Nome:
Pass:
Registo Recuperar
.



Liga ZON Sagres - Jornada 12
Sporting 1 - 1 FC Porto
Valdés38 
 57Falcao
Nº - pts
Exibição segura do guardião de Alvalade. No primeiro tempo, nada teve para fazer, exceptuando a saída aos pés de Falcao logo aos 8’. Com mais trabalho no segundo tempo, respondeu com segurança em dois lances difíceis: primeiro num duelo com Falcao aos 53’; depois num remate de Guarín de meia distância. Foi ainda dos seus pés, que nasceu o…golo sportinguista. O seu pontapé deixou Valdés isolado, e Patrício pode “gabar-se” de ter já uma assistência no currículo. Teve mais trabalho do que bem sendo habitual. Primeiro porque viu uma autêntica “chuva de maçãs” na sua área; depois porque ficou a olhar para o remate de Pedro Mendes, que embateu com estrondo na barra (24’). No golo de Valdés, pouco ou nada tinha a fazer, e no segundo tempo ainda negou o golo a Liedson e a André Santos com duas boas defesas, que transmitiram tranquilidade aos colegas da defesa.
Nº - pts
Nº - pts
Implacável nas acções defensivas, João Pereira não deu espaço e tempo aos seus adversários. Foi graças à sua exibição na zona defensiva, que primeiro Varela e depois Hulk, passaram despercebidos no primeiro tempo. Sempre atento também ao ataque, empurrou algumas vezes a equipa para a frente, mas o seu primeiro centro “apareceu” apenas nos últimos vinte minutos da partida. Teve de lidar com Hélder Postiga, recorrendo, por vezes, a alguma dureza para travar o avançado português. Beneficiou um pouco, do facto dos sportinguistas optarem por atacar, quase sempre, pelo lado esquerdo da defesa, revelando-se lento no apoio ao ataque. Acabou os últimos minutos a jogar mais recuado do que o normal, uma vez que os portistas estavam determinadíssimos em segurar o empate.
Nº - pts
Nº - pts
Jogo muito sereno do capitão sportinguista. Teve cabeça e a frieza necessárias para vigiar Falcao, não tendo no entanto total responsabilidade no golo portista. A sua serenidade ao longo de todo o jogo, até lhe ia valendo um golo, quando no primeiro tempo se antecipou à defesa portista, e esteve perto de abrir o activo aos 19’. Bem mais tranquilo do que o seu parceiro na defesa, Rolando esteve sempre bem no jogo aéreo e na antecipação aos avançados sportinguistas. Partilhou com Maicon a marcação a Liedson, mas ao contrário do brasileiro levou sempre a melhor sobre o avançado luso-brasileiro, tendo apenas ficado um pouco áquem no lance do golo dos “Leões”. Foi bastante útil, no largo período em que os “Dragões” jogaram com dez elementos.
Nº - pts
Nº - pts
Exibição semelhante à do colega “do lado”, Carriço. Certinho nas dobras, e com tranquilidade na hora de se aproximar dos adversários, só “meteu água”, quando deixou que Belluschi isolasse Falcao logo aos 8’. No lance do empate portista, divide as culpas com Carriço, e no resto, foi mais um “Leão” em campo, sempre com muita bravura. Talvez a pior exibição do central brasileiro com a camisola do FC Porto. Logo aos 7’ deixou Liedson rematar à meia volta, cometendo ainda vários erros que não lhe são habituais. Foi precisamente numa desconcentração sua, que o Sporting abriu o activo, aos 38’. Depois no segundo tempo, e numa altura em que o FC Porto estava balanceado para o ataque, na procura do segundo golo, cometeu a infantilidade de dar espaço a Liedson, acabando por perder a bola, e ser “obrigado” a derrubar o “Levezinho”. Esta acção deixaria o FC Porto com menos um jogador, nos últimos vinte minutos.
Nº - pts
Nº - pts
Paulo Sérgio havia dito que não se preocuparia apenas com Hulk. Toda a gente sabe os perigos que o brasileiro representa, e Evaldo deu mostras de o saber bem melhor do que todos nós. Hulk não teve oportunidade para brilhar no primeiro tempo, graças a um super-controlo do lateral luso-brasileiro. No segundo tempo, o “Incrível” ultrapassou Evaldo por uma vez, e nesse lance, o Porto chegou ao empate. Algo que não afecta o excelente desempenho defensivo de Evaldo. Estreia do lateral formado em Alvalade, com a camisola dos portistas no Campeonato. Acusou o peso da responsabilidade do clássico, e foi pelo seu lado que o Sporting mais vezes atacou. No primeiro tempo teve de “levar” com João Pereira e Valdés; e no segundo tempo com Vukcevic. No entanto, não foi pelo seu lado que o FC Porto cedeu. Revelou-se ainda, menos ofensivo do que Álvaro Pereira, algo que Varela ressentiu.
Nº - pts
Nº - pts
Excelente regresso de Pedro Mendes ao onze leonino. Fundamental numa primeira ajuda à defesa, esteve também por várias vezes no ataque, ajudando a que os “Leões” aproveitassem mais alas a seu favor. Foi dele o primeiro grande pontapé da noite, quando aos 24’ acertou em cheio na barra. Era um golão. Saiu aos 83’, numa altura em que Paulo Sérgio lançou Saleiro, tentando um último “forcing” na procura da vitória. A par de Maicon, deve ter realizado a sua pior exibição com a camisola do FC Porto. Vindo de uma lesão, Fernando mostrou-se muito desconcentrado, apesar de ter tido muito espaço, fruto do esquema dos “Leões”. Falhou muitos passes, e deu até demasiado espaço, para que os jogadores leoninos arriscassem a meia distância. No segundo tempo, e com a sua equipa na procura do empate subiu de rendimento, mas logo desapareceu, quando Maicon foi expulso.
Nº - pts
Nº - pts
Com a entrada de Pedro Mendes, André Santos “subiu” no terreno, passando a ser uma espécie de médio “interior”. Sempre rápido sobre a bola, não deixando que os homens do meio-campo portista se apoderassem do esférico, foi ainda impecável no acompanhamento que fez a João Moutinho, fazendo ainda uso da sua meia distância (28’ e 90+3’). Entrou bem no jogo, isolando Falcao aos 8’. Quatro minutos depois, ainda tentou um remate de meia distância, que Patrício segurou, e depois disso desapareceu do jogo, fruto do domínio sportinguista. Reapareceu na segunda parte, quando o FC Porto procurava o empate, acabando depois o jogo numa missão de sacrifício.
Nº - pts
Nº - pts
Mais um regresso ao onze, daquele que foi o elemento menos interventivo do meio-campo sportinguista. A sua experiência ainda foi útil em algumas situações da partida, mas faltou-lhe rasgo, e principalmente, capacidade de recuperação. Ficou no relvado no lance do empate portista, e acabou substituído por Vukcevic aos 68’. Foi uma das principais figuras da partida, por motivos óbvios. O seu regresso a Alvalade, foi pacífico, escapando-se apenas a situação das maçãs. Assobiado no aquecimento, e durante o jogo, Moutinho reagiu, assumindo sempre o jogo ofensivo dos portistas. Foi ele quem lançou Hulk, no lance do empate dos portistas; e já antes, havia sido dos pés dele que nascera o lance que Falcao desperdiçou logo aos 8’. Saiu aos 86’ debaixo de uma enorme assobiadela, respondendo com…aplausos, direccionados ao sector dos “SuperDragões”.
Nº - pts
Nº - pts
Espectacular exibição do chileno no primeiro tempo. Sempre atento à defesa, mostrou a habitual qualidade na recepção e circulação de bola, fazendo ainda uso da agilidade e da sua visão de jogo para inaugurar o marcador aos 38’, desmarcando-se bem, e concluindo com classe o lance do primeiro golo do jogo. No segundo tempo, saiu precocemente, uma vez que uma lesão sofrida nos primeiros minutos da etapa regulamentar, “obrigaram-no” a deixar o relvado aos 65’. Esteve longe das suas noites e dos seus jogos. Raramente conseguiu espaço para progredir, e apenas aos 26’ ensaiou o remate, com um disparo torto e ao lado. Praticamente desapareceu no primeiro tempo, surgindo depois no segundo tempo: primeiro, aos 50’ rematou em arco ao lado; depois bateu um livre em que Falcao esteve perto de fazer o empate; e aos 57’ assistiu o mesmo Falcao para o empate. Acabou o jogo em clara, missão de sacrifício.
Nº - pts
Nº - pts
Sempre em movimento no primeiro tempo, foi dele o primeiro remate da partida, quando aos 4’ e ainda longe da baliza, rematou para as mãos de Helton. Aos 13’ voltou a tentar a meia distância, e aos 42’ andou perto do 2-0. Depois de estar em evidência no primeiro tempo, perdeu influência no segundo tempo, praticamente desaparecendo da partida. Habituado ao apoio de Álvaro Pereira, Varela sentiu-se “só” no lado esquerdo do ataque, uma vez que Emídio Rafael não é tão ofensivo como o uruguaio. Apenas por uma vez conseguiu levar a melhor sobre os seus opositores, e foi já no segundo tempo. Acabou substituído aos 65’, dando lugar a Guarín, numa altura em que AVB procurava dar mais consistência e mais músculo ao meio-campo.
Nº - pts
Nº - pts
Só lhe faltou o golo. Aos poucos, o “Levezinho” vai recuperando a sua forma habitual, e ontem esteve em dois lances-chave da partida. No lance do 1-0, saltou à bola com Rolando, impedindo o central portista de efectuar o corte; depois no segundo tempo, roubou a bola a Maicon, “obrigando” este último a cometer falta e a ser expulso. Ainda testou Helton, com um bom remate aos 56’. Logo aos 8’, teve uma excelente oportunidade para abrir o activo, mas fez o que não costuma fazer: falhar. A partir daí, não houve mais Falcao no primeiro tempo. No segundo tempo, apareceu melhor, estando por três vezes em foco: aos 50’ e aos 53’ não acertou da melhor maneira na baliza, mas aos 57’ não perdoou e empatou o jogo. Acabou sacrificado após a expulsão de Maicon aos 72’, dando o lugar a Otamendi.
Nº - pts
Nº - pts
Entrou aos 65’ para o lugar de Valdés. Mas não fez, sequer um terço, do que o chileno havia feito. Sem muito espaço para jogar, preocupou-se mais em “pegar-se” com Sapunaru do que com o jogo propriamente em si. Levou ainda cartão amarelo, depois de uma falta dura sobre Fernando aos 83’. Entrou aos 65’, numa altura em que AVB procurava dar mais consistência ao meio-campo. Sempre muito esforçado, como é característica sua, o colombiano revelou-se uma mais valia, na fase de maior aperto dos “Leões”. Já nos descontos, tentou surpreender Rui Patrício de meia distância, mas o guardião segurou-lhe o remate e as intenções.
Nº - pts
Nº - pts
Entrou aos 68’, e se calhar até deveria ter entrado no lugar de Yannick. Entrou com vontade, imprimindo outra velocidade à partida, antes de se apressar em busca da perfeição. Deu ainda nas vistas, por executar mal um lançamento, que acabou nas…mãos de João Pereira. Saltou do banco após a expulsão de Maicon, e entrou sem aquecer. Na hora de substituir o brasileiro, Otamendi revelou a mesma segurança de sempre, evitando até que Yannick se isolasse perante Helton aos 84’. Foi decisivo na fase em que os “Leões” fizeram um último “forcing” na procura da vitória.
Nº - pts
Nº - pts
Entrou aos 83’, numa altura em que Paulo Sérgio tentou um último “forcing” em busca da vitória. Sem tempo e espaço, não conseguiu “melhor” do que ajudar os portistas a “queimar” tempo já nos descontos. Entrou aos 86’, numa altura em que já era Vítor Pereira quem comandava o banco dos “Dragões”. Entrou para o lado direito da defesa, permitindo que Sapunaru se encostasse aos centrais, e cumpriu com as suas “obrigações”.
Nº - pts