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Supertaça Cândido de Oliveira - Final
FC Porto 2 - 1 Vitória Guimarães
Rolando3 
 32Toscano
Rolando41 
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Partida com muito pouco trabalho para se mostrar aos adeptos. Sem chances no 1-1, apenas 1 minuto tinha defendido um desvio do mesmo Toscano para canto. Depois disso passou muito jogo antes que voltasse a ser chamado à acção: aos 87' teve uma boa estirada para deter tiro de Pedro Mendes. Fez a primeira defesa aos 6 minutos a remate de Hulk, e já então estava a perder 1-0. Não teve quaisquer hipóteses nos tentos sofridos, e apesar de ter apanhado muitos sustos ao longo do desafio não teve mais trabalho de relevo, limitando-se a emprestar alguma maturidade aos colegas. Não foi pelo seu guardião que o Vitória saiu derrotado...
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Como um rochedo. Foi um central colado ao lado direito, segurando como pôde a fantasia de Targino e a ocasional iniciativa de Anderson Santana. Não ganhou todos os lances mas também nunca perdeu o norte, estando irrepreensível a nível posicional. Pecou apenas por não apoiar devidamente Hulk, mas já se sabe que com o Incrivel à frente pode dar-se a esse luxo. Ainda não está com a corda toda, defendendo o seu flanco como pode mas não conseguindo ajudar o ataque como é habitual. Azarado, acaba por ter responsibilidades nos dois golos portistas: no primeiro também ele é apanhado em contrapé com o toque de calcanhar de Moutinho, deixando dois portistas isolados na posição que deveria vigiar - e um deles era Rolando. No segundo desiste do lance e da marcação ao mesmo Rolando quando vê N'Diaye e João Paulo colocarem-se no caminho da bola, e é traído pelo ressalto no número 40. No resto do tempo esteve então regular, mas ao capitão pede-se que demonstre a fibra e a dinâmica que espalhou na temporada anterior.
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Claramente a figura maior do desafio, nem sempre pelos melhores motivos. Começou em grande e logo aos 3 minutos assinou primeiro golo do FC Porto 2011/2012, correspondendo de cabeça à solicitação de letra de Hulk. Depois aos 33' foi à linha acompanhar uma fuga de Targino e podia ter morto o lance do qual resultou o empate, mas permitiu que o 7 vitoriano cruzasse. Antes do intervalo aproveitou um ressalto dentro da área para fuzilar Nilson com o pé direito, devolvendo a vantagem ao FC Porto. Finalmente, aos 77' ia oferecendo o golo a Maranhão num atraso mal medido e interceptado, valendo-lhe Maicon. No meio de todas as emoções fortes notou-se ainda alguma prisão de movimentos, mas que não o impediram de segurar eficazmente Toscano e companhia. Arrepiante. Falha muito grave aos 29', ao abordar com grande displiscência um lance junto à linha de fundo, permitindo que Fucile o desarmasse e ficasse com a bola. Penalty perdoado por entrada a destempo sobre Ruben Micarl aos 48'. Amarelado aos 73' sem nexo, indo quase até à área adversária para autenticamente bater em Fucile. Acumulou outros disparates, mas por incrivel que pareça quando não estava a assustar os colegas esteve bem a segurar Kleber e Varela. Terá é de rever a forma como entra aos lances, pois mesmo quando não comete falta parece que isso se deve mais ao acaso do que ao seu cuidado.
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O facto de estar mais exposto às movimentações de Toscano e à necesisdade de compensar Fucile levou a que tivesse mais algum trabalho do que Rolando, mas regra geral mostrou-se até mais eficaz nas suas acções do que o patrão da defesa, matando todos os lances que disputou. Faltou-lhe só marcar dois golos, tendo ficado perto disso quando num canto atacou a bola para fora aos 62', numa execução primorosa. Ponto mais alto: aos 77' salvou o toque final de Maranhão para a baliza deserta, rapidíssimo a reagir ao erro de Rolando. Muito boas indicações a abrir a temporada. Sólido e atento, ocupou espaços e somou intervenções in extremis muito vistosas, corrigindo a permissividade dos colegas e fechando as avenidas que estes abriam nas suas costas. Estava então a ser a referência na retaguarda mas mesmo a fechar o primeiro tempo repartiu com N'Dyae as responsabilidades no 2-1, atacando de forma deficiente o centro de Hulk. Depois aos 55 falhou a recepção em zona perigosa, mas conseguiu manter a cabeça fria e corrigir com grande experiencia perante Hulk, apesar de ter discretamente cometido penalti. É claramente o melhor central do plantel, a milhas de distância da concorrência, e o sucesso do VSC esta temporada passará por a direcção lhe arranjar um parceiro que o ajude a estabilizar a defesa...
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Começou por demonstrar que estava com fome de bola, subindo com à-vontade pelo flanco para ajudar os companheiros e concedendo até demasiado espaço a Faouzi, que falhou em o aproveitar devidamente. Por volta de meia-hora num canto abordou de forma apática o cruzamento para a área.. e perdeu o duelo com Toscano para o 1-1. Depois disso concentrou-se mais em defender, aparecendo novamente na frente após o extremo marroquino ter sido substituido. Outro motivo de destaque: viu o primeiro amarelo do jogo aos 57'. Começou mesmo muito nervoso e durante a primeira meia hora nada fez de jeito. Perdeu duelo atrás de duelo com Hulk, sempre demasiado lento, demasiado mal posicionado, oferecendo a linha aos adversários, e ainda atrapalhando os colegas quando subia e se colocava a jeito para ser apanhado em contrapé. Talvez tenha levado um raspanete ao intervalo pois no segundo tempo finalmente equilibrou a contenda com o 12 portista, ainda que para isso tenha recorrido constantemente à falta. No final impressionou mesmo pela clarividência a parar adversários e a sair a jogar com limpeza.
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Tema a noção que ainda está à experiencia no onze, e que disputa o lugar com nomes mais bem-amados como Guarin ou mesmo o jovem Castro - e isto assumindo que Fernando não permanece no plantel. Sendo assim procurou cumprir da forma mais simples possível, batalhando pela sua área de acção e distribuindo depois para os companheiros com grande fluidez. E foi assim que, mesmo sem nenhum lance de destaque, encheu perfeitamente as medidas aos colegas, adeptos e provavelmente ao treinador: não cometeu nenhuns erros, não permitiu quaisquer veleidades e assim conseguiu que a sua defesa actuasse mais descansada. Posicionalmente ainda vai ter de adquirir rotinas de trinco, porque a defender tem tendência para encostar demasiado aos centrais e às vezes abre clareiras no seu meio-campo. Mas a forma como joga de cabeça levantada e como lê os lances e a posição dos colegas permite-lhe desestabilizar o adversário, quer através de dribles pujantes, variações de flanco para criar espaços, ou enormes passes a rasgar cirurgicamente o último reduto dos oponentes, como fez por exemplo aos 74' para Targino. A somar a isso há ainda a atitude guerreira, sempre disponível para dobrar os colegas e sem nunca demonstrar qualquer receio do choque. Belo achado do Vitória!
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Não está nas condições fisicas ideais para jogar ao ritmo elevadissimo que o caracteriza, o que não significa que tenha estado mal. Muito pelo contrário, foi dos melhores Dragões e o que fez fez muito bem, a começar pelo belíssimo toque de calcanhar para a entrada de Hulk do qual resultou o tento inaugural. De resto subiu e desceu na intermediária, auxiliando Souza quando necessário e fazendo a bola circular com mestria para comandar a sua equipa, descobrindo muitas vezes os companheiros com passes de grande qualidade. Saiu aos 84', estourado e a prometer outra temporada enorme. Muito discreto, o brasileiro que era figura do Paços. Pouco expedito a auxiliar Anderson Santana a travar Hulk, e muito confuso a atacar, por vezes com acções sem nexo nenhum de que é exemplo o remate de longe aos 54'. Saiu aos 72', e a intermediária subiu de produção imediatamente.
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Descomplicou muitos lances no meio de florestas de pernas e preocupou-se em entregar a bola redondinha aos colegas, procurando explorar as costas da defesa vimaranense para lançar especialmente Varela e Kléber. Sem tem estado mal faltou-lhe rasgo e dinâmica para personalizar mais a sua exibição, com o colectivo a sair prejudicado. No seu melhor movimento aos 48' foi derrubado por N'Diaye e reclamou penalty, não tendo sido atendido. Saiu aos 66', parecendo desgastado. A coqueluche. Tem talento e futebol nos pés, e quando também tiver fôlego e entrosamento pode ser uma das figuras da Liga. Sem isso pouco mais produziu para além de alguns pormenores de encher o olho, e de marcar as bolas paradas. Primeiro a sair do lado do Vitória, quando já não se dava pela sua presença em campo.
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De letra ofereceu o golo a Rolando, dois minutos mais tarde atropelou tudo o que encontrou pela direita e obrigou Nilson a defender um petardo. Prometia partir para uma noite violenta, mas com o passar dos minutos verificou-se que acumulou apenas alguns remates sem pontaria e faltas em série arrancada a Anderson Santana. Sente-se que os adversários tremem ao vê-lo preparar-se para arrancar, mas desta feita não foi das suas melhores noites. Colado à extrema esquerda o seu drible em velocidade causou alguns problemas à defensiva portista, desgastando-se em fugas para a linha de fundo, diagonais contra Rolando e ainda a auxiliar Anderson Santana em tarefas defensivas. Sozinho fabricou um lance de perigo aos 33', aguentando a pressão de Sapuranu e de Rolando para colocar rasteiro na pequena área; do canto nasceria o empate. Mais tarde, aos 74' foi lançado em velocidade por El Adoua e poderia ter brilhado novamente, mas já não tinha pulmão para mais... Foi caindo de produção e terminou completamente exausto.
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Não se viu no primeiro tempo, tendo sido anulado por João Paulo e N'Diaye apesar de ser ter mostrado muito voluntarioso e tentado jogar de costas para a baliza. Na segunda metade não esteve melhor, até Falcao entrar em campo e assim permitindo a Kleber explorar o espaço extra para causar mais sustos. Pena que estragou a melhor oportunidade que teve, quando seguia isolado pela esquerda e adiantou a bola para as mãos de Nilson. Já tinha mostrado no desafio frente ao Midtjylland que a finalização não era o seu forte, e aos 20' reforçou isso mesmo: em frente a Helton correspondeu com um cabeceamento disparatado para zona nenhuma. Curiosamente foi o seu melhor momento em todo o jogo: de pouco serve ser mais rápido que a concorrência quando não consegue definir um único lance.
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Ainda está muito pesado. Ganhou alguns lances e perdeu outros, jogando quase sempre em esforço, mas esteve particularmente desinspirado ao nível do passe, transviando entregas curtas e longas para os colegas. Saiu aos 66' sem nada positivo de registo. Falso ponta de lança no esquema de Machado, estava pouco em jogo e sempre muito longe da área, apesar de se sentir que poderia fazer a diferença quando a bola lhe passava pelos pés. De repente aos 33' apareceu na pequena área e desviou cruzamento de Targino para defesa de Helton, e no canto consequente marcou mesmo. Galvanizou-se e até ao fim da primeira parte apareceu mais no desafio, sofrendo várias faltas. No segundo tempo caiu muito de rendimento, fruto essencialmente da condição física, e terminou em dificuldades.
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Entrou moralizado e com vontade de mostrar serviço, deambulando à frente da intermediária. Trabalho espetacular aos 70': recepção à linha, ganhou espaço e cruzou para as costas da defesa, valendo ao Vitória João Paulo in extremis. Aos 90' teve um livre lateral e arriscou um remate de raiva directo, mas desta feita sem direcção. Entrou dinâmico e com vontade de brilhar. Aproveitou um atraso de Rolando para se antecipar e colocar a bola por cima de Helton, mas Maicon depois não lhe deu hipótese de concluir. Aparte isso procurou segurar a bola para depois soltar para os companheiros, mas não teve mais oportunidades de aparecer a finalizar.
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Se é verdade que está de saída, isso não o impediu de entrar alegre no relvado e de mostrar serviço. A sua agilidade e rapidez de decisão causaram muitos problemas aos fatigados centrais adversários, mas de concreto apenas conseguiu assistir Kléber de cabeça para o brasileiro desperdiçar. Entrou para jogar na ala direita, posição que lhe é estranha. Acrescentou mais ligação ao futebol vimaranense e com isso chamou mais vezes Toscano ao jogo, mas infelizmente nessa fase o brasileiro estava já fora dele. Ainda assim pode-se dizer que não defraudou a confiança de Manuel Machado.
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Entrou para jogar menos de 10 minutos, sem nada a apontar. Se tivesse entrado mais cedo... pisou o relvado e imediatamente conferiu outra lucidez à circulação de bola da equipa, até então disconexa, lenta e confusa. Entre várias boas solicitações e velocidade a soltar para os colegas conseguiu um remate aos 87' que levantou as bancadas... mas Helton estava lá. Mostrou que ainda tem muito para oferecer ao seu Vitória.
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