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Futebol Clube Penafiel
De longe os mais fracos.Jorge Carneiro Não há muito a dizer sobre esta época do Penafiel. Começou mal, continou mal, e como não podia deixar de ser acabou mal. Pior ataque (21 golos marcados), pior defesa (61 sofridos), maior número de derrotas (23), menor número de vitórias (2 - record dos últimos 20 anos), record negativo de pontos dos campeonatos com três pontos por vitória (15), record de pontos de diferença em relação à linha de água (24), foi ainda eliminado da Taça pelo Lixa (equipa que andou a lutar para não descer na 2ªB) por uns contundentes e escandalosos 4-0. Dito isto que mais há a acrescentar? Esta equipa foi uma autêntica sombra da que surpreendeu na época passada, da qual saíram alguns jogadores importantes: Edgar Marcelino partiu rumo à Holanda. Wesley saiu rumo a uma experiência fustrada no Alavés, Fernando Aguiar foi dispensado; Clayton, Mariano e Sidney seguiram outros rumos dentro de Portugal, Folha e Drulovic terminaram a carreira. Para substituir todos estes jogadores, foram contratados alguns jogadores, na sua maioria Brasileiros ou Franceses de qualidade duvidosa, salvo uma ou outra excepção. Com tudo isto a época do Penafiel só podia dar no que deu. Estrela: Bruno AmaroEste médio oriundo das escolas do clube foi durante largos tempos o único a remar contra a maré. Pequeno, com boa visão de jogo, boa meia distância (o golo apontado nos primeiros segundos do jogo no Dragão atesta bem isso), e uma entrega ao jogo pouco comum. Mostrou ter qualidade para se manter na Liga apesar da descida da sua equipa. Assim, a próxima temporada servirá para demonstrar se Bruno Amaro, é de facto um grande jogador, ou se esta sua época se deveu a uma aplicação do "em terra de cegos..." Revelações: Guedes e DiasTendo em conta a época desastrosa da equipa e a decepção que se revelaram a maioria dos supostos reforços, houve espaço no plantel para o lançamento de alguns jovens. Foi o caso de Guedes e Dias. Guedes, o filho do malogrado Guedes, ex-jogador de Felgueiras, Fafe, Marítimo, P. Ferreira e Chaves entre outros, mostrou a espaços alguma qualidade, especialmente dada a sua juventude. Dias terminou a época a jogar de forma bastante regular, juntando algumas exibições bem acima da média. Decepções: Foram tantos...É difícil destacar alguem nesta rubrica, tal a quantidade de jogadores que nela se podem encaixar. Odair foi suspenso por pretensa agressão a um árbitro, N'Doye entrou em conflito com a direção e saiu cedo de cena, Roberto foi suspenso. Na defesa, Sérgio Lomba das poucas vezes que jogou esteve entre o mediano e o mau, Wellington foi titular toda a época e esteve mais em foco pela negativa (cartões, e culpas em golos) que pela positiva, Nuno Diogo substitui o castigado Odair e esteve muito mal também. No meio campo, Jorginho nunca demonstrou ser o jogador que o Penafiel precisava, Cristovão produto das escolas do FC Porto raramente foi utilizado e saiu mesmo a meio da época, Boronad teve um comportamente demasiado passivo em campo, Obrahovac vinha empenhado em deixar para trás a má imagem deixada em Guimarães mas a imagem deixada aqui ainda foi pior, Juninho Petrolina mostrou estar longe da sua melhor forma. No ataque, Jacques não foi o jogador rápido que brilhou no Rio Ave e que pôs a cabeça em água ao Benfica nos 3-3 da época passada, Dill chegou em Dezembro e nada acrescentou à equipa, Zé Rui não apareceu, Bibishkov não foi o jogador que prometeu ao serviço do Marítimo, Diallo marcou um golo e a sua época resume-se a isso. Até Marco Ferreira, salvos raros lampejos, foi uma sombra do jogador que em tempos ajudou a decidir uma final da Taça UEFA. Treinador: Luís CastroEm Penafiel seguiu-se a máxima de: "O comandante deve ser o último a abandonar o barco", pese embora Luís Castro ter colocado por diversas vezes o lugar à disposição. Embora não tendo responsabilidades directas na despromoção da sua equipa dado que a qualidade dos seus jogadores era muito inferior à dos seus adversários, resta ainda saber qual a sua dose de responsabilidade na má construção do plantel. |
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