou bem a bola no interior da área mas sofreu falta para penalty de Fucile quando tentava abrir jogo; e quase acabou recompensado pelos seus esforços aos 94' quando um remate bombeado de cabeça quase surpreendeu o atento Helton. Um reparo: usou e abusou das faltas ofensivas, sendo amarelado por isso.
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Não parece estar em condição física boa o suficiente para recuar metros no terreno e partir os rins aos centrais como fazia na temporada transacta, o que se torna um problema quando não dispõe dos desiquilibrios que deviam ser assegurados por Hulk e Varela. Sem jogo pelos flancos e com pouca mobilidade foi presa fácil para o ágil e ultra-inspirado Ricardo, mostrando-se apenas num cabeceamento a rasar o poste aos 76'.
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Entrou em campo prematuramente com um 0-0 no placard e ainda mal tinha aquecido ou sido assimilado pelo conjunto quando passou para uma situação de desvantagem. A sua função era ajudar Alex a segurar Moutinho e Alvaro Pereira e aproveitar quaisquer oportunidades que tivesse para subir no terreno e colocar a bola na cabeça de Edgar; e passou mais de uma hora a trabalhar para esses objectivos com muito empenho e resultados mas sem rasgo na dianteira que lhe trouxesse algum destaque. Não deixa no entanto de ter sido dos que mais contribuiu para a supremacia vimaranense na zona intermediária.
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Primeira opção de Villas Boas, numa substituição para procurar subir a qualidade das assistências para Falcao face ao curto rendimento de Varela. A intenção era boa e é verdade que ameaçou mais do que o extremo luso, mas os desiquilibrios nunca chegaram durante os mais de trinta minutos em campo, vendo-se sempre anulado por Alex e, claro está, por Ricardo. O cabeceamento perigosíssimo aos 92' ainda colocou o Vitória em sobressalto, mas foi curto para o que se pretendia.
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Jogador talismã: entrou e dois minutos mais tarde estava a assinar o empate, tendo sucesso onde Toscano falhara infantilmente. Acreditou no passe longo de Ricardo, aproveitou a enorme falha de Fucile e depois bastou-lhe ter a calma necessária para desviar o remate de Helton. Depois ainda esteve desconcertante na condução de jogo, expulsando o mesmo Fucile numa das faltas que conseguiu arrancar e mantendo sempre os azuis-e-brancos em sentido. Depois lesionou-se e abandonou o terreno com as substituições esgotadas, devolvendo a igualdade numérica aos conjuntos.
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Boa entrada em jogo, no seu estilo musculado e directo ao assunto. Conseguiu enfim quebrar Cléber e aparecer em zona de cruzamento por algumas vezes - o que fez com muita qualidade, assistindo mesmo o compatriota Falcao na sua única oportunidade - sendo no entanto obrigado a recuar após a expulsão de Fucile. Em momentos defensivos esteve muito bem a conquistar bolas, pressionando o portador adversário sem o medo que se esperaria de um regressado após lesão.
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A última opção de Manuel Machado num apelo claro à mística e à alma vitoriana para segurar o empate, procurou cumprir as suas funções de suporte a Cléber na contenção da reacção portista ao golo de Faouzi. Preso de movimentos, não entrou bem no jogo e acabou por se mostrar pouco eficaz, sendo ainda incapaz de substituir João Alves na construção de jogadas ofensivas. |
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Entrou com pouco tempo para usar e viu Fucile ser expulso. Ainda emprestou a sua capacidade de passe ao colectivo, mas pouco mais havia para fazer... |
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