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Taça de Portugal - 1/4Final
FC Porto 2 - 0 Pinhalnovense
Hulk78 
Hulk92 
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Voltou à baliza depois dos erros na Taça da Liga, e revelou-se intranquilo no primeiro tempo. Ao tentar jogar em Sapunaru, acabou por…ceder canto! No segundo tempo, fez as pazes com os adeptos, efectuando uma boa defesa a remate de Miguel Soares, numa altura em que o jogo estava empatado. De regresso aos grandes palcos (já representou Belenenses, E. Amadora e V. Setúbal), Pedro Alves “aproveitou” o palco para brilhar, evitando até onde pôde o golo portista. Teve até algumas defesas “impossíveis”, e só uma “bomba” de Hulk conseguiu quebrar a barreira que o guardião se tornou.
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Sem grande “trabalho” na defesa, aventurou-se mais do que o costume no ataque, embora nunca tenha conseguido criar grande perigo para a defensiva do Pinhalnovense. Falado como possível reforço de alguns clubes da I Liga para a próxima temporada, Diogo Figueiras esteve bem a defender, não dando muitos espaços aos avançados portistas. Não se esqueceu de atacar, mas esteve bem mais preocupado em defender.
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Exibição tranquila, como é normal no central portista. Aproveitou o facto de Miran não ter constituído uma verdadeira ameaça, para sair a jogar na zona defensiva, dando ainda uma ajuda à equipa nas bolas paradas. Impecável em todos os aspectos. Assim foi a exibição de Tomaz no eixo da defensiva do Pinhalnovense. Varreu todo o perigo da sua área, efectuando cortes providenciais, essencialmente de cabeça.
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Tal como Rolando, fez uma exibição tranquila, anulando sempre os adversários que lhe surgiram pela frente. Ainda assim, não se livrou de um ou outro susto não comprometedor. Pelo Estoril, já havia conseguido empatar no Dragão. A sua experiência foi essencial, para que o Pinhalnovense “durasse” 78’ minutos. Tal como Tomaz, efectuou alguns cortes providenciais, não errando na marcação a Hulk. “Ofereceu” ainda o corpo à bola no interior da sua área.
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Surgiu mais nas zonas ofensivas do que o costume, participando em alguns lances de perigo, tentando combinações com os extremos e com Hulk. O facto de estar balanceado para o ataque, fez com que o Pinhalnovense escolhe-se o seu lado, nas poucas vezes em que atacou. Sempre certo a defender, não teve muitas oportunidades de apoiar o ataque. Perdeu fôlego nos últimos minutos, segurando-se ainda assim, a defender.
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Voltou a ser titular, e deu logo nas vistas, após uma assistência para Mariano. Pouco tempo depois, apareceu na zona do ponta de lança, mas o ressalto de bola, fez com que enviasse o esférico para a bancada. Fez várias recuperações, estando sempre em jogo. Muito simples a jogar, recuperou muitas bolas no meio-campo, estando sempre bem posicionado. O seu posicionamento baralhou diversas vezes o ataque portista.
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Continua em muito má forma. Um remate de longe, ao qual Pedro Alves respondeu com uma boa defesa, foi o ponto alto de quarenta e cinco minutos muito pobres. O “capitão”, mostrou grande serenidade com a bola nos pés, revelando ainda boa visão de jogo. Solidário com os colegas, nunca virou a cara à luta na hora de defender, fazendo também várias recuperações de bola.
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Foi o jogador mais criativo do meio-campo portista. Na conversão de um livre, quase fez golo, “obrigando” Pedro Alves a largar a bola. Tentou o golo por mais três vezes, e fechou a noite com a assistência para o segundo golo do FC Porto. Rápido sobre a bola, galgou vários metros cada vez que teve o esférico na sua posse, obrigando os laterais portistas a trabalhos redobrados.
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Quase dez meses depois, voltou à titularidade, e naturalmente, ainda não tem o ritmo “exigido”. Tentou acertar na baliza nas quatro ocasiões de que dispôs, mas em nenhuma delas o conseguiu. Tentou sempre dar ânimo ao ataque, mas acabou rendido por Varela, sem surpresa. O açoriano estava encarregue de organizar o jogo ofensivo do Pinhalnovense, tendo tido liberdade para aparecer nas costas do ponta de lança. Proporcionou uma boa defesa a Kieszek, que por pouco não abriu o marcador favorável aos palmelenses.
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Continua a rubricar boas exibições. Menos individualista que Hulk, não teve medo de ter a bola e rematar. Tentou o golo com vários remates de longe, proporcionando duas boas defesas a Pedro Alves. Reclamou ainda uma pretensa grande penalidade cometida por Quinaz. Pouco activo na hora de atacar, foi uma ajuda preciosa na hora de fechar o flanco. Muito competente a defender, surgiu até na zona do “trinco” a recuperar bolas.
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Dois golos muito bons, fizeram de Hulk o melhor da noite. Curiosamente, até aos 78’ não tinha estado em foco, ao falhar muitos passes e ao não conseguir acertar com a baliza. Depois, “pegou” na bola, deixou adversários para atrás e encheu o pé, fazendo assim, mais uma das suas “obras de arte”. No segundo golo, impediu a bola de sair, combinou com Belluschi e fechou a contagem de forma subtil. Não deu grande trabalho aos centrais portistas, mas fez o seu papel: criou espaços, segurou o jogo quando foi preciso, e procurou sempre jogar nos extremos e em Miguel Soares. Revelou bons pormenores, cometendo ainda uma falta dura e desnecessária sobre Fernando aos 63’.
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Rendeu Rúben Micael ao intervalo, mas não conseguiu acrescentar nada de novo à equipa. Tentou um chapéu de longe, e moralizado pelo golão ao Marítimo, ensaiou alguns remates de longe, todos eles sem a pontaria desejada. Rendeu Miguel Soares aos 84’, não tendo tido tempo para acrescentar algo à equipa. A sua entrada em jogo, não terá sido mais do que um “prémio”.
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Logo depois de entrar, teve o golo nos pés, mas não soube ultrapassar Pedro Alves. A sua entrada na partida, também não veio acrescentar muito à equipa do FC Porto. Entrou em cima do período de compensação, e à semelhança de João Peixoto, a sua entrada em jogo não foi mais do que um “prémio de consolação”.
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Quando estava pronto para entrar, o FC Porto abriu o activo. Acabou por render James aos 80’ minutos, sem conseguir nada digno de registo.