ForaDeJogo.net - Sporting 2009/2010


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Sporting Clube de Portugal
Nome: Sporting
Associação: AF Lisboa
Cidade: Lisboa
Estádio: José Alvalade Sec. XXI
Ano de fundação: 1906
Sede: Estádio José Alvalade
Apartado 42099
1601-801
Web: www.scp.pt
Plantel 2009/2010
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Treinadores
T Carlos Carvalhal
Leonel Pontes
Paulo Bento
Staff
José Lima(ADJ), Rifa(ADJ), Leonel Pontes(ADJ), Carlos Pereira(ADJ)
Entradas
João Pereira (25)Sp. Braga (I)
Matías Fernández (23)Villarreal   (I)
Saleiro (23)Académica (I)
Pedro Mendes (30)Rangers   (I)
André Marques (21)Vitória Setúbal (I)
Caicedo (20)Manchester City   (I)
Angulo (32)Valencia   (I)
Rochemback (27)Grêmio PA   (A)
Cédric (17)Sporting (JUN)
Mexer (20)Desp. Maputo   (I)
Sinama-Pongolle (24)Atlético Madrid   (I)
Nuno Reis (18)Sporting (JUN)
Kikas (18)Sporting (JUN)
Renato Neto (17)Sporting (JUN)
Rúben Luís (18)Sporting (JUN)
Liga Sagres
Guarda-redes Defesas Médios Avançados
1Rui Patrício5Pedro Silva6Adrien Silva7Izmaylov
16Tiago21João Pereira8Rochemback20Yannick Djaló
19Ricardo Batista41Cédric24Miguel Veloso9Saleiro
34Stojkovic78Abel28João Moutinho11Caicedo
50Rúben Luís12Caneira43Kikas23Hélder Postiga
  18Grimi2Pedro Mendes31Liedson
  55André Marques25Pereirinha22Sinama-Pongolle
  3Daniel Carriço10Vukcevic  
  4Anderson Polga14Matías Fernández  
  13Tonel17Angulo  
  30Mexer46Renato Neto  
  44Nuno Reis    
Para o ano é que éPedro Gonçalves

Depois de quatro segundos lugares consecutivos, que provavam relativa consistência mas igualmente que faltava sempre qualquer coisa para alcançar algo mais, o Sporting partia para a nova época com o objectivo de sempre: o título. Relativamente à época anterior não se tinha perdido um grande número de jogadores relevantes. Saía Romagnoli já em claro declínio no ano anterior, fustigado pela sua incapacidade física, chegando Matias Fernández de quem muito se esperava. No ataque saía o veterano Derlei, importante pela disponibilidade em cada lance e que tinha marcado 7 golos no ano anterior, e chegavam Caicedo e o veterano Angulo, apostas de risco para jogar ao lado de Liedson, e que se viriam a revelar falhadas. De resto, vários nomes tinham circulado pelos jornais sob forma de rumores de saída mas todos eles permaneceriam em Alvalade um ano mais, incluindo o mais noticiado Miguel Veloso que após uma campanha decepcionante em 2008/09 viu a sua cotação no mercado cair drasticamente. Além destas situações havia ainda a incógnita Vukcevic, que vivia na corda bamba com Paulo Bento. Havia talento na equipa do Sporting, pelo menos em quantidade idêntica ao ano anterior em que a equipa tinha uma vez mais conseguido ser 2ª.

No entanto, se no Sporting as alterações não eram significativas, o mesmo não se podia dizer do seu grande rival, o Benfica, onde chegavam nomes que em teoria, tornavam a equipa na mais forte. O tetracampeão FC Porto tinha perdido alguns jogadores importantes, e continuava a apostar no mercado argentino para suprimir as lacunas originadas pelas saídas. A luta seria previsivelmente a 3, apenas porque sempre o é, estando um Sporting de Braga com um plantel de valor pelo menos semelhante ao do ano anterior em que a equipa desiludiu a nível interno, à espreita de um falhanço de algum dos grandes de modo a poder aspirar a mais altos voos que apenas a habitual Liga Europa.

Começava-se então a caminhada para esse objectivo e logo com dificuldades, nomeadamente um empate com o Nacional e uma derrota com o Braga. Quatro dias depois surgia a eliminação da pré-eliminatória da Liga dos Campeões aos pés da Fiorentina. Os maus resultados aliados a questões internas extra-futebol que deveriam permanecer fora dos olhares do grande público causaram que desde cedo Paulo Bento estivesse a caminhar sob brasas. À má entrada seguiram-se vitórias sob adversários de menor valia, que não serviram para amenizar os ânimos até porque pelo meio o Sporting perdeu com o único adversário de valor que defrontou nesse período, o FC Porto. Paulo Bento ia mantendo a cabeça à tona com vitórias na Taça e na Liga Europa, mas 3 empates consecutivos para o campeonato e um frente ao Ventspils para a Liga Europa ditaram a morte anunciada de uma relação "forever" que nem sempre primou pela tranquilidade.

Começava a busca do sucessor de Paulo Bento. Não parecia um trabalho fácil. O Sporting era por esta altura 8º e reinava a falta de confiança entre os adeptos e plantel. O jovem Villas Boas esteve com um pé no Sporting mas seria finalmente Carlos Carvalhal a assumir as rédeas. Carvalhal vinha de um trabalho nada conseguido no Marítimo onde a 1 vitória em 11 jogos na edição anterior da liga se seguiu 1 vitória em 6 no começo da actual, até ter sido substituído por Van Der Gaag, e mediante este panorama, a confiança dos adeptos não melhorou. Estreou-se para a Taça frente ao Pescadores, equipa da 3ª divisão nacional, e com um triunfo robusto por 4-1. No entanto, a equipa perdia ao intervalo e só quando Miguel Veloso decidiu abrir o livro (como várias vezes fez no decurso desta época) é que o Sporting se assumiu como o claro favorito, que era, à vitória.

Na abertura do mercado chegava João Pereira que tinha estado em bom plano pelo Sporting de Braga na primeira metade da época e nos anos anteriores, mas o lateral direito nunca conseguiu chegar ao nível apresentado na equipa minhota. Chegou também Pedro Mendes que rapidamente se conseguiu impor no meio campo, transmitindo-lhe um equilíbrio e consistência que não tinha conseguido apresentar até aí. Pedro Mendes foi mesmo a contratação de Inverno com maior sucesso da equipa leonina, que tentou ainda resolver o fiasco Caicedo com novo avançado, Sinama-Pongolle, que acabou por não fazer muito melhor. A equipa continuava tremida, mas acabou por conseguir dar um pequeno pontapé na crise com uma boa série de vitórias, que a levou ao 4º lugar da liga, e a ia mantendo na discussão das outras taças internas. As esperanças de salvar a época de alguma forma, começaram no entanto a ser aniquiladas durante um brutal período de menos de 1 mês em que a equipa perdeu 5 partidas em 7 possíveis, sendo eliminada de ambas as competições internas a eliminar e caindo de uma desvantagem na liga de 6 pontos para o terceiro, para 14.

Num ano que foi consistente apenas na sua inconsistência, a uma intempérie voltou a seguir-se a bonança. Foi o melhor período do Sporting em toda a temporada que incluiu vitórias confortáveis sobre Porto, Everton, Belenenses, Vitória de Guimarães e inclusive uma eliminatória muito bem disputada com o Atlético de Madrid, mas já era demasiado tarde no calendário para recuperar, e com a eliminação por golos fora da Liga Europa acabaram de vez as esperanças de salvar a época. A campanha seria culminada com jogadores sem motivação, em jogos sem chama, típicos do final de época de qualquer equipa pequena que conquistando a manutenção, aguarda apenas o seu final com o sentimento de dever cumprido. Os adeptos exigirão um Sporting bem melhor em 2010/11, um Sporting já sem Carvalhal, que soube que não iria continuar no clube de uma forma inadequada, e ainda antes de o campeonato ter terminado.

Os momentos: O fim de uma relação "forever" e como perder tudo em 3 semanas.

Não é fácil eleger o momento mais marcante numa época que foi marcada por várias situações que de forma constante afectaram o desempenho da equipa, no entanto, houve dois momentos que por motivos diferentes afectaram de forma mais significativa uma temporada para esquecer.

2009/10 começou logo de forma complicada com o Sporting a ser eliminado da 4ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões e a vencer o seu primeiro jogo apenas ao 7º jogo oficial, relativo à 3ª jornada da liga. A situação desde aí melhorou um pouco, mas o Sporting voltou à senda dos empates e Paulo Bento, já a caminhar sobre brasas, não resistiu. Este foi o primeiro momento marcante da época. O terminar de uma ligação de vários anos e que nas palavras do próprio presidente seria para durar muitos mais. Por esta altura, o Sporting tinha já 12 pontos de atraso para o líder da liga, o Sporting de Braga. As ambições para o campeonato eram já por esta altura reduzidas, mais até pela situação interna problemática do clube. No entanto, os leões de Alvalade continuavam inseridos em todas as competições internas e na Liga Europa, na qual se tinham conseguido bons resultados até aí.

Com Carvalhal o começo foi também tremido, no entanto, embora não se verificasse uma evolução significativa em termos de qualidade de jogo, começaram gradualmente a surgir vitórias que deixavam a equipa no final de Janeiro a 6 pontos do Porto e a 12 do líder. Sem ser um cenário animador, a equipa permanecia aproximadamente com a mesma desvantagem para os líderes, e mais importante que isso permanecia activa em todas as frentes, tendo ainda várias oportunidades para salvar a época. No entanto, no período entre a 17ª e 20ª jornadas, tudo mudou. Não só esteve 7 partidas sem ganhar com impensáveis 5 derrotas, como foi eliminada das duas taças Internas. No final deste período negro de 3 semanas, estava agora a 14 pontos do Porto e a 20 do líder. Restou apenas uma competição, a Liga Europa, que também duraria apenas mais uma eliminatória e seguir-se-ia uma série de jogos para cumprir calendário em que os adeptos já estariam mais interessados na época seguinte do que na em curso.

A Figura: Miguel Veloso

O jogador com maior potencial do plantel leonino começou a revelar ao país todo o seu talento, ainda por polir, logo na primeira época em que actuou ao serviço do Sporting, a partir do momento que ganhou a posição 6 num meio campo de qualidade ao qual veio na altura acrescentar uma alternativa de jogo de passe mais longo à boa capacidade de condução de bola e passe curto já existente. Depois do ano da revelação que colocou os gigantes da Europa de olho nele, Miguel Veloso teve uma 2ª época em bom nível, mas ainda sem explodir.

Na 3ª época ao serviço da equipa sénior do Sporting, Veloso deu o salto, mas na direcção errada. Com a cabeça noutras paragens e em constante má forma física, o seu desempenho foi para esquecer, e a sua cotação no mercado caíu a pique. Em ano de Mundial, Miguel Veloso tinha de dar a volta por cima, até mesmo se continuava com a expectativa de poder chegar a mais altos voos.

Neste ano, a equipa do Sporting esteve vários furos abaixo do que havia acontecido nas edições anteriores, mas desta vez, sem culpas para o médio. Miguel Veloso foi o destaque numa equipa marcada por um jogo sem imaginação, fosse jogando a 6, a lateral esquerdo ou a interior esquerdo após a chegada de Pedro Mendes. Além do que habitualmente trazia ao jogo da equipa a nível de visão de jogo e capacidade de passe, Miguel Veloso jogou esta época de forma bem mais intensa e mais física, o que teve um lado mau devido ao aumento no número de cartões mas também um lado bom, comprovado pelo aumento no número de golos (foram 12 em todas as competições), sobretudo em alturas cruciais, para além dos intangíveis que não poderão ser avaliados por meras estatísticas.

É verdade que Veloso não teve uma época perfeita, mas foi ainda bastante positiva, numa equipa a render muito abaixo das suas possibilidades e tendo em conta o desempenho dos colegas: Izmailov, excelente a espaços mas pleno de conflitos e inconsistências; Moutinho a um nível regular mas bem abaixo do costume; o habitual esteio defensivo Polga, em ano para esquecer; Matias Fernandez que prometeu bastante mas perdeu gradualmente relevância e posteriormente o lugar; e Liedson, que como de costume esteve melhor na 2ª volta que na 1ª, mas esteve claramente abaixo do nível evidenciado em outras épocas; é justo dizer que Miguel Veloso esteve bem acima de todos os restantes.

A Revelação: Carriço

Carriço foi a revelação Sportinguista em 2008/09. A forma como ganhou a titularidade a Tonel foi impressionante para um jovem jogador, numa posição onde a experiência costuma ser factor determinante. Na nova época esperar-se-ia que continuasse a sua evolução, continuando a disputar o lugar de central com Polga e Tonel, sobretudo o segundo, devido ao estatuto do brasileiro que lhe permitia à partida ter lugar assegurado. Excepto que a falta de motivação de Polga durante a época foi evidente, e originou desconcentrações que estiveram na origem de vários erros. Polga transmitiu uma pálida imagem daquilo que já foi, e acabou por passar longos períodos afastado do 11. Estava assim aberto o caminho para Tonel e Carriço poderem constituir a dupla de centrais ao longo de grande parte da temporada. Temporada essa que foi dura para o Sporting, com várias situações extra-relvado que afectaram negativamente o clube levando a que tivesse um desempenho bem abaixo do esperado em todas as competições. Poucos jogadores conseguiram permanecer praticamente imunes ao que se passava à sua volta, mas Carriço demonstrou ainda assim relativa regularidade, importante para evitar males maiores. Seria compreensível uma quebra mais acentuada da parte de um jogador jovem que não vivia com o melhor dos ambientes em seu redor, mas tal não se veio a verificar.

O primeiro terço de época foi o melhor período do central que esteve em excelente plano. Carriço demonstrou ter dado um salto qualitativo em relação à época anterior em que já tinha tido bons desempenhos, conseguindo durante estes meses o seu primeiro golo enquanto sénior. Foi igualmente um golo importante porque foi o que que despoletou a reviravolta frente ao Olhanense, que tinha entrado melhor e conseguido uma vantagem de 2 golos desde cedo. Durante este período apenas se lhe podem apontar dois jogos menos conseguidos, incluindo aquele em que se verificou a sua única expulsão em 2009/10, frente ao Rio Ave. No início de época do Sporting bastante tremido, a qualidade evidenciada por Carriço foi um dos factores que mais ajudou a que o clube não se afundasse mais ainda na tabela classificativa. No desenrolar da época, o central manteve quase sempre a titularidade terminando-a como o defesa com mais minutos jogados da equipa, e o 4º de todo o plantel (atrás de Patrício, Moutinho e Liédson).

A importância de Carriço para a consistência defensiva da equipa pode ser constatada até no facto de a confiança no central se ter mantido inabalada mesmo quando 2 jogos para esquecer eliminaram a equipa de ambas as taças de forma dolorosa, através de duas goleadas aos pés dos seus rivais. A confiança mantinha-se já que mesmo não estando bem, não foi por Carriço que o Sporting os perdeu. Mais do que o ano da revelação, este terá sido o ano da afirmação deste jovem talento leonino, mas em época marcada de forma bem mais vincada pelas desilusões, a maior revelação voltou a ser Carriço, um jogador que poderá marcar o futuro da Selecção Nacional e do Sporting e de outros clubes por onde venha a passar.

A desilusão: Angulo/Caicedo/Sinama Pongolle

3 reforços para as zonas mais adiantadas do terreno; 3 reforços oriundos das principais ligas europeias; 2 golos em toda a época entre os 3 (e um deles foi um auto-golo). O Sporting versão 2009/10, como um todo, foi uma desilusão. Por um ou outro motivo, foram muitos os jogadores a apresentar um nível de jogo vários furos abaixo do nível apresentado em anos anteriores, e em todos os sectores. No entanto, a cereja no topo do bolo consistiu na (quase) completa ausência de produtividade da parte de 3 jogadores ofensivos chegados directamente das ligas espanhola e inglesa.

Angulo foi um jogador que salvo empréstimos iniciais fez toda a sua carreira no Valencia. Viveu os melhores anos da história do clube, conquistando o título espanhol (por duas vezes) e a Taça UEFA, e chegando à final da Liga dos Campeões (também por duas vezes). Foi quase sempre um jogador importante para o clube pela raça demonstrada que auxiliava os jogadores mais criativos do ataque jogando geralmente solto nas costas do ponta de lança ou caindo no flanco. Aos 32 anos, e após duas épocas de diminuta utilização no clube, chegava ao Sporting. A estadia não foi duradoura. Estreou-se oficialmente à 4ª jornada como titular, perdeu a titularidade pouco depois após desempenhos muito apagados, e jogou pela última vez saltando do banco ainda em Novembro sem ter feito o gosto ao pé nem marcando positivamente a equipa. Estava já encerrado o ciclo de Angulo no Sporting e os mais desatentos, dentro de algum tempo, nem se lembrarão da sua passagem.

Caicedo era um jovem (20 anos à chegada ao clube) jogador equatoriano rotulado como muito promissor e já parte integrante da selecção A do seu país. Chegava da liga inglesa, de um Manchester City onde não teria espaço esta época após o investimento milionário do clube, que adquiriu jogadores como Adebayor, Tevez ou Roque Santa Cruz. Esperava-se que pelo menos demonstrasse o talento que o levou com 19 anos do Basileia para a liga inglesa, mas a verdade é que nunca conseguiu deixar uma imagem satisfatória que justificasse a aposta. Durante a sua também curta estadia em Alvalade, Caicedo foi maioritariamente utilizado por Paulo Bento nas segundas partes com o objectivo de introduzir um jogador mais poderoso (e fresco) fisicamente no ataque, esperando com isso alterar o rumo dos acontecimentos em jogos que não estivessem a correr de feição. A época leonina deu azo a muitas destas situações, tendo por isso Caicedo tido algumas oportunidades para mostrar o seu valor. Infelizmente para ele e para o Sporting, se Caicedo ficar na memória dos adeptos, será pelos seus falhanços escandalosos e não pelos golos que (não) marcou, nem mesmo nas 3 oportunidades (1 no campeonato e 2 na Europa) que teve para jogar de início. Sairia na reabertura do mercado para Málaga não deixando saudades.

Sinama-Pongolle chegava do Atlético Madrid e contava no seu currículo com alguns anos de Liverpool. O francês chegou ao Atlético vindo do Recreativo onde tinha conseguido 2 épocas com qualidade chegando à barreira dos 10 golos em ambas. No entanto, no seu currículo contavam-se também vários anos de escassa utilização e produtividade em clubes com outras ambições. No Atlético apesar de muito utilizado no primeiro ano (geralmente nas segundas partes), perdeu total protagonismo no segundo, não tendo chegado a fazer o gosto ao pé, e foi nestas circunstâncias que chegou a Portugal em Janeiro para tentar fazer aquilo que Caicedo, Angulo e Postiga não conseguiam: marcar golos. Pongolle, como Caicedo, começou a ser utilizado como suplente, tendo passado depois pela titularidade em alguns jogos. As exibições desprovidas de produtividade e derrotas do clube fizeram-no perder rapidamente o lugar. Só voltaria a ser utilizado uma vez, frente ao Marítimo. Nesse jogo, Pongolle entrou em campo com o jogo empatado a um golo, e cedo conseguiu introduzir a bola na baliza... de Rui Patrício. O Marítimo dilataria ainda a vantagem, e já em cima do apito final Pongolle ainda conseguiu marcar 1 golo (de grande penalidade) reduzindo para 3-2 mas já era tarde. Este viria a ser o último jogo de Pongolle no Sporting, tendo a equipa terminado com 1 vitória, 1 empate e 5 derrotas em jogos em que marcou presença no relvado.


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