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Liga ZON Sagres - Jornada 16
FC Porto 3 - 1 Naval
Falcao44 
Hulk45 
Hulk54 
 89Gomis (pen)
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Sem trabalho no primeiro tempo, esteve em bom plano na segunda parte, ao efectuar duas excelentes defesas a remates de Bolívia e João Pedro. Foi enganado por Gomis no lance do penalti. Sofreu três golos, mas não teve culpa em qualquer um deles. Efectuou várias defesas, impedindo que o resultado atingisse outros números.
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Não conseguiu travar Daniel Cruz e Marinho como pretendia, recorrendo para isso a vária faltas, embora não comprometendo. No ataque, voltou a ter espaços, mas os cruzamentos não lhe saíram como pretendia. Ocupou a direita da defesa, sendo “apenas” surpreendido pela rapidez de Varela no lance do primeiro golo. Esteve bem no cômputo geral, e tornou-se no primeiro jogador de sempre na história da Naval, a marcar no Dragão.
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Discreto, mas eficaz como sempre. De cabeça não deu hipótese aos adversários, embora no segundo tempo, tenha feito um mau corte, que resultou num contra-ataque perigoso da Naval. Tentou por várias vezes lançar ataques, através de pontapés longos. Boa exibição do central natural da Covilhã. Esteve sempre em “cima” do adversário, não dando espaços e anulando diversos ataques portistas. A julgar pela exibição no Dragão, não é por ele que a Naval ocupa a última posição da Liga.
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O “patrão da defesa”. O argentino aproveita cada oportunidade que lhe é dada, mostrando uma enorme entrega e vontade de vencer. Disputou cada lance como se fosse o último da carreira, e a vontade era tanta, que aos 35’ ficou no relvado, depois de uma “maldade” cometida por Fábio Júnior. Um falhanço enorme, que resultou no terceiro golo do FC Porto, acabou por manchar uma exibição que até ali, estava a ser positiva. Depois, desconcentrou-se, mas sem causar danos maiores.
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De regresso à Liga, teve influência no primeiro golo, pela rapidez com que repôs a bola. A defender, concedeu muitos espaços e cometeu o penalti sobre Gomis. Embora não tenha comprometido, deve estar mais concentrado. A atacar, procurou apoiar Varela, mas nem sempre o conseguiu da melhor forma. Não teve tarefa fácil, pois pela frente “apareceu-lhe” quase sempre, Hulk. Ainda assim, apoiou o ataque quando pôde (e bem), não deixando um “buraco” aberto na defesa.
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Melhor a defender, do que a atacar. Aos 39’ “inventou” e ao tentar dar de calcanhar, entregou a bola a Fábio Júnior, que liderou um contra-ataque perigoso. No segundo tempo, voltou a usar o calcanhar, mas desta vez, esteve perto de fazer um belo golo. Voltou a insistir nos remates de longe, mas não foi feliz. Mais uma exibição “manchada” por um erro. Perdeu a bola de forma infantil, e o FC Porto fez na altura, o segundo golo da noite. A exibição até ali, estava a ser conseguida. No segundo tempo, não esteve muito em jogo, mas nunca comprometeu a sua equipa.
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Tentou o golo por várias vezes, mas os remates ora foram para fora, ou saíram fracos e à figura de Salin. Compensou com os passes, fazendo uma boa abertura para Hulk, da qual resultou no segundo golo da noite, num lance bonito. Não foi o Godemèche do “costume”. Muito apagado e desinspirado, não teve a capacidade para construir jogo no meio-campo da Naval, saíndo sem surpresa, ao intervalo.
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Excelente primeira parte do médio portista, que isolou Hulk, Varela e Falcao por várias vezes. Baixou o ritmo no segundo tempo, concentrando-se mais nas tarefas defensivas, ficando assim mais “preso” no meio-campo. À semelhança do compatriota Godemèche, esteve muito apagado, e sem capacidade para construir jogo. Também “acabou” substituido ao intervalo.
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O melhor da noite, mais uma vez. Continua em grande forma, e assinou mais um “bis”, levando já quinze golos em dezasseis jogos no campeonato. Marcou dois golos de pé esquerdo: o primeiro após excelente jogada entre ele, Belluschi e Falcao, rematando sem preparação, mas com colocação; o segundo, após oferta de Orestes, não desperdiçando na cara de Salin. Teve ainda, em Falcao, o parceiro ideal para as suas habituais combinações, das quais resultaram lances bonitos de se ver. Foi dos jogadores mais esforçados do conjunto navalista, efectuando uma exibição razoável. Conduziu vários ataques, e até esteve perto de marcar, mas ter-se-á iludido com as facilidades e com o espaço, atirando a bola para a bancada.
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De regresso ao onze, o colombiano fez o seu oitavo golo na Liga. Este até foi “fácil”, visto que só teve de “encostar”. Tentou o “bis” por várias vezes, mas Salin impôs-se, negando-lhe sempre o segundo golo. Trabalhou muito fora da área, fazendo várias combinações com Hulk, ajudando a “furar” a defesa da Naval. Dos jogadores mais perigosos da Naval. Ultrapassou Otamendi sem dificuldade por duas vezes (uma na primeira parte, outra na segunda), e o jogo ofensivo dos figueirenses passou quase sempre pelos seus pés. Saiu lesionado aos 67’.
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Teve a oportunidade de abrir o marcador, mas na cara de Salin, atirou-se para o chão, simulando grande penalidade. Compensou mais tarde, com a “arrancada” para o segundo golo. Tirou ainda alguns cruzamentos, mas precisa de ganhar mais ritmo. Inconformado com o resultado, tentou por várias vezes “alegrar” o ataque figueirense, mas nem sempre foi correspondido. Tentou surpreender Helton de longe, com um bom remate, mas o guardião mostrou estar atento.
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Rendeu Varela aos 65’, mas pouco acrescentou ao jogo. Foi apanhado várias vezes em posição irregular, e conseguiu tirar alguns cruzamentos inofensivos. Entrou ao intervalo, e trouxe mais dinâmica e velocidade ao ataque da Naval. Confirmou as credenciais que lhe são atribuidas, e até esteve perto de marcar, mas Helton negou-lhe o golo com uma boa defesa.
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Entrou aos 74’, e aos 77’ efectuou um bom corte de cabeça na área. Tirando isto, aproveitou “apenas” para somar mais alguns minutos, enquanto não regressa à sua habitual forma. Tal como João Pedro, entrou ao intervalo, mas esteve menos em “foco” do que o companheiro. Pouco ou nada há a dizer.
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Seis minutos em campo, que servem apenas para ganhar “moral”, enquanto não recupera a forma e o ritmo “exigidos”. Vinte e três minutos em campo, mas quase nunca se deu por ele.
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