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Foi, sem dúvida, o melhor do Benfica na noite de ontem. Aos 40’ negou o golo a Falcao, aos 50’ parou com alguma dificuldade uma “bomba” de Hulk e aos 60’ voltou a ganhar o duelo com o “Incrível”. Depois, apareceram os golos do Porto, com o guardião a estar isento de culpas. Roberto que se cuide.
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Rendeu Helton sem surpresa, e logo nos primeiros minutos emendou um mau atraso de Otamendi. Socou uma bola difícil aos 31’ e até se deu ao “luxo” de se antecipar a Saviola com um corte de cabeça. Aos 77’ fez boa defesa a remate de Jara, acabando por sofrer golo de grande penalidade. Sem hipótese de defesa.
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Começou bem, preocupando-se em defender, e em criar desequilíbrios no ataque, mas tudo isso foi insuficiente. Baixou de intensidade na segunda parte, porque Cristián Rodríguez “decidiu” aumentar o ritmo e de que maneira.
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César Peixoto não lhe deu grande trabalho, mas o romeno preferiu ficar cauteloso, não se aventurando muito no ataque. Foi amarelado no lance que originou a grande penalidade, mas a verdade é que não cometeu grande penalidade. Pediu para sair aos 87’, e acabou por ver o segundo cartão amarelo depois do jogo terminado.
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Depois de uma primeira parte em que dominou Falcao, caiu de produção na segunda parte. Não teve erros comprometedores, mas depois do segundo golo do Porto, ficou algo intranquilo, tentando até, sair a jogar através de fintas, algo que não costuma fazer.
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“Secou” praticamente Cardozo, efectuando uma exibição tranquila, sem deslizes. Aos 57’ “cedeu” um canto que terá causado calafrios aos seus adeptos, mas sempre eficaz na hora de traver os “encarnados”. Levou um cartão amarelo para queimar tempo, numa altura em que era “necessário” fazê-lo.
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Facilitou aos 40’, e Falcao ia inaugurando o marcador, valendo Júlio César aos “encarnados”. “Marcou presença” num outro corte providencial, mas também andou “às aranhas” na parte final do jogo.
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Começou com um atraso comprometedor para Beto, e apenas lhe tenho isto a apontar. De resto, esteve sempre no caminho da bola, numa exibição cheia de garra e eficácia na hora de defender. Ainda teve “pulmão” para se “aventurar” no ataque, e numa delas até acabou com o pé de Luisão “cravado” no rosto.
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Como é seu apanágio contra o Porto, jogou com raça e determinação, controlando bem as acções ofensivas dos “Dragões”. Quase não se viu a atacar, mas a verdade é que tinha Hulk do seu lado, e qualquer distracção poderia ser fatal…
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Cedo viu cartão amarelo, mas não se deixou afectar por isso, realizando uma exibição tranquila, mantendo o seu “sobe e desce” que já é mais do que habitual pelo corredor esquerdo. Assistiu Hulk para o segundo golo, efectuando ainda uma série de cruzamentos para a área benfiquista.
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O seu melhor momento no jogo, foi um cabeceamento aos 18’ que passou pertinho do poste esquerdo da baliza de Beto. Manteve a agressividade do costume, mas errou alguns passes em zonas “proibidas”, acabando ainda por “trair” Júlio César no lance do 0-3.
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Depois de uma primeira parte tranquila, sem grande coisa para fazer, foi ele quem iniciou a jogada do primeiro golo…com um corte. No segundo tempo, esteve impecável, auxiliando os centrais e os laterais sempre que necessário, mostrando-se um autântico “pronto-socorro”.
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Foi dos primeiros a tentar galvanizar a equipa para o ataque, não demorando muito a perceber que o jogo estava perigoso para o Benfica. Correu, lutou, meteu sempre o pé, mas a sua equipa não estava com as mesmas intenções, e as suas tentativas acabavam por morrer sempre nas “mãos” do adversário.
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Apoiou Moutinho quando o seu colega tentava criar desequilibrios no meio-campo encarnado, preocupando-se sempre em criar linhas de passe para os seus colegas mais adiantados. Acabou substituído aos 62’, numa altura em que era “hora” de Villas-Boas arriscar.
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Continua a dar sempre um toque a mais quando tem o esférico na sua posse. Outras vezes, a bola parece que “queima”. Foi desarmado por Fernando no lance do primeiro golo portista, ficando a ver a estrutura encarnada “ruir” de vez. No minuto seguinte, podia ter feito golo, mas não “acreditou” na oportunidade que dispôs.
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O melhor da noite. Foi absolutamente soberba a exibição de Moutinho, ele que terá realizado a melhor exibição com a camisola do Porto. Esteve em todo o lado, e foi dele o primeiro golo do jogo. O golo que abriu caminho para a final, com um remate forte e colocado de fora de área. De resto, Moutinho fez tudo bem: passes, intercepções, cruzamentos, remates…foi ele quem tomou “conta” do jogo.
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Muito voluntarioso a defender, ajudou Coentrão, fechando o flanco, e travando Hulk sempre que pôde. A atacar, é que os seus movimentos não surtiram efeito, sendo facilmente “engolido” por Sapunaru.
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Destacou-se pela garra que colocou em campo, e mesmo depois de levar amarelo e ser constantemente “espicaçado” pelos adeptos do Benfica, continuou a lutar sempre até ao limite. No segundo tempo, aumentou de ritmo e foi dele a assistência para o golo de Moutinho. Minutos depois poderia ter sido expulso por falta sobre o compatriota Maxi Pereira.
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Talvez a exibição mais pobre que realizou com a camisola do Benfica. Teve um ou dois pormenores interessantes ao longo de todo o jogo, o que é muito pouco para um jogador do seu calibre. Não deu trabalho a Rolando e Otamendi, e algumas das suas iniciativas (falhadas), resultaram em contra-ataques a favor do Porto.
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Não foi das melhores exibições do “Incrível” com a camisola do Porto, talvez porque não teve muitos espaços para criar os seus habituais desequilíbrios. Aos 40’ conseguiu assistir Falcao, num lance que o colombiano não conseguiu transformar em golo; e aos 50’ e 60’ colocou Júlio César “à prova” através de duas “bombas”. Acabou por marcar o segundo golo, embora estivesse em posição irregular, e na transformação de três livres directos, enviou-os todos para…a bancada.
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Esteve mais “em jogo” do que o seu colega de ataque, e antes de conclui com êxito a grande penalidade favorável ao Benfica, criou e finalizou sem êxito, a melhor oportunidade de golo favorável aos “encarnados”. Nem sempre criou perigo nas suas iniciativas, mas pelo menos “incomodou”.
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Falhou uma oportunidade de forma escandalosa aos 40’, primeiro rematando contra Júlio César; depois atirando por cima. Acabou por apontar o 0-3 aos 74’, contando com uma preciosa “ajuda” de Javi García, mas o que também conta é que foi o mesmo Falcao do costume: solidário na hora de defender; e sempre “mexido”, desgastando os defesas adversários.
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Entrou com vontade de pegar no jogo, dando a sensação que deveria ter iniciado a sua presença no clássico mais cedo.
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Foi o primeiro a “saltar” do banco, entrando aos 62’, posicionando-se primeiro mais sobre o meio. Esteve em campo no melhor período do FC Porto, aquele em que os portistas apontaram três golos em dez minutos.
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Entrou para ajudar o ataque, mas o máximo que conseguiu foi dar três ou quatro toques na bola.
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Substituiu Rodríguez, numa tentativa de Villas Boas de “refrescar” as alas. Sem criar lances de grande perigo, mostrou algum sacríficio na hora de ajudar os laterais.
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Nem se deu pela sua presença em campo. |
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Entrou aos 87’ para o lugar de Sapunaru, que havia pedido para sair. Depois da exibição serena (fazendo jus ao nome que ostenta) que teve contra o Sporting, Villas Boas apostou nele, mas o máximo que Sereno conseguiu foi estar concentrado, pois não teve grande trabalho pela frente. |
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