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Não escondeu alguma intranquilidade na abordagem aos lances, natural para um estreante na Liga. Globalmente cumpriu sempre que chamado a intervir, não tendo qualquer hipótese nos golos sofridos: no primeiro o remate de Danilo tabela em Patrick e trai o guardião, e no segundo ainda defendeu o primeiro remate de Marinho, mas ficou fora do lance e na recarga Edér apenas teve de concluir.
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Começou bem a temporada, seguro e autoritário como dele se espera. Aos 15’ travou autêntico petardo de Jô à figura, e aos 40’ saiu muito rápido de entre os postes para bloquear remate do mesmo Jô, que lhe surgiu isolado. Como a União poucas vezes foi à frente não chegou a ter mais trabalho para além de interceptar cruzamentos e aliviar uma ou outra bola com os pés, respondendo sempre com competência. Uma ressalva: teria ficado muito mal na fotografia aos 90’ pois o cabeceamento em fora de jogo de Diego Gaúcho passa-lhe por debaixo do corpo, mas felizmente o auxiliar assinalou a infração. Ufa!
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O defesa sem medo. Nesta noite a União teve no seu lateral direito uma das principais armas... ofensivas para furar pelo flanco direito, de uma linha de fundo à outra. Esteve sempre lá para dar profundidade e combinar na frente, demonstrando ainda uma qualidade de cruzamento que pode ser uma mais-valia para a União. Merece bem a oportunidade que Caixinha lhe está a conceder, mas também deve saber evoluir para passar a cobrir melhor as próprias costas, pois abriu espaços que Diogo Valente agradeceu.
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Sólido como rocha, irrepreensível a defender o seu flanco; por ele não passaram Jô, Terroso nem Elvis, nem uma única vez para amostra. Por outro lado pouco se viu para lá da linha de meio-campo até perto dos 70’, quando o Leiria já estava encostado às cordas e a Briosa se lançava toda para a frente em busca do empate. Nessa altura arriscou um pouco mais e fez chegar um par de cruzamentos até perto da baliza, o que foi pouco para comparar com a magnífica prestação defensiva.
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Regressou algo intranquilo da experiência na Roménia, onde deixou boa impressão. A iniciativa de Ivo Pinto pedia um central sólido e autoritário para estabilizar o lado direito, e em vez disso Diego permitiu algumas iniciativas a Diogo Valente e a Helder Cabral que deveria ter resolvido com outro à-vontade, intranquilizando assim os colegas e especialmente Luiz Carlos. Subiu de produção no segundo tempo, mercê também da cobertura de André Almeida, e poderia ter sido o herói da noite caso não estivesse em posição irregular quando cabeceou para o fundo das redes aos 89’.
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A braçadeira de capitão fica-lhe bem, ele que é um central que inspira os colegas com a sua eficácia e simplicidade de processos. Parece em óptima forma física, pela exuberância com que se move e com que ataca a bola quer pelo ar quer rente ao solo. Ajudou João Dias quando necessário, meteu Bruno Moraes no bolso sem lhe permitir qualquer hipótese de causar perigo, segurou as iniciativas de Jô e no geral procurou conferir a segurança que a Abdoulaye faltou. Chegou a ir fazer compensações bem à esquerda, ultrapassando o colega pelo caminho!
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Sente-se a sabedoria e a experiência acumulada em cada movimento seu, pela leitura que faz dos lances e pela postura com que os aborda. Aos 36’ resolveu com simplicidade uma situação muito complicada, e esse foi apenas um momento de entre os vários em que interveio com categoria e serenidade para anular ofensivas academistas. Corrigiu algumas falhas de Diego Gaucho e várias outras de Patrick, saindo sempre a jogar com a limpeza dos grandes centrais...Toda esta poesia esbarra, no entanto, no erro portentoso com que brindou à vitória academista, deixando-se perder a bola para o moralizado Marinho em zona mais do que proibida e deitando aí por terra todo o esforço do seu colectivo.
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Bom sentido posicional e muita serenidade na abordagem aos lances na maioria dos casos, mas não escondeu a falta de pernas para lances mais rápidos - como aos 40’ perante Jô, em que se limitou a perseguir o veloz extremo durante vários metros sem sequer se conseguir aproximar. Com o passar do tempo foi perdendo mais e mais discernimento, somando pequenas falhas e muitas faltas e obrigando Berger a atenção redobrada para fazer também o seu trabalho.
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Sissoko abriu o jogo a pôr-lhe a cabeça em água com os seus dribles, ao que o capitão leiriense respondeu puxando dos galões para tentar controlar o jovem costa-marfinense através de várias abordagens diferentes. Em velocidade, em antecipação ou mesmo com marcação em cima raramente Patrick conseguiu ser o antidoto para o veneno africano, tendo este se mantido como um quebra-cabeças que ainda por cima não permitia quaisquer subidas pelo seu flanco. Assim Patrick terá respirado de alívio quando viu Sissoko sair, mas para o seu lugar entrou o endiabrado Marinho e o pesadelo ainda ficou pior - aí é que o experiente lateral brasileiro andou completamente aos papéis.
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Em contraste com João Dias, esteve melhor a atacar do que a defender. Aliás a exibição fica marcada pelo penalti indiscutível cometido aos 24’ sobre Jô’, entrando à bola mas acertando nas pernas do supersónico extremo. Ficou abalado pelo sucedido e viu-se bem que sentiu na pele a responsabilidade da desvantagem, mas aos 42’ mostrou revoltou-se e mostrou que estava bem vivo quando furou pela defesa inteira leriense antes de rematar a centimetros do segundo poste. No segundo tempo esteve mais seguro atrás e assim recuperou a confiança necessária para aparecer mais vezes à frente a ajudar Diogo Valente a desiquilibrar, acabando por ser dos mais empreendedores na busca do empate, e provavelmente terá sido dos que mais festejaram o tento de Éder.
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No papel é o vértice mais recuado do losango e tem a responsabilidade de proteger os seus centrais, e foi no cumprimento dessas funções que estancou inúmeras iniciativas adversárias e que retirou Danilo das zonas de decisão. Ademais, com Tiago Terroso e Marcos Paulo como colegas da intermediária pode dar-se ao luxo de se soltar um pouco para gerir a posse de bola como tanto gosta, alcançando até algum brilhantismo com longas aberturas para os avançados. Não tem qualquer responsabilidade nos tentos e não merecia de forma alguma sair derrotado do desafio.
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Um tampão em frente aos centrais. Muita força, muita vontade e alguma ingenuidade na leitura dos lances, quase perdendo a bola numa ou outra situação em que demorou demasiado a libertá-la. Saiu esgotado aos 79’ para dar lugar à excelência de Hugo Morais na circulação de bola.
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Aparte uma ou outra abertura para Ivo Pinto ou Jô viu-se muito pouco em campo, obrigando Curto a um esforço suplementar. Saiu ao intervalo, possivelmente tocado.
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Deu muita luta e cumpriu sem mácula o seu papel de recuperador, mas com Pape Sow como parceiro de miolo teve liberdade para se soltar e desdobrar-se também para zonas mais avançadas, demonstrando uma dinâmica e mobilidade muito agradáveis de se ver. Produziu vários passes, dribles, aberturas e muita pressão alta, complementados com algumas desmarcações muito intencionais bem para o interior da grande área adversária sem contudo ter consequências de maior. Bom trabalho, a provar que é bem mais do que o trinco limitado que mostrou no Sporting.
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Uma exibição um tanto ao quanto insossa. Interior esquerdo que tem no seu pé canhoto uma arma temível, mas a quem também ainda falta alguma personalidade para assumir mais a condução do jogo leiriense. No seu melhor bloqueou as subidas ocasionais de João Dias e Pape Sow e conseguiu um par de variações de flanco de abrir o olho; no seu pior... lá está, a ausência de apontamentos de relevo. Pode e deve continuar a crescer.
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Sinal menos durante a maioria do tempo, apagado pela eficácia brutal de Curto e como consequência limitando-se a distribuir para os colegas de forma fluída mas sem rasgo. Aos 77’ quando se calhar era um dos eleitos para sair de repente apareceu junto à entrada da área e aproveitou um ressalto para rematar de primeira para o fundo das redes, mudando num ápice a história do desafio, conquistando também o direito a permanecer em campo mais dez minutos .
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Tem técnica individual fantástica, e nesse particular os adeptos leirienses vão decerto esquecer rapidamente Leandro Lima. Também não deve nada ao compatriota no que toca à inconstância nas suas acções, parecendo surpreendido e engolido pelo ritmo frenético do futebol praticado em Portugal e não se coibindo de complicar lances que pediam uma solução simples. Falhou a toda a linha na função de organizador do ataque, e assim terá de esperar por dias melhores para confirmar credenciais.
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Muito activo no flanco direito durante os primeiros 20’, entre mudanças de velocidade repentinas rumo à linha de fundo e diagonais para o centro do terreno foi dos mais empreendedores de entre os estudantes. Infelizmente desapareceu por completo logo após o tento leiriense, traído pelo nervosismo da equipa e pela sua própria vontade de resolver. O intervalo fez-lhe bem e reanimou-lhe a chama com um lance tremendo aos 53’ em que demonstrou tudo: técnica para receber a bola na direita, agilidade para se libertar de Patrick no mesmo movimento, visão e maturidade para descobrir Éder na pequena área e um cruzamento perfeito para lá colocar a bola milimétrica. Saiu aos 63’ logo após mais uma vez colocar a bola com perigo na área adversária, numa decisão de Pedro Emanuel que talvez possa ser pela explicada pela inconstância do costa-marfinense.
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Rápido como uma bala. Desperdiçou um golo feito aos 15’ após cruzamento de Ivo Pinto, mas depois redimiu-se ao criar o penalty para o 1-0 quando a sua equipa pouco havia feito por o merecer. Muito móvel sobre os dois flancos, apareceu novamente aos 40’ a deixar a oposição nas covas e a arrancar do meio campo para a grande área, valendo Peiser para travar o seu remate já bem perto da baliza. No segundo tempo não acompanhou o recuo dos colegas e ao invés encostou mais na frente; e a defesa da Briosa bem que sofreu com isso, recorrendo frequentemente às faltas para o travar. Aos 68’ poderia ter morto o jogo, mas à entrada da área mandou o esférico para a lua. Bela surpresa, mas parece ter demasiada tendencia para o teatro.
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Já não tem a mesma velocidade de outros tempos - ou se calhar ainda é por ser o início da temporada - mas ainda explora o flanco e trata a bola como poucos. Abriu o jogo com um estouro na trave, depois a bola deixou de lhe chegar e, não se conformando, recuou no terreno para reentrar em jogo e liderar a busca pela adversária, mesmo que isso significasse menor protagonismo na zona de decisão. Em vez disso lançou muitas vezes os companheiros com grande qualidade e apareceu frequentemente nas costas de Ivo Pinto, servindo como uma óptima gazua para abrir a defensiva leiriense antes de cruzar para o coração da área com mestria. É nele que se inicia o lance do golo do empate, encontrando a entrada de Marinho no flanco oposto.
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Jogo de sacríficio: excluindo o golo de penalti aos 25’ não teve outras oportunidades para facturar senão em alguns penteados inconsequentes à bola. Muito esforçado e participativo, recuou muitas vezes no terreno na tentativa de abrir espaços para Jô e restantes colegas, mas mostrou-se exageradamente faltoso e com isso quebrou um pouco o ritmo da própria equipa. Já se sabe que tem fome de jogos e golos, mas tem de gerir melhor a própria impetuosidade.
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O mesmo Éder de sempre. Muito vigor, muita generosidade e sentido colectivo contrabalanceadas com muita trapalhice na hora de atacar a baliza, daí resultando muitas perdas de bola irritantes. Quase no final de um primeiro tempo para esquecer assinou um bom lance aos 44’, a livrar-se de Diego Gaúcho antes de se isolar e tocar contra Luiz Carlos. Aos 53’ falhou o empate de modo escandaloso, conseguindo recepcionar em pouco espaço antes de se atrapalhar com as próprias pernas e rematar … no joelho de Luiz Carlos. O saldo da exibição estava a ser muito penoso, mas já com Rui Miguel junto à linha e preparado para entrar veio finalmente a melhor parte: aos 78’ assistiu de forma atabalhoada Danilo para o tento de igualdade e 10 minutos mais tarde marcou ele mesmo o tento da vitória, em nova finalização nervosa mesmo sem o guarda-redes pela frente. E em dois lances salvou a noite...
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Opção ao intervalo para a mesma posição e funções que Marcos Paulo. Protegeu melhor o lado direito do que o antecessor, auxiliando muito e bem a retaguarda e procurando ainda sair a jogar com inteligência; mas no segundo tempo ao União interessava mais fechar os espaços para a sua baliza do que propriamente desbravar caminho para a dos adversários, o que penalizou as suas oportunidades para brilhar.
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Aos 64’ entrou em campo. Um minuto depois rematou de raiva ao lado. Aos 66 demorou uma eternidade a concluir um cruzamento de Diogo Valente e na sequencia rematou por cima. Podia ter sido apenas um arranque a todo gás mas sem sequência, mas não: participou no 1-1 e foi mesmo o principal responsável pelo 2-1 final, e aos 90’ em nova iniciativa individual só o corte in extremis de Diego Gaucho pôs cobro ao pânico leiriense. Escolha acertadíssima de Pedro Emanuel, pois partiu a loiça toda.
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Entrou dinâmico mas inconsequente, não conseguindo também ele furar pelo bem protegido forte de João Dias e Berger.
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Entrou para fazer aquilo em que é melhor: gerir a posse de bola. E respondeu com a calma e classe que o caracterizam.
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Estreia na Liga, vontade de fazer a diferença, e um remate muito forte e perigoso que passou perto da baliza de Peisier. Boas impressões mas pouco tempo numa equipa que não o ajudou. |
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Apenas para se estrear na primeira divisão. Sempre pode dizer que ganhou o seu primeiro jogo ao mais alto nível. |
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