ForaDeJogo.net - Paços de Ferreira 2012/2013


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Futebol Clube Paços de Ferreira
Nome: Paços de Ferreira
Associação: AF Porto
Cidade: Paços de Ferreira
Estádio: Mata Real
Ano de fundação: 1950
Sede: Rua Capitão Praça
Apartado 26
4594-909 Paços de Ferreira
Web: www.fcpf.pt
Plantel 2012/2013
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Treinadores
T Paulo Fonseca
Staff
Nuno Campos(ADJ)
Entradas
Tiago Valente (27)Aves (II)
Cícero (26)Moreirense (II)
Hurtado (21)Alianza Lima   (I)
Antunes (25)Panionios   (I)
Diogo Figueiras (21)Moreirense (II)
Jaime Poulson (23)Varzim (II B)
Irobiso (19)União Madeira (II)
Vinicio Angulo (23)Independiente del Valle   (I)
Luís Sousa (22)Fátima (II B)
Duarte Duarte (24)Benfica B (II)
Uillian (22)Santa Cruz RS   (I E)
Abdullah Alhafith (19)U. Leiria (I)
Paulo Loureiro (19)Boavista (II B)
Liga ZON Sagres
Guarda-redes Defesas Médios Avançados
1Cássio23Diogo Figueiras8André Leão16Hurtado
45António Filipe80Tony10Luiz Carlos20Duarte Duarte
  3Luís Sousa96Filipe Anunciação81Manuel José
  17Nuno Santos6Vítor7Josué
  55Antunes15Uillian11Caetano
  77Paulo Loureiro  21Arturo Álvarez
  2Tiago Valente  9Cícero
  4Abdullah Alhafith  14Jaime Poulson
  5Javier Cohene  25Irobiso
  19Ricardo  33Vinicio Angulo
P. Ferreira 2012/13David Oliveira
Considerando o baixo orçamento com que o Clube partiu para a temporada, e os altos resultados desportivos alcançados, o Paços foi, com toda a propriedade, a melhor equipa da época. Basta ver: os castores queriam manter-se na Liga Zon Sagres; e vão à Champions League. Perderam apenas 4 vezes, 2 em cada volta. Um milagre? Não, um excelente trabalho de um técnico competente (Paulo Fonseca), com um grupo fantástico de jogadores de baixo custo, portugueses na sua maioria, e com indíces de esforço e união acima da média. Paulo Fonseca cedo mostrou que queria implementar na Mata Real um futebol “à grande”, de posse e com os olhos postos na baliza. O resultado está à vista: adversário após adversário, foram caindo aos pés de uma equipa que, ao fim da primeira volta, já mostrava a toda a gente que a permanência era uma luta que sabia a pouco.
Assim, os pacenses começaram a assumir a Europa como objectivo, mas só se começou a falar (e baixinho) de milhões quando a equipa venceu no AXA, à jornada 18. Mas convém salientar a brilhante segunda volta: em 15 jogos, os pacenses perderam apenas contra o Benfica na Luz, e contra o campeão Porto na Mata Real, quando já tudo estava decidido.
O Paços praticou, durante toda a época, um futebol agradável e entretido. A equipa procurava sempre o golo, com uma filosofia de jogo que privilegiava a posse de bola, mantendo a solidez defensiva e com o ataque rápido a ser uma arma sempre considerada.
O 4x2x3x1 era quase sempre assimétrico, com Vitor e Josué a pisarem terrenos mais interiores que Hurtado, a seta mais veloz do ataque castor. Com Cícero em grande forma, os golos provinham tanto do dianteiro como da meia distância dos dois médios ofensivos, ou das diagonais de Hurtado.
Cá atrás, escudando a defesa, Luiz Carlos e André Leão formavam uma muralha intrasponível, que servia de primeira barreira da fortaleza pacense. Com Tony e Diogo Figueiras sempre bem na leitura do jogo e na possibilidade ou não de subir para ajudar o ataque, os centrais raramente se viam apanhados em contrapé, e também muito por aí passou o sucesso dos homens da Capital do Móvel.
Em resumo, uma equipa norteada pelo equilíbrio na procura pela vitória, sabendo manter sempre os espaços bem ocupados, tanto para defender como para partir para o ataque. Pelo futebol que praticou, pela grandeza táctica e pela filosofia imune a receios que adoptou, o Paços é um justo terceiro classificado, e mereceu inteiramente o prémio da Champions. Agora, com Costinha, veremos o que está para vir.

Destaques: A equipa do Paços funcionou muito bem como um todo, gerando por isso dificuldades para destacar, por sector, jogadores dos castores.
Na defesa, Ricardo e Diogo Figueirassão as referências que se nos afiguram mais naturais, devido às grandes exibições com que brindaram os seus adeptos ao longo da temporada. Embora Tony e Antunes (durante meia época) tenham estado igualmente bem nas laterais, a juventude de Diogo Figueiras é uma vantagem que, inegavelmente, pesa muito neste destaque. Já Ricardo esteve sempre seguro, sendo a base de uma defesa raramente abalada.
Do meio-campo para a frente, os destaques que escolhemos são Vítor e Josué. Ambos tacticamente perfeitos na interpretação daquilo que Paulo Fonseca pretendia, foram absolutamente instrumentais na conquista do pódio. Com golos, assistências, jogaram e fizeram jogar, e foram muitas vezes o motor de uma bem oleada máquina. Assim, merecem inteiramente o destaque que aqui lhes damos, numa temporada em que o Paços foi mais que brilhante.

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