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Futebol Clube Paços de Ferreira
Renovados e aprovadosRui Miguel Abreu A época do Paços de Ferreira foi a todos os títulos surpreendente. Desde logo porque a estrutura do futebol era nova. Uma direcção nova, um director desportivo novo e sem experiência, e um treinador que nunca havia treinado na primeira liga. A isto juntou-se um dos plantéis mais jovens de sempre do clube. As expectativas não eram as mais altas mas a verdade é que finda a época, apenas sobram motivos de orgulho. O inicio da campanha foi prometedor com uma vitória em casa diante o Sporting. O futebol praticado não era ainda o mais vistoso, mas já algumas individualidades se começavam a destacar, em particular o extremo Caetano. O primeiro revés da época surge em Setúbal à sexta jornada, quando o Paços perdeu pela primeira vez e perdeu Caetano por cerca de meia época. Mas nesta altura, o grande motivo de preocupação era a defesa. Os centrais não davam garantias de segurança, e era por demais evidente que o Paços precisava de um patrão na defesa. Cohene e Samuel mostravam alguma qualidade, mas não conseguiam ter um controlo da defesa como tiveram em outras épocas, Ricardo, Geraldo, etc. Felizmente, o retorno de Ozeia em Janeiro veio dar a solidez defensiva que o Paços tanto precisava. Coincidência ou não, Janeiro foi o melhor mês da época, onde o Paços não perdeu um único jogo, destacando-se as vitórias por 2-3 em Alvalade e 1-2 em Braga. Ao mesmo tempo, na Taça da Liga, o clube brilhava vencendo Arouca, Braga e Vitória, assegurando um lugar na meia final. Na liga o Paços chegou a estar em 4.º lugar e ameaçar o 3.º do Sporting. No entanto, depois da fantástica vitória no Nacional da Madeira que assegurou a presença na final de Coimbra, a equipa passou pela pior fase da época, tendo estado 6 jogos consecutivos sem ganhar, entre os quais, o desastroso 1-6 frente ao Rio Ave. "À boca pequena" dizia-se que o Paços baixara propositadamente a forma para não se ver envolvido na luta pela UEFA. A verdade é que o tiro no pé do nosso presidente ao dizer que estávamos inscritos quando realmente não estávamos, acabou por ser um pouco nefasto para a equipa. Resumindo, o 7.º lugar é muito mais do que se esperava, mas depois do que se viu ao longo da época, acabou por saber a muito pouco. O momento: Final da Taça da Liga - Benfica 2-1 Paços de FerreiraA final da Taça da Liga, foi marcante para todo o plantel e adeptos, mas infelizmente o troféu fugiu aos castores. Depois de uma primeira parte algo decepcionante dos castores, o Paços teve uma segunda parte fantástica e merecia pelo menos a lotaria dos penalties. As ultimas 3 jornadas mostraram novamente aquele Paços que havíamos visto em Janeiro e Fevereiro. As vitórias caseiras frente a Guimarães e Académica (esta ultima por números avassaladores) e o fantástico empate no Dragão, onde toda a gente havia perdido esta época. A figura: PizziEm termos individuais, a figura acabou por ser Pizzi. O extremos já tinha dado provas do seu valor, mas esta época fez com que o mundo futebolístico acordasse de vez para o seu valor. Não só pelos golos e assistências, mas pela qualidade do drible e passe que demonstrou ao longo da época. A nós pacenses, fica a pena de ver sair um grande jogador, e saber que o Braga ganhará milhões com ele sem que ele tenha sequer vestido a camisola da equipa sénior do Braga. Mas o futebol moderno é assim mesmo... A revelação: RondonJá Rondon, merece o titulo de revelação. Por certo, ninguém imaginaria no inicio da época, a performance que o venezuelano acabou por ter. Quem o viu jogar em 2009/10 em Paços e viu as suas prestações no seu empréstimo ao Beira Mar, por certo não contava com os golos e exibições de Rondon. Adaptado a avançado (recordo que foi contratado como extremo), Rondon teve a felicidade de marcar logo na 1.ª jornada, e logo aí ganhar alguma vantagem sobre os pontas de lança que o plantel tinha (Nelson Oliveira, Amond e Romeu Torres). Agora resta saber, caso continue no Paços, se Rondon poderá deixar de ser revelação e passar a ser figura! A desilusão: BuraPor ultimo, a desilusão. O titulo terá que ir para Bura. O central vindo por empréstimo do FC Porto, foi na minha opinião a maior desilusão. O estatuto de internacional por Portugal (nos escalões jovens) criou alguma expectativa. A verdade é que foram defraudadas quando finalmente se viu o jogador em acção. Muito inseguro, com uma má qualidade de passe, não vai deixar saudades na Mata Real. Pelo menos enquanto os adeptos se lembrarem daquele Paços 1-6 Rio Ave...
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