João Tomás, o Rei do AveJoão Paulo Meneses
Dificilmente poderia ter começado pior e dificilmente poderia ter acabado melhor, passando do 8 ao 80 em poucas semanas. Algumas arbitragens (olá Bruno Paixão...), algumas lesões (sobretudo no eixo da defesa) e algumas más opções (Braga devia ter jogado mais) conjugaram-se para um inicio desastroso. Depois de cinco derrotas seguidas entre a 14ª e a 18ª jornadas, e de um murro na mesa dado pelo super-João Tomás, a equipa tomou outro rumo. Nos últimos 10 jogos apenas perdeu dois (em Braga e com o Benfica) e praticou um futebol avassalador. A equipa acabou numa classificação meritória e justa face à qualidade do plantel.
O momento: conferência de imprensa pós FC Porto 1 - 0 Rio Ave
Após a derrota no Dragão (que era a 5ª derrota seguida), João Tomás liderou a 'revolta' de quem estava cansado de perder. Um murro no balneário, através da comunicação social, que teve resultados notáveis.
A figura: João Tomás
Pelo que disse antes, pelo que jogou e fez jogar e pelos 16 golos. Mais não era possível; é o novo ídolo dos rioavistas.
A revelação: Tiago Pinto.
Depois de várias épocas frustrantes, veio para Vila do Conde e começou no banco. Quando agarrou o lugar, começou a crescer até acabar como um gigante. O Sporting de Braga ainda se vai arrepender de o ter dispensado!
A desilusão: Fábio Felício
Um dos jogadores mais caros do plantel e mais experientes, que vinha rotulado como craque, quase nunca jogou. Entre lesões e não-convocatórias, foi uma super-desilusão. Fábio Felício tem mais um ano de contrato, mas o futuro não é sorridente.
J.P. Meneses
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