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Não leva grandes recordações do desafio já que fez tudo o que pôde, completamente perdido numa defesa de cristal. Sem qualquer hipótese nos muitos golos sofridos ainda evitou mais alguns com defesas atentas e saídas corajosas. Deixou boa imagem.
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Não deve ser fácil passar de totalista no Nacional a reserva no FCP, mas mais dificil foi com certeza manter-se acordado durante os 81’ que esteve em campo. Nem uma defesa para amostra, tendo sido chamado a intervir apenas em alguns cruzamentos e atrasos.
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As suas fragilidades físicas trouxeram-lhe problemas perante o vigor de Alex Sandro e de Djalma, e aos 20 já parecia ter estourado completamente, jamais encontrando antídoto para a fantasia do angolano. Sofreu muito até ao intervalo, mas depois disso Djalma passou para o flanco oposto e Serginho ganhou o tempo e o espaço necessários para mostrar os seus atributos. Rápido de pernas e de drible ainda retribuiu a Alex Sandro os sustos do primeiro tempo, estourando de vez só depois dos 90’ e quando já tinha recuperado parte da sua exibição. Mas precisa de olhar mais para as próprias costas se quiser atingir voos mais altos.
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Super-Sapunaru não olha a adversários: contra o Barcelona ou contra o Pêro Pinheiro faz exactamente o mesmo tipo de jogo, sempre sóbrio, seguro e responsável. Preocupou-se essencialmente em fechar os caminhos para a sua baliza e, muito de vez em quando, protagonizou algumas aparições esporádicas pelo flanco direito. Pelo menos pelo romeno hoje o Pero Pinheiro nunca teve qualquer hipótese de surpreender.
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O líbero da defesa, dedicado a tapar as sobras e os buracos que os colegas iam deixando. Foi amarelado por mão na bola muito cedo mas soube gerir essa limitação, abordando com cuidado e limpeza todos lances - exceptuando entre os 30 e o intervalo, quando recuou em demasiada e permitiu todo o espaço a Walter e companhia. A coordenação com Runa é que nem sempre foi a ideal, encontrando-se por vezes demasiado distante deste e de outros colegas.
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Patrão do quarteto, bateu-se com estrondo com Nuno Almeida e obviamente saiu muito por cima. Fez por ter um jogo sem casos e conseguiu-o sem contestação, marcando pontos na corrida pela titularidade.
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O responsável pela marcação individual a Walter. Começou muito bem, sereno e 100% eficaz, mas depois foi perdendo pulmão, concedeu alguns espaços e recuou em demasia até bem dentro da própria da própria área, deixando o Bigorna demasiado perto da sua baliza para facturar. Perdeu a bola no 7-0, entre outras falhas naturais para quem actualmente joga na 3ª divisão. E aquele entendimento com Luís Freitas tem mesmo de ser trabalhado...
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Grande e desengonçado, mas agressivo e autoritário na abordagem a todos os lances. Corte tremendo aos 39’ entre varios bons momentos e algumas (poucas) hesitações menos abonatórias. Apesar de bem menos experiente que Maicon não parece ter menos argumentos que o seu companheiro para ameaçar a titularidade de Otamendi.
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Muito prático e seguro, mostrou os dentes a Iturbe e impediu o prodígio argentino de causar estragos pelo seu lado e assim passou um pouco ao lado da imagem de fragilidade que se colou à defesa no primeiro tempo. Ainda apareceu uma vez por outra na frente a cruzar, denotando algum atrevimento e até alguns bons detalhes. No segundo tempo notou-se que estava preocupado com a sua própria condição física até ter de sair lesionado aos 87’, a aliviar uma bola da sua área.
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Vontade de mostrar serviço na sua primeira vez de dragão ao peito. Aos primeiros minutos com algumas dificuldades a defender respondeu com uma cavalgada aos 13’ em que apareceu perante Marco Pinto mas não conseguiu desfeitear o guardião, dando o mote para o que viria a ser a sua exibição. Muitas vezes ameaçou as costas de Serginho ou virou o jogo para o centro, integrando-se assim muito bem na manobra portista. Estreia muito interessante.
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Presença física a impôr respeito numa intermediária aplicada, mostrando-se muito nos passes longos e precisos - em especial no primeiro tempo -mas revelando igualmente muito pouca mobilidade nas suas acções. Por vezes mostrou-se demasiado macio na ocupação de espaços, algo natural dado que está muito mais habituado aos ritmos mais lentos da distrital. O problema é que com isso ficaram os centrais demasiado expostos.
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Exibição inteligente. Amarelado muito cedo num lance a meio-campo em que facilitou um pouco, terá sido esse o alerta de que necessitava para se lançar numa exibição atenta. Matou imensas iniciativas pelo centro e soube iniciar o contragolpe com passes rápidos e bem direccionados, avançando ele mesmo mais e mais vezes com o passar dos minutos. Com a entrada de Micael e a reacção tardia do Pero Pinheiro foi forçado a recuar novamente no terreno para reequilibrar uma vez mais a equipa, conseguindo assim evitar problemas para Bracalli e Kadu.
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Fez dupla com Aguiar na intermediária, revelando a mesma abnegação e a mesma dificuldade em ocupar espaços. Mostrou-se muito voluntarioso mas não se deu nada bem com a pressão do meio-campo portista, perdeu o norte e falhou algumas transições simples. Acabou por ser o primeiro a sair quando, à semelhança de toda a equipa, já acusava fortemente o desgaste físico e era necessário colocar alguém mais ofensivo.
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Capitão do FC Porto pela primeira vez, abrilhantou esta sua estreia com lances de génio e pormenores de classe. Juntamente com Walter estava a ser o elemento mais em foco do FC Porto na primeira meia hora, desmontando com paciência e categoria o autocarro dos homens da casa através de passes açucarados e mudanças rápidas de flanco, entre um e outro ziguezague entre opositores. Já com o resultado em 1-0 veio o seu melhor momento no jogo: aos 33’ saiu de junto à linha lateral direita, tunel de calcanhar a adversário e drible rapidíssimo entre dois opositores até à pequena área para oferecer o golo a Walter. Participou e muito bem no carrossel ofensivo do fim da primeira parte e na gestão de bola do segundo tempo.
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Começou como extremo direito e esteve forte a fechar o flanco, mas ao longo do primeiro tempo apesar de irrequieto as suas correrias de pouco valeram. Passou para uma posição mais central após o intervalo e dispondo de ainda menos espaço desapareceu quase por completo.
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Esclarecido mas pouco em jogo, estava a ser o mais discreto do meio-campo quando apareceu a iniciar e concluir o 1-0, desbloqueando o marcador e lançando o FC Porto para a goleada. Correu muito atrás da bola mas empenhou-se em tê-la muito pouco tempo no pé, soltando-a tão rápido quando possível para os colegas - por vezes em demasia e de forma precipitada. Aos 75’ mostrou grande classe ao sentar Miguel Pinto antes de enviar a bola à trave.
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Maestro do conjunto e dono de um belo repertório de pormenores técnicos, mas sem a intensidade necessária para se tornar realmente ameaçador. Sofreu muito com o organizado meio-campo portista como por exemplo na bola que perdeu no 1-0 e que abriu caminho à goleada e denuncia bem a sua inexperiência. Recompôs-se, passou para a direita no segundo tempo e dispondo de mais espaço para executar apareceu mais e melhor em jogo, mostrando-se ainda nas bolas paradas. Se melhorar a sua condição física tem futebol para outros voos.
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Outra das grandes atracções do desafio, desta feita acabou por saber a pouco. Não se entendeu com o relvado sintético, seco e a prender em demasia a bola, perdendo algumas. “Apareceu” verdadeiramente pela primeira vez aos 34’ a oferecer o 3-0 a Walter após jogada individual. Saiu ao intervalo por precaução, lesionado no ombro.
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Intenso e esclarecido com a bola nos pés, esteve no lance mais parecido com uma oportunidade de golo para o Pêro Pinheiro durante o primeiro tempo, furando da esquerda para o meio antes de rematar forte contra Maicon. De resto, mesmo algo pesado e com dificuldades técnicas deu profundidade às alas da equipa e deu a ideia de sair ainda demasiado cedo, aos 75’.
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Foi das principais referencias da equipa no início do desafio, partindo sempre da ala esquerda para dentro e assinando por exemplo um belo passe a rasgar a defesa dos lisboetas para isolar Alex Sandro aos 13’. Depois apagou-se um pouco, perdido em precipitações e passes imprecisos até ao 1-0, mas conseguiu reentrar no jogo a tempo de participar na goleada pré-intervalo com muitas tabelinhas e um contra um, e até assinou o 4-0 através de um remate colocado. No reatamento passou para o flanco direito, manteve a toada e bisou aos 56’ num remate de raiva, e pouco depois foi poupado por Vitor Pereira.
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O faz-tudo da frente de ataque do Pêro Pinheiro, que apareceu por todo o lado e sempre em altíssima rotação... e sempre muito, muito sozinho. Mais em jogo enquanto o Pero Pinheiro acreditava na surpresa, sendo que aos poucos foi naturalmente perdendo gás e influência. Resumo da exibição: muitos quilómetros e alguns bons detalhes, mas zero lances de perigo.
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Homem do jogo, claramente! Até aos 30’ ia sendo “apenas” a referência ofensiva da equipa, mostrando-se muito interventivo em combinações e movimentações para fora da área e aproveitando qualquer vislumbre da baliza para soltar remate. Depois esteve envolvido em todos(!) os tentos da primeira parte, incluindo o seu hat-trick - e bem que correu por isso! No segundo tempo Marco Pinto parecia estar a ganhar vantagem, defendendo todos os remates que Walter ia conquistando aos centrais, mas mesmo a fechar o desafio o avançado aproveitou um ressalto na área para assinar o 8-0. Está claramente mais móvel do que em 2010/2011 e se Vitor Pereira for justo terá oportunidades para se tornar a referência da primeira equipa.
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Entrou com o jogo em 7-0 para refrescar o meio-campo e procurar limitar o desnorte geral. Posicionou-se à frente dos colegas mais defensivos e com isso atrapalhou o meio-campo portista, estorvando em particular Souza, e conseguindo ainda aparecer bem nas transições. Aos 79’ rematou muito forte contra... Nuno Almeida.
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Entrou ao intervalo para o lado esquerdo do ataque e mesmo não se aplicando a fundo lá marcou o seu golito aos 60’. O jogo também não lhe pedia grandes correrias, até porque rapidamente se percebeu que em caso de necessidade os seus argumentos físicos bastavam para derrubar a muralha dos da casa.
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Também ele ajudou a refrescar o miolo, neste caso mais focado em defender. Apareceu bem em algumas disputas de bola.
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Pouco a registar nos cerca de 20’ que esteve em campo para além de um drible pela esquerda de que nada resultou. Já foi um indiscutível no FC Porto mas neste momento parece ter caído para a 5ª(!) opção nas alas.
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Um prémio para o jovem, chamado a fechar o lado esquerdo nos instantes finais. |
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Estreia absoluta do jovem guardião, sem nada a registar. |
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