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Liga Europa - Final
FC Porto 1 - 0 Sp. Braga
Falcao44 
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Tem um papel especial nesta final, não só por coincidir com o seu aniversário mas principalmente pelo brilhante momento aos 46’, quando bloqueou com o pé direito o remate do isolado Mossoró. Depois aos 58’ saiu rapidamente da área para interceptar um passe para Lima, acabando por driblar outros dois (!) oponentes antes de sair a jogar! De resto, saiu sempre com grande confiança a cruzamentos, assegurando assim que essa confiança passava também para a defesa diante de si. Pedra fundamental na campanha deste FC Porto, está absolutamente de parabéns! Com os holofotes sobre si graças à badalada transferência para o Benfica, terá de mostrar as suas capacidades aos adeptos Benfiquistas noutra ocasião. O jogo não lhe deu nenhuma oportunidade de brilhar, por isso só se fez notar pela forma segura como abordou todos os cruzamentos para a sua área. Ok, e também pela forma como demorou a aliviar um atraso aos 40’, acabando por chutar contra Falcao - felizmente não teve quaisquer consequências e daí para a frente nunca mais deu azo a mais brincadeiras. Pouco depois no entanto via-se a assistir ao cabeceamento perfeito de Falcao sem nada poder fazer. De resto, entre um susto e outro não voltou a ter de mostrar serviço.
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Rigoroso e concentrado, decidido a não permitir veleidades pelo seu flanco. O árbitro poupou-lhe a expulsão aos 72’ após entrada lateral sobre Sílvio, naquela que foi a nota mais relevante de uma exibição muito discreta e bastante eficaz. No primeiro tempo ganhou todos os duelos com Paulo César mesmo que depois não tenha conseguido sair a jogar; revelando na etapa complementar maiores dificuldades perante Alan e Sílvio. No entanto soube manter-se à tona e contribuir assim para segurar a vantagem conseguida. Tremideira inicial perante o ex-colega Varela, a quem acabou por tomar o pulso e partir para uma exibição mais tranquila do que certamente esperaria. Sem ter de se preocupar com as entradas de Álvaro Pereira, segurou bem o seu corredor perante os flanqueadores do FC Porto, mostrando-se especialmente intransponível nos duelos individuais. Se se mostrou rigoroso e generoso a defender, pelo contrário esteve poupado nas subidas a apoiar Alan, raras vezes cruzando significativamente a linha de meio-campo. Ao longo do desafio foi pontualmente demonstrando algumas dificuldades em abordar cruzamentos para as suas costas, mas no essencial cumpriu sem grandes reparos a sua missão e até ajudou bastante à boa prestação defensiva bracarense. Em bom plano!
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O culminar de uma enorme evolução: de central alto, tosco e que tremia como varas verdes evoluiu até se tornar patrão da defesa do campeão nacional e vencedor da liga Europa. Não será um prodígio de classe internacional como os antecessores J.Andrade, R.Carvalho, Pepe e B.Alves, mas é tremendamente sólido e eficaz - e isso basta, por exemplo, para controlar totalmente Lima durante o tempo em que este esteve em campo. Dominador nas alturas, seguro pelo chão, simples e tranquilo a sair a jogar - para ele esta final foi a montra ideal para as suas capacidades. Tivesse o Braga vencido esta final e Paulão seria certamente o MVP e a estrela da noite. Exibição portentosa do central bracarense, fantástico a dominar o espaço aéreo e especialmente a controlar as subidas de todos os opositores que lhe apareceram no raio de acção. A forma irrepreensivel como se posiciona e utiliza o corpo para proteger o esférico permitiu-lhe ganhar quase todos os duelos individuais que travou sem sequer cometer faltas, mesmo em confrontação sucessiva com mega-estrelas como Hulk, Guarin, Falcao e Moutinho. Há muito consagrado como especialista em lances aéreos acabou contudo por ser batido num desses lances por Falcao, mas o mérito vai principalmente para a brilhante desmarcação do Colombiano e a responsabilidade do lance começa em Rodriguez, seu parceiro. Começou o jogo do lado esquerdo da defesa e terminou-o no direito, mantendo inteiramente a eficácia com qualquer um dos colegas que o acompanharam - não foi certamente por este gigante que o caneco não foi para Braga.
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Uns furos abaixo que Rolando mas nem por isso minimamente permeável às investidas arsenalistas. Com Lima a descair para o lado do colega teve de se contentar em estar mais disponível para acompanhar as tentativas de penetração dos bracarenses pela sua área de acção sem nunca ter uma verdadeira referência para marcar. Esteve eficaz nessa tarefa, ainda que tenha sido pelo seu lado que o Braga tenha conseguido ameaçar mais no primeiro tempo e que tenha ainda transviado alguns passes em tentativas de sair a jogar. Após o intervalo subiu de produção perante a reacção bracarense e destacou-se a interceptar cruzamentos, colocando-se sempre no caminho da bola e estando ligeiramente menos bem apenas nos desarmes individuais. Em suma: cumpriu e bem, sem brilhantismo. Infelizmente ficará sempre associado ao resultado. Aposta de risco de Domingos para liderar o sector defensivo, passou 45m de dificuldades físicas e algumas falhas que Paulão foi minimizando. Habitualmente é um baluarte de segurança no eixo da defesa, mas neste jogo não estava a ser totalmente eficaz perante Hulk e companhia, apesar de ainda ir demonstrando alguns pormenores de classe. No entanto, e se já antes tinha perdido a bola de forma infantil em algumas saídas para o ataque, isso não o impediu de tentar uma vez mais aos 44’... e ofereceu assim a Guarin a possibilidade de assistir Falcao para o resultado final da partida. Já não retornou das cabines.
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Normalmente é a lança mais acutilante que o Dragão tem no seu flanco esquerdo, e parte do dinamismo portista depende mesmo das suas subidas até à linha contrária. Neste jogo Alain e Custódio nunca lhe deram tréguas nesses impulsos ofensivos - e assim à excepção do cabeceamento falhado aos 71’ pouco se viu do Uruguaio à frente, algo extremamente atípico. A defender bateu-se bem, mas perdeu alguns duelos perante as combinações ofensivas de Alan, Custódio e ocasionalmente Miguel Garcia, que felizmente foram sempre resolvidas por Otamendi, Rolando e Fernando. O menino-bonito desta época em Braga realizou aqui o seu último jogo com as cores do Sporting local, procurando despedir-se com a inscrição do seu nome na história do clube. Mas na verdade até nem entraria bem em jogo, apesar da inegável vontade em mostrar-se ao seu melhor nível, já que Hulk foi um problema que nunca conseguiu resolver convenientemente no primeiro tempo e a chama de Guarin não lhe permitiu pisar terrenos ofensivos como tanto gosta. Esteve mesmo em destaque pela negativa primeiro ao ser batido por Hulk logo aos 7’ num lance de golo iminente; depois aos 30’ por um amarelo-tinto após entrada violenta sobre o mesmo adversário. Na segunda metade, mais frio, foi dos mais empreendedores na busca do empate; finalmente lidando com Guarin e Hulk de forma muito personalizada e totalmente eficaz. Passou por ambos algumas vezes, dando até bastante trabalho a Sapunaru e faltando-lhe apenas por vezes um bom pé esquerdo para dar melhor sequência aos lances que gizou.
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A nota negativa vem penalizar essencialmente a desconcentração aos 46’ que poderia ter reescrito a história do jogo não fosse a frieza de Helton, mas não só. Na primeira parte o Braga esteve sempre muito longe da baliza e sempre que se aproximava saía-lhe um Fernando ao caminho, muito diligente na tarefa de matar todas e quaisquer iniciativas; apenas a combatividade de Custódio e alguns detalhes de ocasionais de Alan pareciam causar algumas dores de cabeça, ainda assim menores. Na segunda, pelo contrário, Mossoró baralhou o jogo e o Brasileiro não se conseguiu adaptar devidamente. Perder aquela bola, naquela zona com a equipa balanceada para a frente, é algo que não lembra a um júnior, quanto mais a um bicampeão com experiência nas principais competições europeias.... Daí para a frente a sua eficácia reduziu-se de sobremaneira, não só por acção directa dos adversarios mas também pela sua própria vontade de complicar ao lançar ataques e contra-golpes. Podia e devia ter feito melhor. Outra despedida do plantel do Sp.Braga, esta ainda mais relevante por ser o capitão e atleta mais antigo do conjunto. Em jogo esteve monstuoso a defender a sua área de acção, muito inteligente a ocupar espaços e a filtrar as sobras de Custódio e de Viana de maneira a que Falcao nunca tocasse na bola. Marcou tão bem a sua posição que os centrocampistas portistas começaram a evitar pisar os seus terrenos, abrindo mais para alas a fim de evitarem o mítico 88; e nessa altura só foi pena que Vandinho não tenha ajudado mais os seus laterais, contentando-se apenas com o domínio absoluto do seu meio-campo defensivo. A propósito, esse domínio não foi meramente no plano da recuperação, uma vez que demonstrou também imensa classe e autoridade a colocar de primeira a bola nos companheiros em melhor posição - durante todo o jogo foi mesmo o principal organizador do grémio bracarense, graças à típica óptima leitura dos lances. Dos que menos merecia a derrota e a despedida inglória.
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Encheu o relvado de paixão, salpicada com pormenores de qualidade e muita intensidade, tudo a um ritmo alucinante que em alguns momentos destoou do próprio jogo. Começando pelo principal, foi dele toda a jogada do golo de Falcao: começando pela óptima leitura a recuperar o passe de Rodriguez, passando pelo pulmão a transportar a bola para o ataque e a evitar Paulo César, e terminando no cruzamento largo e espetacular para a cabeçada victoriosa. Mas antes e depois ainda houve mais Guarin para ver, com luta intensa a Sílvio e Paulo César e muita segurança a distribuir jogo, mostrando-se nesse aspecto até bem mais ousado do que Moutinho, a habitual referência da equipa. Faltaram-lhe foi oportunidades para demonstrar à Europa o forte pontapé que possui, ficando-se por algumas ameaças não concretizadas. Não sendo indiscutível no esquema de Villas-Boas face à concorrência, arrisca-se seriamente a uma transferência milionária durante o Verão. Posicionado sobre a meia-direita, a ele coube-lhe a dupla tarefa de ajudar a segurar as subidas de Alvaro e ainda de aparecer nas imediações da área portista para tentar visar a baliza quando possível. Aos 4’ dispôs de soberana oportunidade à entrada da área após um ressalto, mas o remate pronto (talvez até um pouco lesto demais dado o espaço disponível) saiu-lhe com a direcção errada. Não desanimou e continuou a rematar sempre que os espaços apareciam, destacando-se ainda na luta tremenda com que entreteve Moutinho e Fernando, e sobrando-lhe ainda pulmão para apoiar Alan nos poucos ataques organizados da etapa inaugural. Na segunda parte as características do jogo mudaram, a bola deixou de andar tanto pela sua zona e caiu um pouco de produção, sem nunca descer abaixo de um patamar positivo ou de permitir veleidades aos adversários que dele se aproximavam. Termina a temporada em muito bom plano, ameaçando ganhar protagonismo no plantel com o abandono de Vandinho.
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Claramente afectado pela lesão ainda bem recente e pela inspiração de Custódio, esteve muito longe da exuberância com que normalmente enche a intermediária. Claro que com menor ou maior dificuldade cumpriu tanto a defender como a atacar - afinal, Moutinho ainda é Moutinho - só que dele espera-se sempre dinâmica acima dos demais. Ainda assim nesta final ajudou bastante a que o esférico girasse de forma fluída entre os companheiros, não se coibindo de auxiliar a segurar o meio-campo bracarense. A atacar é que somou 90’ sem qualquer rasgo de relevo, surgindo sempre muito longe da área adversária ao contrário do que é habitual. Atípico. Normalmente é o maestro frio e cerebral, o mestre que ordena as peças da máquina que é o Sporting de Braga; mas desta vez desde o início fez notar que estava invulgarmente nervoso, começando cedo a discutir com Fernando, com Moutinho, com o árbitro e mesmo com os colegas, em especial Sílvio. Ainda assim a principio até ameaçou a supremacia portista, quer gerindo a posse de bola quer através de um bom remate aos 15’. Só que aos 22’ sofreu falta clara à entrada da área que o árbitro não assinalou e depois de muitos protestos na ressaca do lance acabou por entrar duro, muito duro, sobre Hulk, vendo ainda o amarelo. A partir daí os nervos acumularam-se, reflectindo-se no modo como (não) conduziu o Sp.Braga até à baliza de Helton, realizando apenas alguns bons passes para os flancos a solicitar Alan e Paulo César. Como até nas bolas paradas perdeu o discernimento, a saída ao intervalo foi totalmente justa.
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Num plantel de luxo o brasileiro é a estrela maior da companhia, e nele estão centrados os olhares de todo o mundo. Ameaçou arrancar para exibição de gala enquanto o Braga ainda se encaixava, deixando um sério aviso quando logo aos 7’ partiu completamente a defesa adversária e rematou cruzado a milimetros do poste. O seu imenso cabedal e poder de arranque continuaram a causar problemas a Silvio e companhia ainda durante mais meia-hora, período durante o qual foi varrido por entradas à margem das leis, mas a pouco e pouco o SC Braga começou a conseguir arranjar um antídoto e as investidas deixaram de surtir tanto efeito. A partir daí destacou-se mais a jogar para a equipa do que propriamente a destroçar adversários - espectacular, por exemplo, o cruzamento de trivela aos 71’ - até porque na segunda metade Paulão ocupou-se do 12 portista e o seu poderio físico é, no mínimo, tão impressionante quanto o do internacional brasileiro. Assumiu também a marcação das bolas paradas, sendo que daí não retirou mais dividendos do que dos poucos remates de bola corrida que ensaiou; autênticas bombas mas de direcção deficiente. Apesar de se sentir sempre o perigo latente da sua presença acabou portanto por não ser decisivo. Palmas para a atitude batalhadora e para o rigor do acompanhamento a Alvaro, a quem conseguiu retirar da história do desafio. Esteve inatacável a defender e conseguiu mesmo interceptar muitas bolas perdidas em posições mais avançadas... excepto que esse não era o seu papel principal. Se é verdade que não se pode censurar nada do que procurou fazer - tentou fintar quando tinha de fintar, passar quando tinha de passar, movimentar-se quando devia movimentar-se - por um motivo ou outro acabou por nunca se conseguir superiorizar aos adversários. O que é grave, dado que em teoria é tão-somente o maior desiquilibrador da equipa.
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Em jogos em que não dispõe de muito espaço para explorar normalmente desiquilibra pouco mas marca golos através de portentosas entradas de rompante a corresponder a cruzamentos dos colegas. Desta vez os habituais solicitadores estavam a muitos metros de distância e assim deu ideia de ficar muito abandonado na frente, ainda que nunca se tenha conformado com a sua situação e procurado ser opção de passe, mesmo que isso o obrigasse a recuar mais do que a habitual. Enfim, a exibição não foi desagradável mas de concreto apenas conquistou alguns cantos e conseguiu uma cabeçada muito perigosa que não levou a direcção da baliza. Substituído por James quando as forças já começavam a faltar. Exibição apagada do experiente avançado brasileiro que alinhou sobre a esquerda, sendo que Domingos contava precisamente com a sua experiência para, com bola nos pés, criar e explorar espaços na fortíssima defensiva portista. O plano não resultou dado que se viu sempre debaixo de intensa pressão de Guarin, sem tempo para pensar nem criar nada; e assim até mesmo o rigor de Sapunaru foi um obstaculo intransponível que se fartou de o desarmar. Na primeira parte então a exibição chegou a ser deprimente, coroada com o muito espaço que deu a Guarin para o cruzamento que selou o resultado. Melhorou marginalmente no segundo tempo e em especial quando trocou de flanco, mas nunca se aproximou do mínimo aceitável.
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É o melhor marcador desta edição da Liga Europa e o melhor de todos os tempos das competições europeias, e não deixou os créditos por mãos alheias. Sem espaço na sua área de acção habitual, não se conformou com a apertada marcação da defensiva bracarense e movimentou-se muito, chegando a surgir muitas vezes bem no meio-campo para combinar com colegas, ajudar a defender e criar espaços nas costas dos bracarenses a fim de depois ele mesmo os aproveitar. Mas, mais importante que tudo o resto, após uma desmarcação notável estava no sítio certo à hora certa e à altura certa para cabecear com aquela leveza e agilidade que o caracterizam... bem para fora do alcance de Artur Moraes ou de qualquer outro guarda-redes do mundo inteiro. O relógio marcava 44’ e estava aberto (e fechado) o marcador; Antes disso apenas tinha aparecido ao levar com um alívio de Artur e depois disso não voltaria sequer a ter qualquer oportunidade de visar a baliza, honra seja feita ao trabalho da defensiva arsenalista. Teve portanto 100% de eficácia numa noite de muito e de muito bom trabalho, que o consagram como um dos melhores avançados da actualidade. Será que ainda começa a próxima temporada no Dragão? O mérito vai quase todo para Rolando, mas os factos são que esteve 66’ minutos em campo... apenas segundo a ficha de jogo. Porque efectivamente em jogo não esteve tempo nenhum, mesmo que até tenha feito por escapar às garras do central luso e dos respectivos colegas com movimentações para as alas e para fora da área. A desculpá-lo há apenas o ostracismo a que foi votado pelos companheiros durante a primeira parte, mas nem a entrada de Mossoró melhorou minimamente a sua prestação.
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Substituiu Guarin para a ovação, para ajudar à gestão da posse de bola, e principalmente para tentar injectar os seus movimentos de ruptura na defensiva do Braga, a essa altura muito balanceada para a frente na busca do empate. Aos 86’ quase conseguiu: desmarcou-se pela direita, recebeu a abertura de Sapunaru e rematou com força e colocação... às malhas laterais de Artur. 45 minutos bem melhores e bem mais seguros que Rodriguez no eixo da defesa. Falcao não esteve em jogo no segundo tempo porque Kaká foi finalmente a muleta de que Paulão necessitava, caindo em cima do colombiano sempre que o colega saía da sua posição para ir apagar fogos noutras zonas. Como se não bastasse surpreendeu ao mostrar-se muito inteligente a colocar a bola nos colegas mais adiantados, efectivamente contribuindo para empurrar o FC Porto para mais perto da sua baliza. Discreto, tranquilo e sem falhas, precisamente o que o Sp. Braga necessitava depois de uma primeira parte de muitos nervos.
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Participou cerca de 15’ na final da Liga Europa, quiçá apenas a sua primeira. E ainda deu algum trabalho extra a Miguel Garcia. Bons pormenores, uma ou outra ameaça, e festejos emocionados no final. Entrou ao intervalo para trazer o Sp.Braga de regresso ao desafio e colocá-lo em posição de discutir o resultado. Teve sucesso muito mais cedo do que imaginaria, já que com um minuto de jogo ganhou um lance a Fernando e apareceu frente a frente com Helton, com espaço e tempo para marcar. Não conseguiu e será para sempre lembrado por isso, mas daí para a frente a sua influência ajudou o Braga a galgar vários metros no terreno e a colocar o FC Porto em sentido. Mossoró só por si não voltou a destacar-se, mas ajudou de facto a que os colegas pudessem mostrar os seus argumentos pela conquista do troféu - e isso só por si já foi muito.
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    Foi uma presença bem mais ameaçadora do que Lima, mostrando-se melhor a jogar de costas para a baliza do que o colega e conseguindo assim causar alguns calafrios aos adeptos portistas. Também não marcou, mas até nisso esteve mais perto: aos 76’ depois de óptima jogada de envolvência rematou em boa posição para fora. Destaque ainda para o superior poder de desmarcação que obrigou a dupla de centrais adversária a concentrar-se para evitar dissabores.
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