ForaDeJogo.net - Canedo 2008/2009


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Canedo Futebol Clube
Nome: Canedo
Associação: AF Aveiro
Cidade: Canedo, Santa Maria da Feira
Estádio: Valadas
Ano de fundação: 1984
Sede: Av Eleito Local
4525-011 - Canedo Vfr
Web: www.facebook.com/canedofc1984/
Plantel 2008/2009
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Treinadores
T Rui França
Batista
Entradas
Zé Miguel (24)U. Lamas (III)
Romão (27)Paços de Brandão (I R)
Bruno Martins (34)Cesarense (I R)
Badolas (25)Sanguêdo (I R)
Toninho (19)U. Lamas (III)
João Loureiro (16)Canedo (JUN)
Feiteira (26)Sanguêdo (I R)
Telmo (24)Carregosense (I R)
João Carlos (25)Sanguêdo (I R)
Serginho (19)U. Lamas (III)
André Dolores (24)Sanguêdo (I R)
Rochinha (19)Argoncilhe (II R)
Pascoal (38)Sanguêdo (I R)
Vítor (36)Argoncilhe (II R)
Félix (32)Paços de Brandão (I R)
Rui Humberto (28)Sanguêdo (I R)
Zé Manel (27)Paços de Brandão (I R)
China (22)Sanguêdo (I R)
Marcelo (19)Futsal
Ricardo Jorge (18)Canedo (JUN)
I AF Aveiro
Guarda-redes Defesas Médios Avançados
13Zé Miguel73Bruno Martins15Hugo11Tiago
33Rui Oliveira Amadeu17Rochinha88Zé Manel
 Pascoal2Toninho21Romão20Telmo
  6Vítor8João Paulo João Loureiro
  19João Carlos22Rui Humberto9Félix
  45Marcelo30Serginho29China
  77Marinho Feiteira  
  23André Dolores Ricardo Jorge  
    10Badolas  
Má planificação dá em descidaRaúl Paiva

O trabalho realizado pela comissão administrativa liderada por José Manuel Santos, deu os “frutos” desejados: o Canedo era agora um clube estável e com dívidas mínimas. Por isso, a temporada 08/09 era encarada com alguma expectativa, uma vez que com as contas (quase) todas em dia, o Canedo tinha tudo para fazer uma excelente temporada. Mas, sem que nada o prevesse, o Canedo entrou em Agosto sem direcção e claro sem plantel para competir na I Divisão Distrital. A solução directiva apareceu já na segunda quinzena do oitavo mês do ano, quando um grupo liderado por Rui Almeida impediu que o futebol sénior terminasse em Canedo.

Rapidamente, a nova comissão administrativa entrou no “mercado” à procura de um treinador e, a escolha recaiu em Batista, técnico já com alguma experiência na I Divisão Distrital e, que na temporada 06/07 se havia sagrado campeão da II Divisão Distrital ao serviço do Sanguedo. No que toca à construção do plantel, o técnico conseguiu manter alguns elementos que haviam sido decisivos na temporada anterior como João Paulo, Marinho ou Tiago, mas perdeu grande parte do plantel, “segurando” seis jogadores apenas. Grande parte dos reforços, tal como não podia deixar de ser, chegaram do Sanguedo, clube anterior do técnico. Na baliza, as saídas de Roberto para o Fiães e de Ricardo para o Mosteirô de Arouca, levaram o técnico a contratar Pascoal (ex Sanguedo) e Zé Miguel (ex União de Lamas). Rui permaneceu e completava o leque de opções para a baliza. No sector defensivo, é que residia o principal problema de Batista. Apenas duas permanências: Amadeu lateral direito e Marinho defesa central. Assim sendo, o técnico optou por fazer regressar jogadores conhecedores dos “cantos” da casa, como João Carlos e Bruno Martins. Para as laterais, além de Bruno Martins, chegou Toninho proveniente do U. Lamas, e que também podia jogar a defesa central. Para o centro da defesa, a juntar a Marinho, chegaram além de João Carlos, Vítor (ex Argoncilhe), André Dolores (irmão de Rui Dolores, ex Sanguedo) e a promoção de um ex júnior: Marcelo. No meio campo, apenas duas permanências: o trinco Hugo e o capitão João Paulo. A juntar a estes, Batista “recebeu” seis reforços: para o sector mais recuado do meio campo, chegaram Nélson Feiteira e Rui Humberto, ambos provenientes do Sanguedo; enquanto que mais para a “frente” chegaram Romão (ex Paços de Brandão), Badolas (ex Sanguedo), Serginho (ex U. Lamas), e houve ainda o regresso de Rochinha. Quanto ao sector ofensivo, apenas uma permanência: a do extremo Tiago. Com apenas um elemento para o ataque, Batista contratou Zé Manel e Félix ao Paços de Brandão, e China ao Sanguedo. A estes juntou-se Telmo já em Outubro, outro jogador que regressou ao Canedo, e que chegava do Carregosense.

A pré época, realizou-se um pouco “à pressa”, e os resultados até nem foram lá muito positivos. Mas, o mais importante era quando começasse “a sério”. O campeonato arrancou a 14 de Setembro de 2008, e o Canedo entrou em grande. Na deslocação ao sempre difícil terreno do Gafanha, a equipa canedense ainda esteve em desvantagem, mas conseguiu dar a volta, entrando assim com o pé direito na I Divisão Distrital 08/09. Depois, vieram duas derrotas um pouco surpreendentes. A primeira em casa frente ao Fermentelos por 2-1; a segunda na deslocação ao terreno do recém-promovido Bustelo, por 4-1. O campeonato estava no início, é certo, mas todos os pontos são preciosos. À 4ªJornada, na recepção ao Cucujães, a turma canedense venceu por 2-0 e amealhou mais três pontos, conseguindo assim sair de uma zona mais incómoda. O próximo jogo, também seria disputado em casa, e obrigatoriamente a equipa tinha de vencer: primeiro porque jogava em casa e era favorita; e porque o adversário era a BARC, equipa que nos quatro jogos anteriores, apenas havia conseguido um ponto.

Inexplicavelmente, o Canedo cedeu um empate frente ao último classificado, a um golo. Para “apagar” ás mágoas deste decepcionante empate caseiro, a equipa uniu-se e arrancou uma vitória a “ferros” em casa do Valonguense por 3-2, depois de ter estado a perder 2-1. Esta vitória permitiu ao Canedo subir ao 9º lugar da geral, uma posição tranquila. Depois aconteceu mais uma decepção caseira. Desta vez, frente à LAAC, a equipa canedense “bloqueou” a vinte minutos do fim, quando sofreu o golo que ditou a derrota. A equipa parecia mais “solta” a jogar fora de casa, e à 8ª jornada conquistou o seu quarto triunfo no campeonato, o terceiro fora de portas. Foi em casa do Pessegueirense (vitória por 1-0). Na jornada seguinte, nova vitória, desta vez em casa frente a um dos candidatos à subida: Estarreja. Com estes dois triunfos, o Canedo subiu ao 3º lugar da geral, perspectivando-se um campeonato tranquilo daí para a frente.

Nas Jornadas 10 e 11, a equipa não deu uma resposta “positiva” dentro de campo, e perdeu cinco pontos frente a duas equipas que ocupavam a linha de água. Primeiro, acabou derrotada 3-1 no terreno do Carregosense, equipa que até então apenas havia conseguido vencer um jogo; depois cedeu um empate caseiro frente ao Oiã a um golo. Na 12ª Jornada, a deslocação ao terreno do Alba, era encarada com alguma desconfiança, uma vez que a equipa da casa era um dos tradicionais candidatos à subida. A equipa canedense entrou melhor e ainda no primeiro tempo chegou à vantagem. Depois, assistiu-se a um péssimo espectáculo de exibicionismo por parte da equipa de arbitragem, que fez de tudo para que o Alba chegasse ao empate, algo que aconteceu já nos últimos minutos. O empate até acabou por ser um bom resultado, mas ficou a sensação que o Canedo podia ter conseguido mais, não fossem determinadas decisões da equipa de arbitragem. Seguiu-se depois uma vitória caseira sobre um dos candidatos à descida, Mealhada. Com esta vitória, o Canedo voltou ao “Top 5” da geral e, passou a ocupar o quarto lugar. Depois vieram três derrotas consecutivas, e as duas primeiras logo frente a adversários directos na luta pela manutenção. À 14ª Jornada, derrota em casa do “vizinho” Sanguedo por 2-1; e à 15ª jornada derrota caseira frente ao também “vizinho” Paivense por 1-0. A fechar a primeira metade da temporada, a equipa canedense deslocou-se ao terreno do Mealhada, para disputar a 3ª Eliminatória da Taça Distrito de Aveiro, e acabou apurada sem ter feito qualquer esforço. A equipa da casa, não requisitou o policiamento do jogo, e acabou punida com uma derrota de 3-0.

No primeiro jogo do ano de 2009, o Canedo deslocou-se ao terreno do líder Cesarense e, acabou derrotado por 1-0, num jogo em que as decisões da equipa de arbitragem também deixaram algo a desejar. E, a fechar a primeira volta, empate caseiro frente ao Paços de Brandão. Depois de ter estado em vantagem largos minutos, o Canedo acabou por sofrer o golo do empate já perto do fim. O resultado até foi bom para o Canedo, uma vez que a equipa forasteira foi dona e senhora do jogo. No fim da primeira volta, a equipa canedense ocupava o 12º lugar com 22 pontos somados em 17 jogos, estando ligeiramente posicionada acima da linha de água. A abrir a segunda volta, na recepção ao terceiro classificado Gafanha, a equipa canedense não deixou escapar a hipótese de subir mais uns “degraus” na tabela e venceu por 2-1. Depois, vieram três derrotas consecutivas: novamente frente a Fermentelos (2-1 fora) e Bustelo (2-0 em casa); e frente ao Cucujães, fora de portas por 2-0, jogo que ditou o “fim da linha” para Batista ao serviço do Canedo. Antes, o Canedo havia goleado 6-2 os Amigos do Cavaco, em jogo a contar para a quarta eliminatória da Taça Distrito de Aveiro. Já sem Batista no banco de suplentes, mas ainda sem treinador, o Canedo deslocou-se ao terreno do último classificado BARC, com os jogadores João Paulo e Vítor no papel de treinadores. Quando se pensava, que a equipa não ia ter dificuldades para vencer a pior equipa do campeonato, e iria somar mais três pontos importantes na luta pela manutenção, eis que o Canedo cede um decepcionante e inesperado empate a zero, frente à BARC. Se o cenário antes do jogo, já era algo preocupante, depois do jogo pior ficou. Empatar em casa de uma equipa que é última classificada e que estava mais do que condenada à descida, é algo que ninguém quer.

Depois deste jogo, foi apresentado o novo treinador. Tratava-se de Rui França, que enquanto jogador capitaneou o Salgueiros durante largos anos, e que como treinador contava já com passagens bem sucedidas por Oliveira do Bairro, Cesarense e Sp. Covilhã. Era, portanto, um treinador experiente e uma boa escolha para este cargo, a julgar pelos resultados obtidos anteriormente ao serviço de equipas de maior “nomeada”. A estreia de França, foi em casa frente ao Valonguense, mas a equipa não “acusou” a chegada do novo treinador. Manteve-se ao mesmo nível dos jogos anteriores, sem conseguir converter em golo as (poucas) oportunidades de que dispôs. Não se adivinhava tarefa fácil para França, que pelo meio viu a sua equipa ser afastada da Taça Distrito de Aveiro, ao perder por “apenas” 2-0 com o Estarreja. Foi, sem dúvida alguma, um dos piores jogos de toda a temporada. Este jogo serviu, sobretudo, para lançar um jovem da equipa Júnior, mas ainda com idade Juvenil. Com a chegada de um novo treinador, pensava-se que a equipa iria recuperar animicamente e levantar a cabeça para as doze “finais” que tinha pela frente. Puro engano. Depois do empate com o Valonguense, seguiram-se três derrotas, duas delas frente a adversários directos na luta pela manutenção: a primeira com a LAAC por 3-2; a segunda em casa frente ao Pessegueirense por 1-0; e a última frente ao candidato à subida, Estarreja, por um expressivo 4-0. Foi à 27ª Jornada, que o Canedo deu um passo importante rumo à manutenção no primeiro escalão Distrital aveirense. Recebeu e venceu em casa o também rival na luta pela permanência, Carregosense, por 2-0. Esta vitória permitiu a subida da equipa à 14ª posição, embora em igualdade pontual com o Oiã, e ainda dentro da linha de água. A jornada seguinte, era precisamente frente ao Oiã, fora de portas, e em caso de vitória, o Canedo deixaria de imediato a linha de água. Os jogadores acusaram a pressão, e não conseguiram melhor do que um empate sem golos. Na 29ª Jornada, a tarefa do Canedo era ainda mais complicada: o adversário era o Alba, equipa que ocupava o 4º lugar da tabela. Mais uma vez, a equipa não mostrou, nem teve argumentos para levar de vencida o Alba, e acabou derrotada por 1-0.

Faltavam cinco jogos, e o Canedo ainda teria de enfrentar quatro equipas em risco de descida. Era, o momento ideal para que os canedenses somassem pelo menos três triunfos, e deixassem de uma vez por todas a linha de água. A primeira das cinco “finais”, foi na Mealhada, frente à equipa local. A vencer por 0-1, o Canedo rapidamente se viu a perder 2-1, mas ainda foi a tempo de empatar 2-2. Um mal menor, uma vez que um ponto fora de portas, até pode ser considerado positivo. No entanto, este empate soube a derrota, uma vez que os adversários mais directos (Carregosense e Oiã) triunfaram e “enterraram” ainda mais o Canedo. Na 31ª Jornada, o adversário era o rival e vizinho Sanguedo, também ele um dos “aflitos”. Apesar de ocupar um lugar honroso (9º), o Sanguedo dispunha apenas de quatro pontos de vantagem para a linha de água. O Canedo entrou decidido e rapidamente abriu o marcador; seguiu-se a resposta e o empate por parte do Sanguedo; e já no segundo tempo, apareceu o tento que deu a vitória ao Canedo, a segunda da “era” Rui França. Depois desta jornada, e quando faltavam três jogos para o fim, o Canedo era agora 15º em igualdade pontual com o Carregosense (35 pontos), e estava a “apenas” três pontos da primeira equipa acima da linha de água. Na jornada 32, era vital vencer em casa do Paivense, e o Canedo até entrou mal no jogo: a perder; depois veio o empate por intermédio de João Paulo e mais tarde o 2-1 novamente por João Paulo; de seguida foi a vez do Paivense operar uma reviravolta no resultado, e fazer 3-2; no segundo tempo, na sequência de uma grande penalidade, Félix estabeleceu o resultado final: 3-3. A dois jogos do fim, o Canedo era penúltimo com 36 pontos, mas ainda com possibilidades de se manter entre os “grandes” de Aveiro. Para isso, era necessário bater o líder e campeão Cesarense, na Jornada 33. Tiago aos 38’ adiantou o Canedo no marcador, mas rapidamente o Cesarense empatou por intermédio de Frodo (foi aos 39’). Já em período de descontos (90+2’), o central do Cesarense, Diogo Careca, na sequência de um pontapé de canto apontou o segundo golo da sua equipa e estabeleceu o resultado final. A derrota atirou o Canedo para a 2ª Divisão Distrital, uma vez que já havia sido decidido pela AF Aveiro que desceriam cinco equipas ao segundo escalão. A uma jornada do fim, o Canedo encontrava-se em penúltimo a quatro pontos da primeira equipa acima da linha de água, que era o Paços de Brandão, curiosamente o adversário dos canedenses na derradeira jornada. Já sem nada a ganhar e nada a perder, Rui França aproveitou a última jornada para dar minutos aos jogadores menos utilizados. Alguns deles fizeram mesmo a sua estreia neste campeonato.

No fim do campeonato, acabaram por descer seis equipas. Além do Canedo, BARC, Oiã, Carregosense, Mealhada e Valonguense (este último, com duas descidas consecutivas) vão competir na 2ª Divisão Distrital de Aveiro 2009/2010. Depois de um início positivo, onde venceu em casa de equipas tradicionalmente complicadas nos jogos caseiros, como Gafanha e Valonguense, o Canedo cedeu, principalmente, a partir de Dezembro. Quatro jogos sem ganhar entre Dezembro e Janeiro, desmoralizaram bastante a equipa, que acusava também o facto de não ter tido uma pré-época mais “exigente”. As mudanças na equipa técnica, pouco ou nada trouxeram de novo ao Canedo: França somou apenas dois triunfos em doze partidas. Ficou a ideia, que o técnico só consegue trabalhar bem, quando tem planteis mais “ricos” em qualidade e quantidade.

Momento: 22ª Jornada: BARC 0-0 Canedo.

Batista havia sido despedido. O Canedo estava sem treinador, e era orientado de forma interina, por dois jogadores. O adversário dava pelo nome de BARC, e estava completamente condenado à descida: apenas 9 pontos conquistados em vinte e uma jornadas. Era urgente vencer, mas a equipa canedense ao longo de todo o jogo, nunca conseguiu finalizar com clareza, e acabou por perder três pontos (sim, empatou, mas empatar com a BARC neste campeonato, valia o mesmo que uma derrota). Os da casa bateram-se como puderam; defenderam-se bem do ataque do Canedo, e praticamente “arrastaram” o Canedo consigo na descida. Depois deste jogo, a BARC não somou qualquer ponto até ao final do campeonato. E, por incrível que pareça, não perdeu com apenas uma equipa deste campeonato: o Canedo.

A Estrela: Hugo.

Um dos jogadores revelação da temporada passada, e que se adaptou muito bem ao clube desde o primeiro dia em que chegou. Trinco de posição, Hugo não começou a temporada como titular, em virtude das dificuldades em conseguir conciliar os estudos com o futebol. Lá arranjou uma solução, e agarrou com unhas e dentes o seu lugar na equipa. Tal como havia feito em 07/08, nunca baixou os braços, e lutou até ao fim. Pena é, que Batista não tenha percebido antes, o quão útil pode ser Hugo.

A Revelação: Toninho.

Toninho, chegou ao Canedo oriundo do U. Lamas, da III Divisão. Devido à pouca utilização na temporada 07/08, saiu do U. Lamas, com o objectivo de jogar com mais regularidade. A Distrital, costuma ser um bom campeonato para que os jogadores sejam utilizados com frequência e acumulem experiência na sua primeira fase da carreira. Toninho, não fugiu à regra, e apesar de ser defesa central, foi como defesa esquerdo que actuou em grande parte dos jogos que fez de azul e amarelo. Não deu nas vistas, é certo, mas também não comprometeu, o que lhe vale esta “distinção”. Entrou para o onze inicial com alguma facilidade, e foi aposta regular tanto de Batista como de Rui França.

Desilusão: Planeamento da temporada.

O planeamento da temporada por parte da Comissão Administrativa que gere o clube, não foi o melhor. O plantel sénior começou-se a treinar, já Agosto ia sensivelmente a meio, e quando o campeonato já estava quase aí à porta. Sem fazer uma boa pré-época, o plantel partiu para o campeonato com uma enorme força nas pernas, numa primeira fase da temporada; depois, acabou-se a força, e a queda na tabela não era de estranhar, para quem havia acompanhado o desenrolar dos primeiros meses da temporada.


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