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Voltou à baliza depois dos erros na Taça da Liga, e revelou-se intranquilo no primeiro tempo. Ao tentar jogar em Sapunaru, acabou por…ceder canto! No segundo tempo, fez as pazes com os adeptos, efectuando uma boa defesa a remate de Miguel Soares, numa altura em que o jogo estava empatado.
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De regresso aos grandes palcos (já representou Belenenses, E. Amadora e V. Setúbal), Pedro Alves “aproveitou” o palco para brilhar, evitando até onde pôde o golo portista. Teve até algumas defesas “impossíveis”, e só uma “bomba” de Hulk conseguiu quebrar a barreira que o guardião se tornou.
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Sem grande “trabalho” na defesa, aventurou-se mais do que o costume no ataque, embora nunca tenha conseguido criar grande perigo para a defensiva do Pinhalnovense.
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Falado como possível reforço de alguns clubes da I Liga para a próxima temporada, Diogo Figueiras esteve bem a defender, não dando muitos espaços aos avançados portistas. Não se esqueceu de atacar, mas esteve bem mais preocupado em defender.
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Exibição tranquila, como é normal no central portista. Aproveitou o facto de Miran não ter constituído uma verdadeira ameaça, para sair a jogar na zona defensiva, dando ainda uma ajuda à equipa nas bolas paradas.
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Impecável em todos os aspectos. Assim foi a exibição de Tomaz no eixo da defensiva do Pinhalnovense. Varreu todo o perigo da sua área, efectuando cortes providenciais, essencialmente de cabeça.
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Tal como Rolando, fez uma exibição tranquila, anulando sempre os adversários que lhe surgiram pela frente. Ainda assim, não se livrou de um ou outro susto não comprometedor.
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Pelo Estoril, já havia conseguido empatar no Dragão. A sua experiência foi essencial, para que o Pinhalnovense “durasse” 78’ minutos. Tal como Tomaz, efectuou alguns cortes providenciais, não errando na marcação a Hulk. “Ofereceu” ainda o corpo à bola no interior da sua área.
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Surgiu mais nas zonas ofensivas do que o costume, participando em alguns lances de perigo, tentando combinações com os extremos e com Hulk. O facto de estar balanceado para o ataque, fez com que o Pinhalnovense escolhe-se o seu lado, nas poucas vezes em que atacou.
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Sempre certo a defender, não teve muitas oportunidades de apoiar o ataque. Perdeu fôlego nos últimos minutos, segurando-se ainda assim, a defender.
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Voltou a ser titular, e deu logo nas vistas, após uma assistência para Mariano. Pouco tempo depois, apareceu na zona do ponta de lança, mas o ressalto de bola, fez com que enviasse o esférico para a bancada. Fez várias recuperações, estando sempre em jogo.
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Muito simples a jogar, recuperou muitas bolas no meio-campo, estando sempre bem posicionado. O seu posicionamento baralhou diversas vezes o ataque portista.
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Continua em muito má forma. Um remate de longe, ao qual Pedro Alves respondeu com uma boa defesa, foi o ponto alto de quarenta e cinco minutos muito pobres.
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O “capitão”, mostrou grande serenidade com a bola nos pés, revelando ainda boa visão de jogo. Solidário com os colegas, nunca virou a cara à luta na hora de defender, fazendo também várias recuperações de bola.
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Foi o jogador mais criativo do meio-campo portista. Na conversão de um livre, quase fez golo, “obrigando” Pedro Alves a largar a bola. Tentou o golo por mais três vezes, e fechou a noite com a assistência para o segundo golo do FC Porto.
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Rápido sobre a bola, galgou vários metros cada vez que teve o esférico na sua posse, obrigando os laterais portistas a trabalhos redobrados.
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Quase dez meses depois, voltou à titularidade, e naturalmente, ainda não tem o ritmo “exigido”. Tentou acertar na baliza nas quatro ocasiões de que dispôs, mas em nenhuma delas o conseguiu. Tentou sempre dar ânimo ao ataque, mas acabou rendido por Varela, sem surpresa.
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O açoriano estava encarregue de organizar o jogo ofensivo do Pinhalnovense, tendo tido liberdade para aparecer nas costas do ponta de lança. Proporcionou uma boa defesa a Kieszek, que por pouco não abriu o marcador favorável aos palmelenses.
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Continua a rubricar boas exibições. Menos individualista que Hulk, não teve medo de ter a bola e rematar. Tentou o golo com vários remates de longe, proporcionando duas boas defesas a Pedro Alves. Reclamou ainda uma pretensa grande penalidade cometida por Quinaz.
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Pouco activo na hora de atacar, foi uma ajuda preciosa na hora de fechar o flanco. Muito competente a defender, surgiu até na zona do “trinco” a recuperar bolas.
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Dois golos muito bons, fizeram de Hulk o melhor da noite. Curiosamente, até aos 78’ não tinha estado em foco, ao falhar muitos passes e ao não conseguir acertar com a baliza. Depois, “pegou” na bola, deixou adversários para atrás e encheu o pé, fazendo assim, mais uma das suas “obras de arte”. No segundo golo, impediu a bola de sair, combinou com Belluschi e fechou a contagem de forma subtil.
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Não deu grande trabalho aos centrais portistas, mas fez o seu papel: criou espaços, segurou o jogo quando foi preciso, e procurou sempre jogar nos extremos e em Miguel Soares. Revelou bons pormenores, cometendo ainda uma falta dura e desnecessária sobre Fernando aos 63’.
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Rendeu Rúben Micael ao intervalo, mas não conseguiu acrescentar nada de novo à equipa. Tentou um chapéu de longe, e moralizado pelo golão ao Marítimo, ensaiou alguns remates de longe, todos eles sem a pontaria desejada.
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Rendeu Miguel Soares aos 84’, não tendo tido tempo para acrescentar algo à equipa. A sua entrada em jogo, não terá sido mais do que um “prémio”.
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Logo depois de entrar, teve o golo nos pés, mas não soube ultrapassar Pedro Alves. A sua entrada na partida, também não veio acrescentar muito à equipa do FC Porto.
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Entrou em cima do período de compensação, e à semelhança de João Peixoto, a sua entrada em jogo não foi mais do que um “prémio de consolação”. |
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Quando estava pronto para entrar, o FC Porto abriu o activo. Acabou por render James aos 80’ minutos, sem conseguir nada digno de registo. |
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