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Liga ZON Sagres - Jornada 27
Benfica 2 - 1 Beira-Mar
Sidnei54 
Jara71 
 94Yartey
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Dizer que sofreu bastante com a defesa que tinha à sua frente é dizer pouco. Safou erro de Sidnei aos 9', no frente a frente com Wilson Eduardo. Temerário aos 30' a cortar cruzamento rasteiro de Rui Sampaio. Depois safou erro de Roderick aos 55' ao voar para evitar o estouro de Artur e ainda o remate de Elio aos 83'. A tudo respondeu totalmente tranquilo, seguro, eficaz e fiável - e até acabou por ter ainda mais trabalho que o keeper visitante. Grande defesa aos 16' a bomba rasteira de Carlos Martins e aos 33' a ir ao solo segurar cabeçada de Kardec. Sempre à altura dos acontecimentos, só não defendeu o que não tinha defesa. Bem também a jogar com os pés, deu seguimento à óptima época que está a realizar.
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Profissionalismo é isto: passar uma temporada a treinar como reserva, ser chamado e dar resposta, colocando tudo de si em cada lance. Rigoroso a defender, desmarcou-se várias vezes sem ter sido solicitado e sacou alguns cruzamentos perigosos a que nem sempre os colegas deram seguimento. Claro que não escondeu alguma natural falta de ritmo e de dinâmica, mas fez o que podia para ajudar e não comprometer. Saiu lesionado aos 67'. Elmano Santos anulou-lhe um autogolo aos 45’, mas fora esse momento tinha estado a defender-se muito bem das iniciativas de Carole e Fernandez. No segundo tempo manteve a toada, apesar de a entrada de César Peixoto lhe ter trazido outros desafios e dores de cabeça. Acabou em grande a transportar a bola durante vários metros e a assistir Yartey para o golo.
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Muito mais atento e autoritário do que Sidnei. Falhou aos 55' e deixou Artur rematar para nova defesa de Júlio César, mas foi mesmo o seu único reparo durante toda a partida. Evidentemente que ainda tem muito que evoluir, e em particular na forma como se posiciona, mas pode estar ali um central de futuro. Antecipou-se sempre bem a Kardec durante a primeira parte, lutando de igual para igual com o gigante Brasileiro e ajudando também a fechar os caminhos a Fernandez e a Aimar sempre que necessário. No segundo tempo não esteve tão bem, a defesa desuniu-se e os avançados do Benfica agradeceram as abertas. Ainda assim conseguiu obrigar Cardozo a fugir para longe da área a fim de entrar em jogo.
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Com 15 minutos já tinha entregue dois brindes a Wilson Eduardo. Aos 23' não atacou uma bola bombeada para si, deixou-a passar e nova oportunidade concedida, desta vez para Artur. Aos 53' assistiu Wilson Eduardo mais uma vez, mas na sequência recuperou a bola e apareceu na área contrária a empurrar para o 1-0. Aos 81' assinou novo raide individual que lançou o pânico entre os aveirenses, tendo sido desarmado já dentro da outra área. E para finalizar, podia ter sido mais lesto a sair no tento de Yartey, ficando recuado a observar. Em resumo, um autêntico terror em ambas as áreas. Voz de comando na retaguarda, excelente pelos ares e na marcação cerrada a Kardec e Jara, a quem conseguiu anular no primeiro tempo. Muito certinho também nas saídas para o ataque, que alimentou com incontáveis passes bem entregues. Aos 71' teve um bom lance individual, mas na sequência lesionou-se me choque com Kardec e acabou por não conseguir ir atrapalhar Jara, no 2-0. Manteve a cabeça fria até final, de maneira a evitar mais dissabores.
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Começa a perder a timidez própria de um jovem de 19 anos. Não parece ter a capacidade de explosão a que Fábio Coentrão habituou os Benfiquistas, mas resguardou bem o seu flanco através de muita qualidade posicional. No final do jogo apareceu em alguns lances individuais em que empolgou os adeptos na Luz, conquistando um par de cantos. Não se viu a atacar e mesmo assim estava a conceder demasiado espaço para as entradas de Luís Filipe, tendo sido salvo pelo reduzido numero de solicitações ao lateral. Muito melhor perante Jara, a quem não concedeu grandes oportunidades e a quem roubou a bola dezenas de vezes. Discreto e eficaz.
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Menos expedito no passe do que o habitual, também não mostrou grande chama a defender, nem predisposição para sair da sua área de jurisdição. Cumpriu sem brilho, beneficiando da ajuda de Carlos Martins para controlar a intermediária. Muito posicional, foi um autêntico monstro durante a primeira parte a anular as iniciativas pelo miolo, cedo retirando Aimar do desafio. No segundo tempo não conseguiu fazer frente à mobilidade da intermediária benfiquista, mas em compensação até se viu algumas vezes na frente a tentar ajudar. Sempre com mais coração do que cabeça, mas ajudando de qualquer forma.
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O motor, a paixão da equipa. O organizador e o elemento mais rematador, em especial na primeira parte. Cedo se percebeu que não podia ficar amarrado ao flanco direito e passou a estar solto para encher a intermediária, descobrindo e distribuindo para os colegas com grande visão e precisão. Destaque para o remate ao poste aos 36’, entre vários outros que assustaram Rui Rego - tudo o que o Benfica fez no primeiro tempo passou pelo 17. Na segunda parte como não podia deixar de ser também foi ele a encontrar a desmarcação de Kardec no 1-0, mas começou a resguardar-se após o 2-0 e a concentrar-se apenas em fechar caminhos e em dar sequência aos lances. É que para a semana há FC Porto... Estupendo a receber e a descomplexificar o centro do terreno, com passes simples e sempre, sempre precisos - terá falhado algum? Um dos primeiros a pressionar e a defender, e referência também nos desdobramentos para atacar a área encarnada, como por exemplo quando ofereceu o golo a Wilson Eduardo aos 30'. Deu lugar a Sérgio Oliveira aos 63', quando era necessário arriscar mais em busca do empate.
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No papel seria o grande comandante do onze encarnado, mas as primeiras iniciativas sairam-lhe mal e pareceu perder aí a sua confiança, cedendo então o protagonismo para Carlos Martins. Avançou para segundo avançado e raramente conseguiu sobressair, parecendo complicar em demasia os lances - ora por adornar demasiado, ora por evitar arrascar. Em tempo de descontos marcou um livre indirecto que André Marques transformou em auto-golo, mas o auxiliar invalidou-o e na sequência viu o amarelo por protestos. No segundo tempo parecia mais interventivo, saindo pouco depois de colaborar no golo de Sidnei. Discreto. Saiu aos 75' sem muito para contar, tendo passado o jogo a tentar anular as acções de Carlos Martins e sem sucesso. O seu forte pontapé só surgiu uma vez, sem acertar na baliza. Alguns furos acima a apoiar as tarefas defensivas de André Marques.
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Discreto, lento, sem chama. Apareceu aos 33' a cruzar milimetricamente em esforço para Kardec. No resto do tempo pouca definição dos lances, parecendo estar intranquilo e em más condições físicas. Primeiro a sair. Muito esclarecido o 7 dos aveirenses que tanto deambulou na frente de ataque, especialmente sobre as alas para assistir os colegas e dar sequência aos lances de perigo. Quando recebe a bola no pé nunca se sabe se vai partir para a linha a fim de cruzar, ou se arriscará uma diagonal para rematar à baliza. Neste jogo Artur espalhou o perfume do seu futebol, temporizando muito bem as suas iniciativas e conseguindo mesmo assinar dois remates perigosíssimos para as redes de Júlio César e várias aberturas para os companheiros.
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Passou ao lado da primeira parte, começando no eixo do ataque e rapidamente se mudando para o flanco direito onde não esteve melhor, apenas conseguindo algum destaque pelos desentendimentos com Luís Filipe. No segundo tempo esteve sempre posicionado à direita, mas continuava a destacar-se apenas pela lentidão a decidir e pelos lances em catadupa que desperdiçava. Até que aos 72’ conseguiu aproveitar a momentânea ausência de Hugo para finalmente penetrar na área e atirar a contar. Pouco tempo depois começou a revelar problemas físicos e passou apenas a fazer numero. Bola ao poste 28', depois de receber na esquerda, derivar para o centro e rematar cruzado e sem hipóteses para Júlio César. Antes já tinha disposto de duas boas oportunidades para inaugurar o marcador, não fosse as magnificas intervenções de Júlio César a negar-lhe o exito. Fartou-se de ameaçar o último reduto encarnado e ainda atrapalhou as saídas para o ataque dos adversários, pressionando sempre que possível. De longe o mais perigoso de entre os visitantes, mesmo tendo baixado de produção no segundo tempo e saído mesmo aos 83'.
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Completamente desaparecido no primeiro tempo, à excepção do cabeceamento aos 33’ que obrigou Rui Rego a óptima defesa. Abriu a segunda parte com uma oportunidade flagrante e frente ao keeper aveirense atirou em cheio para o poste mais distante, e a partir desse ponto a sua produção subiu em flecha. Muito bem no 1-0 ao desmarcar-se para assistir Sidnei com um cruzamento rasteiro. Começou a surgir mais vezes nas imediações da área para abrir espaços para os colegas, confundindo os marcadores directos. E aos 72’ teve outro momento brilhante, suportando uma carga agressiva de Hugo a meio-campo antes de lançar Maxi e Jara para o 2-0. É verdade que não marcou, mas conseguiu imensas combinações de qualidade com os companheiros e revelou qualidades a proteger a bola que não se lhe conheciam. Poucas vezes chamado ao desafio, e sempre muito longe da área. A intenção seria realizar as suas habituais entradas de rompante a surpreender a linha defensiva adversária, mas apenas conseguiu os espaços de que necessita arrancando com a bola desde o meio-campo. Esta tarde não se viu o perigoso Tatu, que tantas defesas tem assustado.
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Melhor e mais objectivo do que Fernandez. Mais confiante que habitualmente, assinou alguns belos pormenores e ainda trouxe a vantagem de ter solto mais Carole para atacar. Parece estar a conquistar os adeptos. Nada de relevante na meia-hora em que esteve no relvado.
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Segunda opção para entrar a fim de poupar Aimar, mas aparte os pormenores com o pé esquerdo pouco de relevante produziu. Um fora de jogo, e um golo brilhante aos 93'. Bola no pé esquerdo, drible da esquerda para o centro e estouro indefensável ao ângulo. Para a Luz ver.
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Entrou e deu de imediato outra profundidade ao corredor direito, mas viu um amarelo por se exceder nas faltas. Última cartada para contrariar o jogo do Benfica. Aos 87' apareceu na área, mas o seu remate (já desviado por Airton) embateu nas pernas de Julio César. Ainda arrancou um amarelo a Maxi.
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