ForaDeJogo.net - Naval 2011/2012


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Associação Naval 1º de Maio
Nome: Naval
Associação: AF Coimbra
Cidade: Figueira da Foz
Estádio: Municipal José Bento Pessoa
Ano de fundação: 1893
Sede: Apartado 2052
Estádio Municipal Figueira Foz
3080-036 - Figueira Da Foz
Web: www.naval1demaio.com
Plantel 2011/2012
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Treinadores
T Filó
Daniel Ramos
Entradas
Sandro (34)Ceuta   (II B)
Taborda (33)Politecnica Timisoara   (I)
Hugo Santos (28)União Madeira (II B)
Frechaut (33)Metz   (II)
Roberto (22)Tirsense (II B)
Willams (27)FC Brasov   (I)
Carlos Fernandes (33)Olhanense (I)
Delson (30)Olhanense (I)
Leomar (25)Mogi Mirim   (I E)
Tiago Mesquita (20)Alavés   (II B)
Leandrinho (27)América TO   (I E)
Ricardo Neves (22)Varzim (II)
Ricardo Ehle (26)Serrano   (I E)
Guilherme Teixeira (26)Grêmio Catanduvense   (II E)
Júnior Pereira (24)América TO   (I E)
Paulinho Guará (31)Hammarby   (II)
Zé Rui (28)
Fabiano (27)Sorocaba   (II E)
Liga Orangina
Guarda-redes Defesas Médios Avançados
1Guilherme Teixeira2Tiago Mesquita5Delson17João Pedro
78Ricardo Neves7Carlitos45Godinho9Michel Simplício
99Taborda31Zé Mário16Sandro70Hugo Santos
  13Carlos Fernandes20Leandrinho82Zé Rui
  26Willams30Giuliano10Prévitali
  3Ricardo Ehle11Edivaldo Bolívia19Paulinho Guará
  6Júnior Pereira  24Roberto
  8Leomar  89Fabiano
  18Frechaut    
  91Rogério Conceição    
Naval: Análise da épocaCarina Monteiro

Após a descida da equipa ao segundo escalão e da saída de muitos jogadores, a SAD navalista viu-se obrigada a reformular o plantel. A aposta foi clara: caras experientes aliadas a jogadores novos, mantendo alguns nomes que já estavam no clube há pelo menos 2 épocas. Com uma pré-época aceitável, a equipa montada por Daniel Ramos prometia muito, sendo vista como uma das principais candidatas à subida aos olhos dos analistas desportivos.

No entanto, essa ideia foi cedo desvanecendo-se, principalmente nos jogos para a Liga Orangina. No que diz respeito às outras competições em que a Naval esteve presente, pode-se afirmar que estiveram bem, tendo em conta que na edição da Taça de Portugal eliminaram Freamunde e Macedo de Cavaleiros, sendo seguidamente eliminados pelo Benfica, por 0-1, na 4ª eliminatória e na Taça da Liga, passaram normalmente a 1ª fase de grupos, sendo eliminados posteriormente pelo Vitória de Setúbal, numa eliminatória a dois jogos, e onde a equipa da Figueira da Foz bem se pode queixar da sorte. Mas voltando à Liga Orangina, que era o principal objectivo navalista, as coisas não correram assim tão bem.

No futebol, há coisas que não fogem à regra. Quando analisamos os números da Naval, podemos verificar que a sua principal falha esteve na defesa, tendo em conta que concluíram a Liga com uma diferença de 13 golos entre marcados (40) e sofridos (33). Se compararmos com as outras equipas que ficaram acima do 4º lugar, todas elas apresentam um saldo positivo maior. Outra questão que explica o desaire navalista foram as derrotas em casa. A Naval foi derrotada 4 vezes no seu reduto, o que equivale a 12 pontos perdidos, sendo que, foi a que perdeu mais pontos, em relação aos adversários directos.

Mesmo assim nem tudo é negativo. Depois da derrota em casa com o Estoril Praia por 0-3 à 11ª jornada, Daniel Ramos viu-se obrigado a alterar um pouco o sistema de jogo da sua equipa, apostando mais em assumir os jogos logo de início e isso trouxe-lhe frutos: conseguiu a melhor série de jogos sem perder da Naval, 12. Apesar disso, o final do campeonato viria a ser penoso para a equipa, por diversos motivos.

Momento: A derrota em Oliveira de Azeméis.

Vindo da tal série de 12 jogos sem perder para o campeonato da Liga Orangina, a Naval entrou numa série de jogos importantíssimos para alcançar o objectivo principal – a subida. O confronto e as derrotas seguidas com a Oliveirense (3-2), Belenenses (0-1) e Estoril Praia (2-0) ditaram o final das aspirações navalistas. O jogo com a Oliveirense era de extrema importância, pois marcava o início de uma fase mais complicada para a equipa, e acabou por abrir uma fenda no navio comandado por Daniel Ramos, que saiu após a derrota com o Belenenses. Aprígio Santos contratou então Filó, já na perspectiva de preparar a próxima época, restando ainda a possibilidade de lutar pelo 3º e 4º lugares, caso existisse a tal liguilha que não chegou a avançar. A Naval acabou em 4º lugar, com um sabor algo amargo.

A figura: João Pedro

Tendo dado já provas na época anterior de boas qualidades técnicas, foi um daqueles que tentou lutar sempre contra a maré. Incansável, fez ambos os flancos e apoiou sempre que pôde a defesa. O jogo passou sempre pelos seus pés.

Revelação: Júnior Pereira

Estando para ser dispensado, a oportunidade bateu-lhe à porta no momento certo, e soube aproveitá-la da melhor maneira. Central que demonstra uma enorme capacidade de luta e precisão. Não inventa, sabe ler o jogo e também marca golos.

Desilusão: Hugo Santos

Prometeu, com um bom início de época e com golos de belo efeito, mas depressa desapareceu, mostrando-se quase sempre desinspirado.

 

CARINA MONTEIRO

O Navalista


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