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Liga ZON Sagres - Jornada 2
Benfica 3 - 1 Feirense
Nolito14 
 53Rabiola
Cardozo75 
Bruno César91 
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Sem chances para brilhar no primeiro tempo, na segunda parte sofreu a igualdade logo a abrir (sem hipóteses, diga-se) e apenas foi chamado a intervir para fazer frente a um remate de longe de Diogo Rosado (66') e numa mancha rápida a Ludovic (90+2). Mas é notória a diferença de serenidade entre o brasileiro e o antecessor Roberto; com ele a defesa não se assusta com qualquer bola bombeada para área nem o público treme quando algum companheiro lhe faz um atraso. Decerto não esperava ter tão pouco trabalho na visita à Luz, com a superioridade benfiquista a não se traduzir em muitos remates enquadrados com a baliza. Sofreu o primeiro golo sem qualquer hipótese, dois minutos mais tarde fez a defesa da noite a um tiro colocadíssimo de Gaitan, e no resto da primeira parte só falhou num cruzamento a meia altura aos 41' em que Varela quase ia marcando na própria. Na segunda conseguiu uma defesa brilhante ao 70', a ir ao solo desviar o livre de Cardozo; e antes e depois foi anulando com muita atenção algumas iniciativas do ataque encarnado. Nos golos não teve muitas hipóteses; o de Cardozo era impossível e no monumental de Bruno César era difícil fazer melhor. Boa exibição!
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Muito mais displicente do que é normal no urugaio, talvez ainda cansado da Copa América ou simplesmente sobranceiro perante a humildade do adversário. Para além de permanentemente desposicionado (a causar dores de cabeça a Luisão), de cometer faltas e de perder bolas de forma irritante, fartou-se de acertar com ombros e mãos nos adversários. Só aos 75' mostrou o seu melhor lado, partindo completamente Ludovic e Serginho antes de assistir Cardozo para o 2-1 com um passe rasteiro. E prontos, perdoado! Um lateral de raça, determinado em deixar boa imagem após a passagem discreta pelo Paços de Ferreira e em não deixar ninguém jogar na sua zona. Conseguiu impedir (com dificuldade) as diagonais de Nolito, fechar ao centro quando necessário e ocasionalmente ainda foi à frente ajudar os colegas e sacar alguns cruzamentos perigosos. Não conseguiu foi evitar o desvio de Cardozo à boca da baliza...
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As características do jogo não favoreciam as suas qualidades: demasiados adversários móveis, nenhuma referência em quem encostar e um fosso demasiado largo entre si e a intermediária. Como de costume soube adaptar-se às circunstâncias e sair por cima, colocando-se no caminho da bola e destroçando todas as investidas do Feirense com limpeza e classe, pelo chão ou pelo ar. Podia mesmo ter marcado aos 48', surgindo solto no coração da área após canto de Aimar mas correspondendo com o ombro e por cima. Imperial! Noite complicada: foi ele que deixou Nolito sem marcação aos 14', e não está isento de responsabilidades no último tento benfiquista. Não se pense no entanto que se conformou com o desenrolar do desafio, tendo conseguido atrapalhar as diabruras de Saviola e Cardozo na maioria do tempo e mantido os dois avançados fora da área. Se Paulo Lopes teve pouco trabalho muito o deve ao cabo-verdiano.
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Resolveu os problemas que lhe foram surgindo com uma simplicidade demonstrativa das suas capacidades, mesmo em situações muito complicadas para a sua baliza. Exemplos disso foi a forma destemida como anulou cruzamento rasteiro e perigoso logo aos 40' e como deu o corpo ao manifesto perante Bamba. David Luiz não faria melhor... Dele no mínimo espera-se que tranquilize os colegas, que não trema perante o ritmo e os nomes da equipa adversária e que varra o que cair na sua zona de acção. Fez por cumprir com todas as expectativas e até esteve relativamente bem pelo ar, mas não conseguiu esconder alguma falta de pernas para lidar com as saídas mais velozes do ataque do Benfica. Resolveu o que pôde; no resto do tempo teve de confiar na fortuna e na fraca produtividade de Gaitan. Depois entrou Witsel...
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Primeira parte algo tímida e retraída, e na segunda não esteve melhor, concedendo milhas de espaço aos adversários e não conseguindo apoiar Nolito. Sem ritmo, ainda longe da forma física que o tornou indiscutível numa selecção campeã do mundo; terá de esperar por outra oportunidade para confirmar as credenciais junto dos adeptos encarnados. Mal posicionado. De frente para os adversários ainda conseguiu algumas intervenções eficazes, mas frequentemente deu por si muito perto do centro da defesa a abrir avenidas para Maxi e companhia. Não ganhou tantos duelos no um contra um nem passou tantas vezes a linha de meio campo como certamente gostaria. Para fechar a noite foi o último dos fogaceiros a sair lesionado.
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Exibição muito forte e influente do espanhol, importante a dominar a sua área de acção sem dar azo a brincadeiras e libertando Aimar e Gaitan para produzirem a sua magia. Concentradíssimo, demonstrou toda a sua importância táctica avançando alguns metros no terreno sempre que a oportunidade se proporcionou, empurrando colegas e adversários para mais longe da áerea de Artur Moraes e aumentando a pressão sobre as primeiras zonas de construção adversárias. A jogar assim Matic não sairá da bancada tão cedo. Saiu da Feira em Junho, saiu para Guimarães, passou depois por Aveiro, e regressou ao ponto de partida apenas no início desta semana para reforçar um dos sectores mais deficitários da equipa. Anormalmente ágil para o seu tamanho e para as funções que ocupa esteve impecável na maioria dos lances, faltando-lhe algum poder físico para poder discutir com adversários poderosos como, por exemplo, Javi Garcia. Lesionou-se na pequena área encarnada num lance com Garay aos 71' em que até poderia ter facturado, saindo no imediato e empobrecendo a intermediária onde tanto lutara.
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É a figura maior deste Benfica. O adversário era "apenas" o Feirense mas Aimar não o menosprezou e fez questão de lembrar a todos o porquê de já ter sido considerado um dos melhores futebolistas do mundo. Monstruoso a encher o meio-campo, lutando, recuperando e principalmente organizando a equipa em seu redor; bailando entre vários opositores e libertando uma série de passes a rasgar o último reduto Feirense. Mesmo sem intervir directamente em nenhum dos golos benfiquistas ajudou e muito a asfixiar a reacção dos adversários com a sua acção, até ser poupado aos 77'. Vem aí o Twente... Mais sobre a direita, deveria ser ao mesmo tempo um suporte para Bamba e um dos primeiros construtores de jogo. Não naufragou mas também não encheu o olho, sempre muito preocupado com Nolito e Saviola ao ponto de em algumas fases ter parecido mais um segundo lateral do que um homem do meio-campo. Um pouco faltoso em demasia e alguma dificuldade em sair a jogar, preferindo na maioria do tempo deixar a bola para os colegas.
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5 golos em 5 jogos solucionam muitos problemas do Benfica e disfarçam até algumas carências, suas e do conjunto. O seu sentido prático contrasta com as brincadeiras com a bola dos argentinos que enchem o olho mas que pouco fazem pela equipa, e o público apercebe-se disso. Saiu aos 82' para o aplauso. O sentido tático está lá, o talento puro nos pés também, agora falta juntar a isso a força mental que separa os verdadeiros craques das eternas promessas. É um elemento que destoa bastante do resto da equipa do Feirense por jogar com muito menos intensidade e sentido colectivo mas em compensação apresentar capacidades técnicas impáres no conjunto. Entre muitas perdas de bolas... parvas, conseguiu ser peça importante na gestão de posse de bola durante todo o desafio, muitas vezes conseguindo aguentar-se perante a oposição de Aimar e Javi. Destaque para o centro precioso para a cabeça de Rabiola no lance do golo, e para o lance individual aos 66' concluído com remate violento a causar frisson à Luz e a dar trabalho a Artur. Foi depois decaindo de produção e desaparecendo até final, com reflexos na qualidade de jogo da equipa.
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Pinceladas de classe, muitos bons pormenores e uma bola no poste aos 14' ainda com Paulo Lopes a desviar, e esteve muito rigoroso também a auxiliar Maxi a defender o seu flanco, tentando acompanhar as arrancadas de Ludovic. Apesar de tudo não aproveitou os espaços extra que Serginho lhe concedeu para fazer algo de produtivo, parecendo adornar em demasia vários lances que se vieram a perder; e portanto não estranhou que fosse o primeiro a sair para colocar em campo Witsel. Tem sido um dos destaques pela positiva neste inicio de temporada e hoje voltou a conseguir chamar a atenção para o seu jogo. Ainda precisa de ser refinado mas é rápido e muito intencional, capaz de driblar de uma ponta à outra do campo sempre a acelerar sem nunca perder a baliza do horizonte. Aproveitou o espaço nas costas de Maxi para aparecer muito em jogo e causar calafrios a Luisão, conseguindo nas piores fases do Feirense continuar a manter os encarnados em sentido, praticamente sozinho. Entre outros lances interessantes mas inconsequentes, aos 90+2 apareceu sobre a direita e executou uma diagonal com bola magistral até ficar isolado nas costas de Luisão e Garay, não conseguindo no entanto depois bater Artur Moraes. À atenção de Rui Jorge e dos sub-21.
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Futebol rendilhado, de muitos toques curtos em progressão... e portanto ineficaz. Escondeu-se do jogo quando o Benfica mais precisava dele, e no resto foi no máximo perdulário e inconsequente. Fraquito. Ao longo da primeira parte esteve sempre muito longe da baliza, indefeso perante a excelência de Garay e sem quaisquer oportunidades de se destacar. Abriu a segunda a esgueirar-se entre a defesa encarnada e a assinar o 1-1 com um gesto técnico delicioso, colocando a bola com mestria fora do alcance de Artur. Saiu lesionado pouco depois, aos 69', ainda com a equipa empatada.
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Tenta conquistar os adeptos jogando futebol que não é o seu. Corre para as alas e recua para assistir colegas, sendo muito útil como pivôt - assistiu Nolito para o seu golo, por exemplo - mas privando o onze da sua melhor referência na área. Como apesar de tudo foi assobiado pelos adeptos, quando desbloqueou o marcador aos 75' nem sequer festejou o tento. Injustiçado. Muito móvel, apareceu em todas as zonas do terreno e tem mérito por nunca ter deixado de acreditar na surpresa. Esteve especialmente em foco pela inteligência a posicionar-se entre linhas e a jogar de costas para os adversários, sendo muito útil a dar sequência aos lances mas incapaz de, por si só, furar a teia benfiquista.
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Boa entrada em campo, sem medo de utilizar o seu corpo para proteger a bola e que foi o que bastou para fazer a diferença. Com tantos sul-americanos frágeis no onze a tombarem perante o jogo determinado dos fogaceiros, o futebol prático e musculado do belga desiquilibrou a defesa adversária, até então demasiado confortável. O jovem que foi goleador em Lourosa na temporada transacta foi a primeira opção de Quim Machado para render o lesionado Rabiola. Entrou aos 69' e falhou o empate aos 86', acertando mal na bola depois de cruzamento rasteiro de Stopira. Nada mais a registar.
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Marcou o 3-1 numa bela iniciativa individual, libertando-se de 3 opositores antes de rematar fortíssimo e cruzado, de posição dificil e relativamente longe da baliza. Não apareceu mais em jogo, mas valeu pelo golão da noite. Entrou para segurar o meio-campo e logo a seguir o Benfica marcou. Tentou ser útil.
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Sem minutos para se evidenciar. Regresso a Portugal depois de se evidenciar ao serviço do Santa Clara e da sua selecção nacional, e em apenas meia dúzia de lances confirmou o que dele já se conhecia: é um lateral fogoso a atacar e frágil a defender. Algumas dificuldades perante Maxi e Witsel e um slalom a oferecer o empate a Jonathan aos 86'.
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