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Liga ZON Sagres - Jornada 15
Portimonense 3 - 4 Vitória Setúbal
 16Cláudio Pitbull (pen)
Lito29 
Pires31 
 47Ventura (ag)
 52Cláudio Pitbull (pen)
 76Henrique
Ricardo Pessoa (pen)91 
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Nada a dizer nos penalties e até começou bem, a transmitir segurança e a defender uma iniciativa de Ney aos 44'. Depois é que veio o caos: falha rocambolesca no 2-2, quando o Portimonense estava bem no desafio e se arriscava seriamente a somar 3 pontos. É certo que o cruzamento de Ney descreve uma trajectória irregular, com um desvio brusco já perto da pequena área, mas um guarda-redes com o seu traquejo deveria ter tocado para fora em vez de tentar segurar a bola. E depois no 4-2 também não está totalmente isento de culpas, ao hesitar na saída da baliza. E depois 4 golos encaixados são sempre 4 golos... Sofrer 3 golos não é bom cartão de visita para nenhum guarda-redes, e a verdade é que poderia ter feito mais no golo de Lito - o remate é forte e relativamente perto mais vai à figura e passa-lhe por entre as pernas. Compensou com o belíssimo golpe de rins ao toque acrobático de Pires, à beira do intervalo e com segurança nas restantes situações em que foi chamado a intervir.
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Não lhe falta alma nem atitude e mesmo com um Pitbull à perna ainda ajudou à pressão portimonense na etapa inicial. Falhou apenas no 4-2, ao desistir do lance por assumir que a bola era de Ventura quando o cruzamento de Ney não era nada fácil de captar - e Henrique não perdoou. Reconheceu de imediato a falha perante os colegas e não se acanhou, continuando a carrilar jogo pelo flanco direito. Ainda marcou o penalty que sentenciou o resultado final. Frente ao treinador que o tentou empurrar de todas as formas de feitios para fora do Bonfim não se coibiu de assinar exibição cheia de moral e pujança, subindo e descendo pelo seu flanco com grande à vontade. Ainda assim facilitou um pouco no 1-1, ao não auxiliar devidamente Ricardo Silva e depois ao não atacar o cruzamento de Candeias em tempo útil. A falha não fez mossa nenhuma e quando foi deslocado para o eixo da defesa cumpriu sem quaisquer problemas.
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A defesa sofreu 4 golos e André Pinto enquanto o seu patrão poderia mesmo ser responsabilizado pelos números desoladores. Só que o jovem emprestado pelo FC Porto realizou uma partida sem falhas e passou completamente ao lado dos quatro lances - 4 ofertas - que os colegas entregaram aos sadinos. O melhor do sector mais recuado, segurando Henrique com grande eficácia e batendo-se valentemente com Pitbull e Jaílson. O comandante da defensiva do Vitória, rigoroso na abordagem dos lances e na leitura de jogo. O espaço que Pires foi conquistando surgiu apenas através de falhas individuais de colegas, pois pelo físico e posicionamento de Ricardo Silva nada passou. Com 35 anos é o mais concentrado entre os centrais do plantel e isso basta para ser o melhor e único imprescindível.
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Um pesadelo, numa noite de ofertas e de abordagens totalmente infantis aos lances em que foi chamado a intervir. Se a escorregadela que isolou Neca pode ser atribuida a infelicidade, no resto só João Paulo saberá o que lhe passou pela cabeça quando agarrou Valdomiro e quando puxou Jailson, orginando dois cartões amarelos para o seu currículo e dois golos para o Vitória. Ainda para mais no primeiro lance a bola nem ia para a sua zona. Infantil. Esperto na forma como provocou João Paulo no primeiro penalty, agarrando e pressionando o compatriota antes deste por sua vez o agarrar e provocar a falta. Muito menos inteligente na forma como aborda o cruzamento de Candeias no 1-1 e como se desposiciona para perder um lance controlado no 2-1. Foi punido com a substituição logo a seguir.
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Esteve muito melhor como central do que como lateral. À esquerda deixou sempre muito espaço a Ney e Colin para cruzar, expondo-se ainda às solicitações venenosas de Neca para as suas costas; mas no eixo da defesa conseguiu atrapalhar e muito bem a acção de Jaílson. Exibição fraca (ou infeliz) no plano defensivo, em especial no primeiro tempo. Dificuldades para lidar com Lito e é mesmo o vila-condense quem não consegue anular o baixinho no 1-1 e que não acompanha Pires no lance quase imediato, de onde surgiria o 2-1. Em ambos os casos tem a atenuante de ser precedido de asneiras de Valdomiro - o que já não acontece quando entrega a bola para Pires aos 45', ao tentar atrasar de cabeça para Diego. Já na segunda parte surgiu com outra eficácia, beneficiando da vantagem numérica e anímica para ser um dos elementos mais empreendedores na busca pela vitória. Acabou por não intervir em nenhum dos golos, mas empurrou o Portimonense para o seu meio-campo.
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Buliçoso e abnegado, protagonizou uma exibição bastante agradável. Perante uma equipa que povoa bastante a sua zona de acção - e com executantes de alta qualidade - não se atemorizou e fartou-se de dificultar a vida a Pitbull, Neca e companhia, e para mais sem nunca deixar de coordenar as saídas para o ataque com grande inteligência e fluidez. 45 minutos em campo com pouca utilidade prática, já que o jogo não esteve de forma alguma enquadrado nas suas características. O seu estilo mais posicional não se encaixa no ataque do Portimonense, um conjunto que raramente avança directamente pelo centro; e esteve também pouco participativo nas transposições para o ataque.
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Também trabalhou imenso na intermediária e foi um dos grandes responsáveis pela boa primeira parte do Portimonense que culiminou com a vantagem de 2-1. Mas depois da dupla traição de Ventura e João Paulo e nova desvantagem no marcador era necessário sacrificar alguém para permitir reforçar a linha da frente e correr atrás do prejuízo - e Elias, já amarelado, foi mesmo o escolhido. Importantíssimo no desenrolar do jogo. Posicionado inicialmente a meio-campo mostrou-se precipitado e pouco consistente, depois recuou para lateral e entendeu-se às mil maravilhas com o jogo mais vertical. Cruzou para o auto-golo de Ventura, cruzou para forçar (?) João Paulo a cometer penalty sobre Jaílson, cruzou para o cabeceamento de Henrique. E depois terminou o jogo a cometer penalty claro sobre Lito, após uma escorregadela em que perdeu a posição. Ainda assim esteve em três golos sadinos e portanto o saldo só pode ser muito, muito positivo.
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Deve ser um desafio para qualquer treinador perceber onde é que o experiente Brasileiro rende mais. Tem reputação enquanto lateral direito, mas também já alinhou muito tempo na lateral esquerda, meio campo defensivo, ala direita... e ontem a 10. Onde até esteve bem aliás, muito prático e com movimentações que confundiram a defesa sadina - o 1-1 nasce de um lance seu, por exemplo. A expulsão de João Paulo recuou-o para a lateral esqueda, onde curiosamente não pareceu tão à vontade. Um maestro a atravessar uma má fase fisica e anímica. Joga lento, muito lento, e aparece pouco em jogo, só que quando a bola lhe pára nos pés consegue colocá-la com precisão no melhor destino possível. Sem nunca se evidenciar ou introduzir rupturas na linha da frente acabou por ajudar bastante à gestão do meio-campo e de posse de bola.
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Jogo positivo do veterano cabo-verdiano, sempre pronto a secundar as iniciativas de Candeias mesmo que sem grande acutilância. Acreditou até ao fim no cruzamento de Candeias, cabeceou com tudo o que tinha contra Diego, e foi feliz. Mais tarde e já em inferioridade numérica fez o que pode para equilibrar o desafio, enchendo todo o flanco esquerdo com as suas correrias e arrancando um penalty a Ney que permitiu chegar ao 4-3. Em oposição a Hugo Leal mostrou-se bastante móvel e empreendedor, produzindo vários momentos de bom futebol para os espectadores. O seu dinamismo empurrou o Vitória para a frente e confundiu a defesa do Portimonense - nomeadamente, quem é que deveria ser encarregado de marcar Neca - e as suas solicitações para Ney permitiram desbloquear o jogo. Merecia bem um golo - que poderia ter marcado logo aos 24', não fosse ter-se deslumbrado perante Ventura - ou no mínimo uma assistência, que os colegas nunca conseguiram concretizar.
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Está a renascer em Portimão e a comprovar que é mesmo de outra galáxia, este pequeno extremo. Não se cansa, não pára de solicitar os colegas com passes e cruzamentos nem de tentar por todos os meios incomodar os adversários. Quando a equipa está em dificuldades é mesmo Candeias quem assume o controlo e rema - às vezes sozinho - contra as adversidades, rompendo e desestabilizando os conjuntos adversários. Assistiu o tento de Lito com um cruzamento milimétrico e foi instrumental ainda no tento de Pires, ao discutir um lance dividido com Valdomiro que indirectamente isolou o ponta de lança. No Algarve ou noutro emblema qualquer merece mais ajuda, merece mais colegas ao seu nível. Matador da marca dos 11 metros. Bisou de forma irrepreensível e procurou explorar os espaços entre linhas algarvias para provocar mais estragos, sem no entanto ter sucesso. A forma como se consegue posicionar e movimentar é um perigo a tempo inteiro para qualquer defesa, nunca tendo dado tréguas a André Pinto a Ricardo Pessoa, especialmente. Com Neca a seu lado o futebol do Vitória ganha outro perigo.
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Um tanque cheio de força física e determinação. Pode não ser muito alto, fazer fintas como os predestinados ou sequer criar muito jogo para os colegas, mas não hesita na hora de visar a baliza adversária e isso é uma qualidade dos melhores pontas de lança. Assinou o 2-1 com uma finalização sem hipóteses para Diego e quase ia bisando aos 45', valendo ao Vitória a agilidade do camisola 25. Continuou a lutar por outro resultado até ser substituído por Aragoney para unir mais os sectores algarvios. Marcou um golo e pouco mais. Mas era mesmo para isso que foi colocado no onze...
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Primeira aposta de Azenha para tentar contrariar a desvantagem numérica e no marcador. Fez o que pôde, mas o jogo não lhe deu oportunidades de se evidenciar. Opção muito feliz de Manuel Fernandes, já que a remodelação que provocou na disposição em campo do Vitória foi mesmo a chave... da vitória. Mostrou-se muito móvel e decidido e combinou muito bem com os seus colegas, abrindo e explorando ele mesmo espaços em plena área do Portimonense - e, com Henrique apagado, foi durante muito tempo a principal referência na frente de ataque. Fez a cabeça em água a João Paulo a quem ganhou um penalty e uma expulsão, e mais tarde prosseguiu a sessão de tortura a Ruben. Mesmo sem ter marcado foi um verdadeiro trunfo.
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Um dos elementos mais queridos dos adeptos, regressou à competição após lesão prolongada. A falta de ritmo fez-se notar. Outra substituição em cheio. Na vez de Silva trouxe outra elasticidade e dinâmica ao meio-campo sadino, protagonizando papel fundamental na conquista da intermediária e no transporte de bola para as imediações da baliza de Ventura. O seu aparecimento tem sido gerido por Manuel Fernandes, mas já parece ter qualidade nas chuteiras para se fixar no onze titular, até porque o seu estilo alegre e imprevisível contrasta agradavelmente com o estilo mais cerebral e ponderado das restantes opções.
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Não se percebeu bem qual era a ideia da substituição, mas não resultou. Fartou-se de fazer faltas. Entrou para receber aplausos, de regresso após lesão prolongadíssima.
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