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Liga ZON Sagres - Jornada 8
Sp. Braga 3 - 0 Feirense
Nuno Gomes13 
Alan63 
Ewerton79 
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Mais um jogo, mais uma prova de que está bem vivo e apto a competir ao mais alto nível - incluindo Selecção. Esteve simplesmente intransponível entre os postes, realizando várias paradas de elevado grau de dificuldade - aos 56' fez mesmo a defesa da noite, evidenciando grandes reflexos para defender com os pés o cabeceamento muito perigoso de Jonathan. Impressionou pela forma como encaixou várias bolas muito traiçoeiras num terreno díficil e encharcado, estando ainda em bom plano a jogar com os pés. A sair da baliza não esteve tão bem - pregou mesmo um susto aos 27' - mas a sua defesa não está também isenta de culpas nesses lances. Sem responsabilidade no 1-0, ofereceu depois disso algumas benesses aos bracarenses: aos 45', falhou a intercepção ao canto de Alan e deixou a bola à mercê de Djamal que não aproveitou; e aos 61' ofereceu com os pés a Alan a hipótese de lhe executar um chapéu, antecipando o que viria a ocorrer poucos minutos mais tarde. Se no 2-0 também está isento de culpa, tamanha a colocação de Alan, no 3-0 Ewerton cabeceia em zona que deveria ser sua. De resto, uma ou outra hesitação a sair da baliza e pouco trabalho relevante.
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Não acertou um único cruzamento no primeiro tempo, mas foi importantíssimo na manobra ofensiva dos bracarenses pela quantidade de vezes que apareceu vindo de trás, sempre pronto a receber os passes longos de Alan e Hugo Viana e enfrentar Stopira no um contra um. No segundo tempo o Feirense cresceu e Baiano remeteu-se um bastante mais ao seu meio-campo, demonstrando aí a sua faceta mais defensiva e optando por resolver os seus problemas de forma simples e pouco vistosa - mas totalmente eficaz. Viveu uma primeira metade de muitas dificuldades, sempre dividido entre fechar o flanco e procurar empurrar a equipa para a frente e, em vez disso, a acabar a ver os colegas da dianteira incapazes de produzir e a deixarem-no frequentemente em inferioridade numérica. No segundo tempo, com a equipa finalmente estabilizada no terreno apareceu no mais vezes no último terço do terreno e as bolas começaram naturalmente a chegar aos avançados, mostrando-se especialmente inspirado nos cruzamentos e perigoso nas fugas para a área.
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Não fez uma exibição 100% segura, já que revelou alguma atrapalhação nos lances pelo ar - quase que ia traindo Quim aos 27' num lance que era seu. Já pelo chão a história foi bem diferente, mostrando-se especialmente bem a sair a jogar com grande serenidade. Frente ao emblema que detém o seu passe procurou deixar boa imagem, quiçá sonhando já com um regresso a curto prazo. Esteve muito seguro em quase todas as situações pelo ar ou pelo solo, mas aos 54' falhou corte a cruzamento tenso de Alan e deixou Lima em posição quase fatal. Felizmente foi o único pecado numa exibição muito acertada e sem responsabilidade nos golos sofridos.
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Prático, sem hesitações na hora de dobrar Elderson e de afastar a bola para o mais longe possível da sua área. E aos 79' abrilhantou a sua exibição de trabalho com o 3-0, correspondendo de cabeça ao cruzamento açucarado de Hugo Viana. Reafirma a cada jogo o título de maior surpresa deste Braga 2011/2012. Deixou que Nuno Gomes se libertasse num par de ocasiões, mas regra geral também ele esteve muito competente a impedir que entrassem na sua grande área e nas dobras aos laterais. Chegou meros instantes atrasado para impedir o maravilhoso chapéu de Alan.
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Contribuiu para a boa circulação de bola e carrilou muito futebol pelo seu flanco, em especial no primeiro tempo; período no qual trucidou Diogo Cunha, actuou mais como extremo do que como lateral e marcou um golo bem anulado por fora de jogo. Diogo Rosado deu-lhe mais problemas, e quando Pedro Queirós entrou em jogo começou a experimentar muitas dificuldades e a pedir o auxílio de Ewerton, mostrando uma vez mais que defender não é o seu forte. Ainda assim globalmente fez uma boa exibição. À semelhança de Pedro Queirós também se viu muitas vezes exposto perante adversários lançados em velocidade; em especial Baiano durante o primeiro tempo com o qual travou animado duelo. Se nem sempre saiu vencedor pelo menos conseguiu limitar bastante bem os estragos, interceptando os cruzamentos que o outro lateral ia tentando. No geral mostrou-se mais sólido a defender que Queirós, mas nunca apoiou o ataque com a mesma qualidade.
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Muito potente do ponto de vista físico, adaptou-se bem ao terreno pesado e mesmo em inferioridade numérica ganhou sem margem para dúvidas o meio-campo aos vários adversários que por ali passaram. A sua acção foi fundamental para que Hugo Viana pudesse soltar-se para comandar as saídas para o ataque, para as quais também contribuiu com alguns passes simples e dribles vigorosos. Aos 45' poderia ter marcado a 1m da baliza, mas Stênio reagiu rapidamente e tirou-lhe o pão da boca... O mais recuado da intermediária, teve uma primeira parte discreta na qual pareceu baralhado pelas trocas de bola e de posição dos arsenalistas. Melhorou após o intervalo já com Siaka Bamba a seu lado, e com ele melhorou bastante o Feirense também, embora se tenha mostrado sempre algo limitado a sair a jogar.
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Por ele passou todo o jogo bracarense e o 45 soube estar à altura da tarefa, enchendo verdadeiramente todo o campo com a sua capacidade de organização e fazendo a bola circular sempre fluida e redonda mesmo actuando num terreno complicado. Marcou os cantos do 1-0 e 3-0 e esteve também muito expedito a rematar, mas sem a melhor direcção nesse aspecto particular. A jogar assim será o melhor em campo e pode sonhar com um regresso à Selecção. Noite menos acertada do cabo-verdiano, perdido nas trocas de bola dos bracarenses e incapaz de fazer chegar a bola à frente; e ainda deixou que Nuno Gomes lhe escapasse à marcação no 1-0. Não regressou das cabinas após o intervalo e o meio-campo melhorou...
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Já não tem a explosão de outros tempos, mas a forma como se posiciona, recebe de cabeça levantada e a seguir rasga a defesa adversária com enorme precisão mantém-no como indispensável do onze. E certamente não precisa de correr quilometros para fazer obras de arte como aos 63', picando a bola milimetricamente fora do alcance de Paulo Lopes. Sacrificado aos 36' depois de uma noite pouco produtiva: esclarecido com a bola nos pés mas sem velocidade, sem rasgo, sem presença na intermediária.
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Dinâmico e vertical, sempre a tentar furar para a linha ou para a baliza. Por vezes complicou demasiado os seus lances mas manteve sempre os adversários atentos e em sentido, com medo da sua velocidade. Saiu aos 73', desgastado. Um caso muito sério quando engata a 5ª, desta feita a jogar numa posição mais central não conseguiu causar o mesmo perigo que é habitual. Djamal soube lidar bem de perto com as suas arrancadas e com isso cortou todos os caminhos para Jonathan e para a baliza. Melhorou ligeiramente quando encostou nas alas, sem no entanto atingir o seu nível.
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Muito mais solto que Nuno Gomes, surgindo muito bem ora no meio ora bem aberto nas alas a ligar os sectores e a confundir marcações, fazendo com que Stênio e Varela tivessem de se desposicionar frequentemente. Tentou várias vezes o remate de longe mas só aos 53'na pequena área é que conseguiu realmente assustar Paulo Lopes, e o seu remate saiu por cima da barra. Caiu muito na etapa complementar, parecendo abalado pelo choque de cabeça com Pedro Queirós e sendo naturalmente substituido aos 80'. Tenta fazer no Feirense o mesmo que Alan faz no Braga; recebendo nas alas, protegendo a bola e soltando para as entradas dos colegas ao centro. Não tem é os colegas ou a precisão do Brasileiro, pelo que é normal os lances que giza terminarem nos pés do adversário; mas é seguro que jornada após jornada continua a ser dos melhores elementos da equipa e é dos que mais desestabiliza os adversários.
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Inaugurou o 1-0 aos 13' num golo típico de ponta de lança, escapando-se rapidamente ao seu marcador directo para encostar ao segundo poste. Não correu muito nem pareceu com grande pulmão nas divididas, mas conseguiu executar algumas das suas famosas tabelas para criar espaços para os companheiros. Saiu sob aplausos aos 86', com o dever plenamente cumprido. Lutou na frente por espaços que nunca surgiram, evidenciando algumas limitações técnicas (ou seria nervosismo?) quando a bola lhe chegava aos pés fora da área. Chamou a atenção por ter conseguido executar dois cabeceamentos enquadrados com a baliza em situações muito díficeis - e no segundo forçou mesmo Quim à defesa da noite. Saiu aos 75', esgotado.
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Primeiros minutos em 11/12, após lesão arreliadora. Mostrou que está com fome de bola, ganhando alguns metros e um par de cruzamentos a Pedro Queirós. Entrou ainda no primeiro tempo mas só na etapa complementar é que conseguiu produzir algo de relevante, ainda assim certamente distante do que Quim Machado esperaria. Algum destaque nas bolas paradas, alternando retoques de excelência com individualismo e várias decisões menos felizes. Mantém-se como um diamante em bruto.
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A ideia era explorar o balanceamento ofensivo do Feirense para inflingir mais algumas estocadas, mas teve poucos efeitos práticos já que a pressão adversária era muito intensa e o pequeno artista não conseguiu explorar as poucas clareiras que lhe surgiram. Segunda opção para tentar trazer o Feirense para o jogo, conseguiu finalmente impôr a solidez e a elasticidade que faltavam ao meio-campo dos fogaceiros. Muito forte a apoiar Varela e com pulmão q.b. para enfrentar a tempestade e surgir em terrenos mais avançados.
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Outro regresso saudado, mas sem oportunidades para se evidenciar nos poucos minutos em campo. Última cartada de Quim Machado, integrou-se bem no conjunto e aos 88' ainda obrigou Quim a uma estirada para evitar o tento de honra. Pode fazer a diferença nesta equipa mas precisa de mais minutos.
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