ForaDeJogo.net - Sp. Braga 2012/2013


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Sporting Clube de Braga
Nome: Sp. Braga
Associação: AF Braga
Cidade: Braga
Estádio: Estádio AXA
Ano de fundação: 1921
Sede: Estádio Municipal De Braga
Apartado 12
4711-909
Web: www.scbraga.pt
Plantel 2012/2013
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Treinadores
T José Peseiro
Staff
Jorge Vital(GR)
Entradas
Eder (24)Académica (I)
Rúben Micael (25)Zaragoza   (I)
Beto (30)CFR Cluj   (I)
Ismaily (22)Olhanense (I)
João Pedro (26)Naval (II)
Sasso (21)Beira-Mar (I)
Cristiano (21)Valencia B   (II B)
Palmeira (22)Sp. Braga B (II)
Aníbal Capela (21)Sp. Braga B (II)
Emídio Rafael (26)Sp. Braga B (II)
Michel (25)Paços de Ferreira (I)
Gonçalo Silva (21)Sp. Braga B (II)
Kritciuk (21)Akademiya Tolyatti   (II B)
Rabiola (22)Sp. Braga B (II)
Haas (26)U. Leiria (I)
Patrão (22)Leixões (II)
Manoel (23)Sp. Braga B (II)
Carlos Eduardo (19)Sp. Braga (JUN)
Guilherme (21)Gil Vicente (I)
Nikiema (18)Sp. Braga (JUN)
Pedro Cavadas (20)Sp. Braga B (II)
Liga ZON Sagres
Guarda-redes Defesas Médios Avançados
1Quim15Baiano22Djamal7João Pedro
23Cristiano25Leandro Salino27Custódio30Alan
24Kritciuk6Emídio Rafael54Patrão5Rúben Amorim
33Beto20Elderson60Nikiema9Paulo César
73Pedro Cavadas21Ismaily63Mauro10Hélder Barbosa
  2Sasso45Hugo Viana17Eder
  3Haas40Guilherme18Lima
  4Nuno A. Coelho8Márcio Mossoró19Rabiola
  26Paulo Vinícius14Rúben Micael29Zé Luís
  44Douglão79Carlos Eduardo83Carlão
  74Gonçalo Silva  12Michel
  75Aderlan Santos  99Manoel
  77Palmeira    
  80Aníbal Capela    
Sp. Braga 2012-13David Oliveira
Para todos os efeitos, a época de 2013/13 foi encarada em Braga como um falhanço, visto que o Clube deixou escapar a presença na Champions para o Paços de Ferreira. Isto apesar de os gverreiros terem conquistado a Taça da Liga, primeiro troféu desde 1966. Todavia, como ficou depois provado pela rescisão com Peseiro, o objectivo principal era o 3º lugar e esse não foi atingido. Os minhotos até mantiveram a toada de futebol agradável que já vinha norteando a sua actuação há vários anos, mas perderam muitos jogos para quem quer, com todo o direito, lutar pelo pódio ou, como chegou a ser admitido por António Salvador, pelo título. No total foram 10 derrotas e 4 empates, ou seja, o Braga perdeu pontos em quase uma volta inteira do campeonato. A diferença para o Paços? Fez-se nas derrotas. Apenas 4 equipas venceram os castores. Já o Braga, pouco empatou, mas perdeu muito. No final da época, o resultado era inevitável: bastava que uma dessas derrotas fosse uma vitória, e talvez Peseiro ficasse, talvez a época que terminou ficasse escrita a ouro na história do Braga. Assim sendo, a Taça da Liga foi apenas a salvação de uma época que se foi perdendo.
Com José Peseiro, a equipa do Braga aprensentou-se frequentemente num 4x2x3x1 com Custódio e Ruben Amorim como duplo pivot, formando não só a primeira barreira protectora dos assaltos às redes arsenalistas, como também a saída para o ataque, principalmente com Amorim a subir para o lado de Hugo Viana. Com isso, Mossoró e Alan tinham liberdade quase máxima para deambular pela frente de ataque, onde Éder garantia de golos. Contudo, a coisa começou a correr mal com a lesão do dianteiro. A partir daí, o Braga começou a sentir dificuldades para marcar golos, e começou a sofrer mais do que devia. Por entre um período em que a defesa ficou entregue a jovens da B (Aderlan e Capela, por exemplo), e o ataque sem dono fixo (nem Carlão nem Zé Luis foram alternativas reais ao lesionado goleador), começou a ficar nítido que o Braga teria dificuldades em atingir o 3º lugar. O desfecho foi, por isso, apenas lógico.

Destaques: No Braga, apesar de colectivamente a época não ter sido inteiramente satisfatória, conseguem-se estabelecer os destaques individuais sem grande esforço. Custódio afirma-se cada vez mais como uma certeza no futebol português, sendo a sua qualidade e preponderância no futebol bracarense inquestionáveis. À frente, Hugo Viana manteve-se como um bastião da pura classe, tanto a rematar como a fazer passes milimétricos para os avançados. A comprová-lo está a saída para as Arábias num contrato milionário. Por fim, tem de se falar de Éder. Pergunte-se, mesmo, se a época não teria sido diferente caso o avançado português não se tivesse lesionado. Em 18 jogos, marcou 13 golos, pelo que o seu nome fica inegavelmente ligado à temporada minhota, numa amarga ideia de “o que poderia ter sido”.

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